[não entendi, mas posso explicar]

[Exame da ordem pode acabar; OAB é contra]

Junho 21, 2007 · 346 Comentários

O Exame de Ordem, requisito fundamental para que um bacharel em direito possa exercer a advocacia, pode estar com seus dias contados. Tramita no Congresso um projeto de lei que determina a extinção da prova. De autoria do senador Gilvam Borges (PMDB-AP), o projeto aguarda aprovação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado para ser encaminhado à votação na Câmara dos Deputados. Para a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a iniciativa é um retrocesso.

“Sou totalmente contrário e falo isso em meu nome e em nome da instituição que represento”, disse Braz Martins Neto, presidente da Comissão de Estágio e Exame de Ordem da OAB-SP. Segundo ele, atualmente, o exame é a única forma de garantir que os advogados que atuam no mercado são profissionais de qualidade.

De acordo com a OAB, hoje existem mais de mil faculdades de direito em todo o País, formando mais de 100 mil bacharéis ao ano. Desses, somente cerca de 30% são aprovados no Exame de Ordem a cada ano. “E isso não ocorre pela dificuldade da prova, mas pela falta de preparo desses graduados. A falta de estágio, formação deficiente e avaliação incorreta feita pelas faculdades causam isso”, afirmou Martins Neto.

Em São Paulo, mais de 40 mil estudantes se formam em direito a cada ano, vindos das mais de 300 faculdades existentes no Estado. Em 2006, o índice de aprovação no Exame de Ordem foi de 20%, segundo a OAB-SP. “Em algumas edições, chegamos a aprovar apenas 6%”, alertou o presidente da Comissão de Estágio e Exame de Ordem da OAB-SP. “O exame tem de fazer o papel de vilão para avaliar de uma forma que não ocorreu na faculdade. Isso sem generalizar, porque existem ótimas faculdades de direito.”

Para o senador Gilvam Borges, autor do projeto que determina a extinção do exame, a prova não necessariamente avalia a capacidade do bacharel. “Submeter-se a uma prova depois de estar formado não promove a melhoria no sistema de ensino. Nem prova se o bacharel está apto ao exercício da profissão. Ou seja, a prova não prova nada”, afirmou ele, durante sessão no plenário, em maio deste ano.

“Não consigo entender porque as instituições de Ensino Superior podem formar médicos, pedagogos, engenheiros, economistas, sem que, para ingressar no mercado de trabalho, precisem realizar qualquer exame de ordem ou conselho, mas não possam formar bacharéis em direito em iguais condições”, complementou o senador.

O Exame de Ordem tem três edições a cada ano e é dividido em duas etapas. Na primeira, os candidatos respondem a questões objetivas e precisam acertar pelo menos 50% para chegarem à próxima etapa. Na segunda fase, os bacharéis fazem uma prova prática e necessitam de pelo menos 60% de acerto para serem aprovados no exame.

Fonte: Terra.

 

Ainda não sei se sou contra ou a favor do Exame.

 

Todos sabem que a prova da Ordem movimenta uma grana considerável, tanto em inscrições quanto em matrículas e mensalidades de cursinhos preparatórios intensivos. O lobby é forte.

 

O argumento apontado pelo autor do projeto é bom e realmente faz sentido mas, fico imaginando, o que aconteceria se não houvesse a prova?

 

O mercado já conta com um monte de picaretas. Acredito que a extinção da prova traria o caos total. Petições mal redigidas, juízes doidos da vida com o semi-analfabetismo/analfabetismo funcional dos advogados, emendas e mais emendas para consertar peças mal elaboradas e por aí vai. Acreditem, com certeza, pelo menos metade da turma na qual estudo não passaria em um ditado de, digamos, 50 palavras. E a redação? e a concatenação das idéias que esse mesmo grupo gostaria de expor? ah… não vamos entrar nessa questão, porque realmente não vale o tempo de explanação.

 

Enfim, a prova realmente causa desconforto aos formandos que desejam advogar, mas não acho que seja um bicho de sete cabeças para qualquer um que se dedique um pouco.

 

As desvantagens parecem muito mais significativas do que as vantagens.

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346 respostas Até agora ↓

  • jululi // Junho 21, 2007 às 7:55 pm

    quanto mais filtros, melhor. já que as faculdades, na grande maioria, são irrelevantes.

  • Gabriel // Junho 21, 2007 às 10:36 pm

    Mais por fora que calcinha de bailarina, mas concordo. Filtro, tem que ter. Sempre.

  • Eu // Junho 23, 2007 às 6:25 pm

    Eu fiz um curso de Corretor de Imóveis mas, para obter o credenciamento, exigia-se a prova final elaborada pelo CRECI, bem no tipo do exame final da OAB. Conseguiram derrubar essa prova final, alegando que a pessoa já fez as provas do curso e por isso estaria apta a atuar no mercado. Mas eu questiono: e quando as perguntas do curso são no estilo “Qual a cor do cavalo branco de Napoleão?”. E mais: e quando a prova do CRECI era um pouco mais puxada, mas nenhum bicho de 7 cabeças? No dia da prova, ao acabá-la, levantei e ao sair escutei uns comentários do tipo “Meu Deus, não vou conseguir passar…” ou “Tá louco, o que esses caras querem? Tá muito foda!” – EXAME DA ORDEM NELES!!!!!!

  • ORLIETA E. MADALOSSO // Junho 24, 2007 às 4:18 pm

    Concordo com o senador Gilvam Borges, sou a favor da extinção da prova da OAB. Porém acho que a OAB deveria exerer uma fiscalização rigorosa junto as Faculdades de Direito. Se a Faculdade for eficiente formará advogados eficientes. Seus exames devem ser rigorosos. Só devem ser aprovados os alunos capacitados. Não é justo que eu frequente por anos uma Faculdade e ao me formar tenha que fazer cursinho para enfrentar provas da OAB.

  • Dirceu // Junho 24, 2007 às 10:48 pm

    Meus dois dedos:
    Podem manter o exame, mas façam passar por ele os ‘doutores’ que advogam e nunca a ele se submeteram. Porquê ? Ora, porque a falta de qualidade não está somente nos recém-formados. Aliás, como praxista, vejo que estes, de um modo geral, produzem um trabalho de muito melhor qualidade do que a maioria dos antigos causídicos. Se há um índice mínimo de conhecimento para o exercício de uma profissão, tenho que este (índice) dever-se-ia exigir de todos. Enquanto isso não for realidade, dificilmente alguém me fará crer que não se trata de um disfarce para uma medida que só visa a restringir o acesso ao ‘mercado’.
    Até porque, como já disse, o que vejo no dia-a-dia são os novos operadores superando a grande maioria dos ‘experientes’ advogados.

  • Raquel // Junho 25, 2007 às 10:39 am

    Como é de notório conhecimento, trata-se de matéria de enorme interesse para muitos bacharéis que aguardam anciosamente à aprovação do referido projeto, para exercerem a profissão, para qual estudaram durante longos 5 anos.
    Entendemos mais do que justo o fim do exame de ordem, pois, é público e notório que o famigerado exame da ordem não mais se propõe a medir conhecimentos básicos do curso de Direito, pelo contrário, trata-se de uma indisfarçável tentativa de reserva de mercado, que já não funciona para os demais cursos que tentaram instituir tal modalidade de seleção. Sem contar que tal prática afronta o princípio do livre exercício profissional, conforme Art. 5º, XIII da CF.

  • Michelle Marques // Junho 25, 2007 às 4:32 pm

    Situação no mínimo constrangedora esse exame de ordem, já que passamos por provas ao longo de 5 anos, e como se não bastasse encher os bolsos das faculdades particulares ainda temos q pagar os cursinhos preparatórios p oab, o qual gera uma renda absurda no mercado de concursos e até mesmo p própria OAB q cobra 100,00 reais por recurso em uma prova. Estam tirando o direito de trabalhar dos advogados, até q limite isso é legal? É muito triste vc presenciar pessoas q receberam homenagem de melhor aluno da turma e não passam no tal exame de ordem…..qual o parâmetro de conhecimento utilizado na realização dessas provas, será q é compativel ao q esta sendo ensinado nas faculdades? Como já disse o nosso presidente Lula, ” deixem o homem trabalhar”, é isso q esta sendo tirado do bacharel em direito. Vale a reflexão e a torcida para q esse projeto de lei seja votado e aprovado logo.

  • JORGE PINTO // Junho 26, 2007 às 10:30 am

    O exame de ordem é nada mais que uma arrecadação de dinheiro, e em nada contribui para a advocacia, pois então somente a OAB deveria de ser uma faculdade, e quando os bacharéis concluim-se o seu curso já saíriam aprovados. A OAB não se preocupa em nada com os advogados, tanto desprezo é que até policiais militares, dizem que a carteirinha não vale nada. Sou contra esta prova absurda que rouba tempo e angustia os candidatos.

  • sheila // Junho 26, 2007 às 1:14 pm

    fiz 7 exames da ordem , nunca passei. Pergunto: o que faço com os 05 anos que estudei, e muito, fazendo provas tirando notas acima de sete , noite. Não me sinto incapaz, nem menos inteligente daqueles que são aprovados. Aprova é uma questão de momento. Deixem as pessoas trabalharem e deixem que a própria vida reprove os imcompetentes.

  • Tharcy // Junho 27, 2007 às 1:15 pm

    nuossa! quanta gente! você virou famoso!!

    aliás, sou a favor da prova.

  • juliana // Junho 27, 2007 às 4:45 pm

    curiosamente os que são contra a prova deixaram aqui nos comentários, em seu breve texto, o retrato da grande maioria dos graduados no Brasil.

    mantenho o voto pela prova. e que seja bem difícil. e com muitas linhas de redação.

  • Denis // Junho 27, 2007 às 5:20 pm

    Hoje do jeito que está esta prova não avalia ninguém. Conheço cada advogado que tem carteira… Deixa o mercado de trabalho avaliar.

  • Sandra Cristina dos Santos // Junho 27, 2007 às 7:29 pm

    Sou advogada e corroboro com a idéia da maioria dos colegas que entendem como imprescindível o exame. Quando advogamos temos muitas vezes a “vida”de nossos clientes em nossas mãos. Note-se que falamos a respeito da responsabilidade ao litigar, não só a respeito da compreensão das leis vigentes; ademais, entendo como extrema responsabilidade a advocacia. Necessária a preparação e aprovação, meio pelo qual mensuramos o empenho e não somente a capacidade do advogado. O resultado deste empenho vêm impresso na resultado do exame. Se não há empenho para estudo da prova que admitirá o bacharel como advogado, não há que se falar acerca do empenho do mesmo às causas que aparecerão durante toda sua vida jurídica. Não acredito que a Ordem dos Advogados permitirá, com todo respeito que devo aos mesmos, que bacharéis despreparados, formados por Faculdades de pouco empenho à sua formação, recebam a carteira do advogado atestando-os como aptos ao exercício da advocacia pelo simples fato de terem estudado durante 05 anos. O esforço, empenho e conhecimento é que garante a aprovação do exame da Ordem dos Advogados e por esta razão, sou a favor da continuidade na aplicação da prova.

  • Jesuel Pereira // Junho 29, 2007 às 8:15 pm

    sou favoravel ao Exame de Ordem, porém a OAB deve buscar medir o grau de conhecimento do candidato elaborando provas com questoes que realmente sao aplicaveis ao operador do Direito no dia-dia, pois o que temos percebido sao provas elaboradas com a finalidade de promover o maximo de reprovacao. assim a exame de Ordem para a OAB, se tornou um grande negócio, basta fazer as contas, sao apenas R$180,00 por cada inscricao, ou seja, é um grande empreedimento, só perde para os Cartórios.

  • gustavo rodrigues de oliveira // Julho 3, 2007 às 12:34 pm

    Sou contra esse famigerado e miserável exame da OAB, isso é ilegal e inconstitucional e as pessoas que defendem esse exame são traidores, gente funesta e miserável que devem ser extirpadas, expurgadas do nosso meio, pois são riquinhos, mauricinhos e patricinhas que tem dinheiro para pagar cursinhop e agradar os falcões sagazes da OAB, pois sou muito capaz de advogar mesmo sem prestar o exame que espero que seja aprovada esse ano e que seja destruída uma iindústria maléfica de cursinhos preparatórios que só ganham dinheiro com a desgraça alheia e as dificuldades dos outros, eu sou capz de ser um advogado, pois quem defende o exame da ordem, está contra o Brasil, tari o Brasil e ao Estado Democrático de Direito que exigem que todos exercám suas profissões a qual se formaram.

  • Denis // Julho 3, 2007 às 5:52 pm

    O que eu acho aqui é que tem muito advogado com medo da extinção do exame da OAB pois vão migrar para o mercado de trabalho profissionais tão bom ou até melhores que os advogados que atuam. Por isso, advogado, se vc está com medo é pq vc não é capaz de concorrer com seus futuros colegas. Aliás, tem muito advogado que se fizer a prova novamente reprova.

  • Rita de Cássia // Julho 3, 2007 às 11:48 pm

    Não há muito o que comentar. Sou CONTRA o exame de ordem, A FAVOR DO PROJETO. Todos os que são favoráveis ao exame de ordem utilizam sempre justificativas – com a mesma alegação… o sistema jurídico ficará um caos, maus advogados…. Lembro aos caros colegas… que a advocacia não é a única profissão que existe no mundo. Ou seja, se para a advocacia existe o exame… com muito mais razão a medicina e tantas outras profissões deveriam também adotar esse sistema um tanto quanto lucrativo… Direito de igualdade….Imagine, um médico recém -formado… matando, por erro, alguém em plena cirurgia… gravíssimo… Mas tadinho… o médico era recém formado… Imagine um engenheiro ( não fez exame porque a profissão não exige) construindo um prédio… tempos depois… o prédio desaba… mata centenas de pessoas… Quanta hipocrisia, falta de inteligência para os argumentos …que me desculpem os advogados que são contra… mas a minha opinião é que são contra porque tem medo da concorrência… Quanta gente nova, boa, inteligente, dinâmica, capaz… perdendo nesse exame por razões de ordem pessoal de cada um… critério subjetivo de cada ser…mas, isso já é razão para que seja efetuado um novo pagamento de uma nova inscrição…isso é injusto… desonesto…O que podemos observar é que a LUCRATIVIDADE está acima de qualquer outro interesse… é um enriquecimento ilícito, desleal.
    Se este exame existisse em todas as profissões, haveria que fazer um esforço para entender… mas não … só com os advogados… não acho justo. Assim como de direito… existem muitas faculdades de medicina, fisioterapia, odontologia, nutrição, e nem por isso essas outras áreas exigem de seus formandos que se faça um exame após a faculdade.
    Quanto a profissionais ruins… existe em todo lugar… isso não há que falar… o mercado fala por si… qtos médicos, arquitetos, nutricionistas, dentre outros… existem ? – Só se destacam os bons… só conseguem lugar ao sol… os bons… assim também será com a advocacia… Os bons terão o seu lugar ao sol… aliás… noto uma preocupação quanto ao caos que será gerado ao sistema judiciário… que hoje traz uma mancha causada por advogados que passaram no exame… e que ocuparam ( ou ocupam) lugar de destaque… assim.. como outras cadeiras do direito deixaram marcas profundas no sistema judiciário… Isso é que é vergonha… para ser advogado não é necessário fazer uma prova que não prova nada, como bem argumentou o autor desse projeto. É necessário que ele tenha vergonha, respeito pelas pessoas, dignidade, caráter, responsabilidade, … são muitos fatores… que atualmente são ausentes em muitos advogados … que passaram pelo exame de ordem… Quero dizer com isso que, o exame de ordem não deixa o sistema melhor. Ao contrário prova justamente a desonestidade, a deslealdade, o interesse em enriquecer às custas dos outros ( que muitas vezes se sacrificaram para fazer uma faculdade). Uma quadrilha de elite.

  • Ellen Martins // Julho 4, 2007 às 12:09 am

    SIM AO SENADOR GILVAM BORGES! POR FAVOR GENTE…PASSEI 05(CINCO) ANOS SENTADA NO BANCO DA FACULDADE, ESTUDANDO MADRUGADAS, PARA DEPOIS ME DEPARAR COM ESSE MALDITO EXAME DE ORDEM. SOU A FAVOR DO PROJETO, PORQUE ESTUDEI, PORQUE ESTAGIEI E CONSEGUI EXCELENTES NOTAS. NÃO EXISTIA ESSE EXAME…QUEM INVENTOU? CERTAMENTE TINHA EXATA NOÇÃO DE USURPAR NOSSO SUADO DINHEIRO. NÃO AO EXAME DE ORDEM, SIM AO PROJETO, SIM AO ILUMINADO SENADOR!!! E VIVA A DEMOCRACIA!!!

  • CARINNE SILVA // Julho 4, 2007 às 12:17 am

    Não AO EXAME DE ORDEM. NÃO AO MENSALÃO DA OAB. Por isso é que o ditado popular ” Estamos no Brasil querida ” ganha cada vez mais força… Até quando isso vai durar? Isso é uma safadeza… será que essas pessoas não sabem que existem pessoas que não tem condições financeiras de ficar pagando cursinho, de ficar gastando dinheiro para passar em uma prova? isso seria um medidor? ele é ou não capaz de ser um profissinal? EU SOU POBRE… e será que eu tenho que ficar gastando meu dinheiro.. estudei com muito sacrifício.. saia da baixada. pegava o ônibus e deixava meu filho em casa… sou inteligente, me sinto capaz, fui uma boa aluna e se eu serei ou não uma boa advogada… isso… o mercado é quem vai dizer… e não uma prova que mais parece um mensalão.

  • Luiz Freitas // Julho 4, 2007 às 11:11 am

    Sou proprietário de curso preparatório para os Exames de Ordem (OAB/SP) e, sou a favor da extinção dos Exames.
    Por quê?
    - O Exame de Ordem não qualifica o candidato ou seja, é um mero recurso para capitar valores para a OAB, pois, existe reserva de mercado; as provas são elaboradas para que ninguém possa responder (somente quem a elaborou!), mesmo assim, existe questão dúbia e/ou errada.
    Hoje, aqui no Estado de São Paulo, a OAB arrecada aproximadamente R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais) por Exame. Precisa dizer mais?

    Grato,

    Luiz.

  • Luiz Freitas // Julho 4, 2007 às 11:16 am

    Errata:

    Corrigindo a palavra “Capitar”, entenda-se como captar (arrecadar), no meu comentário.

  • Vanusa // Julho 6, 2007 às 4:48 pm

    Concordo plenamente com o Sr. Luiz Freitas, quem deveria de fazer uma seleção rigorosa são as faculdades, Universidades e o MEC quando da investidura deste. O MEC não coloca limite de vagas, apenas aprova cada vez mais a criação de Faculdades com o curso de direito. O erro é na essência e não depois de 5 anos de estudo e com o diploma na mão, quem diz que é a favor da prova na realidade tem medo da concorrência.
    Mas acho que capacidade se prova no mercado de trabalho.
    Quando dizem : ” As nossas vidas estão nas mãos de maus advogados, muitos incompetentes”…. porque escolheu este para lhe representar se o achava inadequado a profissão ???? As pessoas tem livre arbitrio em suas escolhas. E quem realmente leva nas mãos a vida de outa pessoa são os profissionais na área da saúde…..mas estes ninguém fala nada né !!!!!!! Como as pessoas conseguem ser tão hipócritas !!!
    Soube outro dia que a OAB em uma decisão do SUPREMO foi considerada não estatal…..sndo assim, que poder esta tem de cobrar de nós uma prova de habilitação ????

    SOU A FAVOR DA EXTINÇÃO DA PROVA QUE NADA MAIS É UMA ARRECADAÇÃO DE DINHEIRO.

  • Vanusa // Julho 6, 2007 às 5:02 pm

    Já ía esquecendo de dizer que :

    A OAB não fiscaliza as faculdades porque seus integrantes dão aulas nas
    ditas.A corda arrebenta do lado mais fraco,os recém-formados. Quem ganha
    são os escritórios de advocacia e os cursos de preparação para o exame da
    “oab”. Já pensaram se para toda profissão for exigido exame? ISTO É o BRASIL
    do sr. D’Urso.

  • Alexandre // Julho 6, 2007 às 5:15 pm

    Projeto de lei nº 6.743, de 2006, do Deputado Milton Cárdias
    EXPLICAÇÃO DA EMENTA: Autoriza o Bacharel em Direito a exercer a advocacia

    Projeto de lei nº 6.470, de 2006, do Deputado Lino Rossi, que
    EXPLICAÇÃO DA EMENTA: Permite ao Bacharel em Direito inscrever-se como advogado

    Projeto de lei nº 5.801, de 2005, do Deputado Max Rosenmann, que acaba com a exigência do Exame de Ordem para a inscrição de Advogados na Ordem dos Advogados do Brasil.

    Projeto de lei do Senado nº 186, de 2006, do Senador Gilvam Borges, que “Altera os arts. 8º, 58 e 84 da Lei nº 8.906, de 4 de julho de 1994, para abolir o Exame de Ordem, necessário à inscrição

  • Cristina // Julho 6, 2007 às 5:18 pm

    É óbvio que o resultado não tem relação com a qualidade dos cursos ministrados.
    A realidade é que, além de preservar o mercado de trabalho para o velhos juristas, o exame da ordem se transformou em excelente fonte de renda, não só na inscriçao, mas, também, nos recursos impetrados. Daí o grau de dificuldade
    das provas, exigindo até “espírito jurídico” de jovens recém saídos de nossas escolas. É absurda a ausência do MEC no processo. Autoriza o funcionamento
    de todas as faculdades de direito existentes no país, e, negligente, deixa milhares de cidadãos formados, muitas vezes pagando com sacrifício seus cursos, à margem do mercado de trabalho. Poder-se-ia pensar em entrar na justiça contra a OAB, mas quem tem coragem para, aí sim, destruir uma carreira no nascedouro. Deve-se sempre lembrar que o mercado é o melhor definidor de competências, determinando naturalmente o afastamento dos menos capazes.
    Se o MEC nada fizer, quem sabe a solução seja recorrer ao PROCON e entrar contra as faculdades, solicitando o retorno do investimento feito.

  • Alexandre // Julho 6, 2007 às 5:19 pm

    Apoio totalmente estes projetos, pelos motivos que passo a expor.
    Primeiro, esta prova da OAB, a qual esta sendo considerada uma prova de Concurso, tira o sonho do formando em exercer a sua profissão, o que não ocorre com os demais cursos.
    Segundo, acho que o MEC tem uma grande parcela de culpa, pois não deveriam existir tantas vagas para o curso de Direito, deveria sim, ter uma forma rigorosa de avaliação das Universidades e um número reduzido de vagas autorizadas pelo MEC, poderia ser seguido o exemplo do Conselho Regional de Medicina (CRM) o qual é totalmente competente e rigoroso na liberação de Licenças para as Universidades, em ministrar o curso de Medicina, o vestibular é o mais rigoroso e seletivo que existe, sendo desta forma o correto, pois a peneira é feita no início e não é o que acontece com o curso de Direito, o qual quase todas as Universidades oferecem o curso, como também colocam uma quantidade exorbitante de vagas, enriquecendo os bolsos das Instituições de ensino superior e a dos cursinhos.
    E por fim, acho o valor da inscrição exorbitante, um enriquecimento que fere o Princípio da Razoabilidade, todos deveriam adquirir a Carteira da Ordem, sem a necessidade da prova como ocorre com os demais cursos, a qual a OAB teria pleno poder de caçar esta, se o advogado não exercer a sua profissão com ética, nos conformes da lei e com erros grotescos processuais, como vem ocorrendo, até mesmo com os que já possuem a carteira da Ordem, inclusive com alguns Delegados, Promotores e Juizes. Sendo evidente que a Prova da OAB não avalia o conhecimento do Bacharel.

  • ricardo // Julho 13, 2007 às 9:05 pm

    SOU CONTRA AO EXAME DA ORDEM PORQUE VC PASSA 5 ANOS EM UMA FACULDADE E DEPOIS TEM K PASSAR POR ISSO PORQUE OS PROFISSIONAOS K JA ESTAO NO MERCADO NAO SAO SUBMETIDOS A MESMA PROVA E ASSIM SE NAO PASSAREM PERDEM O DIREITO SER SER ADVOGADO, ISSO ELES NAO QUEREM
    NE

  • guilherme // Julho 17, 2007 às 3:52 pm

    O exame da ordem é uma verdadeira máquina de dinheiro.
    Porque pagamos +ou- R$120,00, cada vez que vamos realizar o exame, e sendo reprovado não interessando se na 1 ou 2 fase, vamos ter que pagar este valor absurdo novamente, sendo que para participar de um concurso para procurador com salário R$15.000,00, pagamos metada do valor do exame. Isso quando passamos na 1 fase e rodamos na 2 fase e no próximo temos que fazer tudo novamente, ai rodamos na primeira e nem faremos a segunda.
    Nunca existiu tantos cursinho preparatórios para o Exame da Ordem, porque será?
    O pior e você se formar e um mês depois a sua própria faculdade envia-lhe um “folder” sugerindo a sua participação no curso preparatório para Exame da Ordem. Isso que é Faculdade!
    Estou sériamente com vontade de abrir um cursinho preparatório para o Exame da Ordem, não precisa de carteirinha e com certeza vou ganhar muito mais dinheiro do que advogando.

  • Fábio // Agosto 3, 2007 às 4:35 pm

    Fim dessa injustiça… chega de pilantragem … vamos acabar com essa máfia da OAB de tirar dinheiro de pessoas desempregadas e impedidas de trabalharem por causa da RESERVA DE MERCADO da OAB
    O Brasil precisa ser mais honesto e não deixar estes aproveitadores ficar fazendo provas cada vez mais dificieis para promoverem seus cursinhos e interesses pessoais DINHEIRO.

  • Fábio // Agosto 6, 2007 às 2:10 pm

    Não há porque TEMER… o ingresso de novos advogados, em um País CARENTE de DIREITOS e REPLETO de INJUSTIÇAS.
    -> Fim a Exame da Ordem…

  • joaquim // Agosto 8, 2007 às 9:10 am

    bom dia gostaria de um inforção, quem esta sendo processado pode fazer a prova da ordem….. espero a resposta pelo e mai…. joaquimdireito2005@yahoo.com.br

  • Fábio // Agosto 9, 2007 às 2:51 pm

    A questão é que todos Bacharéis em Direito do Brasil estão à mercê de um instituto Usurpador Máfia da Prova da OAB. ISSO TEM QUE ACABAR!!!

    ->E o PIOR é que TODA PESSOA que obtiver o DIPLOMA de Bacharel em QUALQUER OUTRO CURSO, QUE NÃO O DE DIREITO É ÓBVIO, É CONSIDERADA APTA para exercer a sua respectiva profissão, TAMANHA DESIGUALDADE, contrariando o artigo 5º, “caput”, da CF/88, que diz:

    Art. 5º, “caput”, da CF/88: ” Todos são IGUAIS perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à IGUALDADE

  • Evaldo Amorim // Agosto 17, 2007 às 8:45 am

    Colegas Bachareis: No Rio Grande do Sul, houve decisão favorável em Mandado de Segurança contra a PROVA da OAB. Sem fazer a PROVA.
    No proc. MS n° 2004.71.00.036913-3 – Justiça Federal – 4° Região Tribunal.
    O colega consegui inscrição SEM prestar o MALDITO EXAME.
    Assim ao meu ver TODOS nós Bachareis devemos seguir o caminho do colega e exigir da OAB a inscrição sem a MAltita prova.

  • Geraldo Cézar // Agosto 17, 2007 às 4:53 pm

    Mandado de Segurança – Em que houve decisão com a Máfia da OAB.

    APELAÇÃO EM MANDADO DE SEGURANÇA Nº 2004.71.00.036913-3/RS

    RELATOR : Des. Federal EDGARD ANTÔNIO LIPPMANN JÚNIOR
    APELANTE : ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL – SECCAO DO RIO GRANDE DO SUL
    ADVOGADO : Lucia Villas Boas Dias Cabral e outros
    APELADO : LUCIANO VANDERLEI CAVALHEIRO
    ADVOGADO : Luciano de Barcellos Maia e outro

    EMENTA

    ADMINISTRATIVO. ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL. EXAME DE ORDEM.

    Constitucionalidade e legalidade do Exame de Ordem.
    O Exame de Ordem, conquanto não seja qualificador do exercício profissional, serve, no entanto, como medida dessa qualificação, que se presume, “iuris tantum”, adquirida nos bancos acadêmicos.
    A consumação dos fatos não assegura direito tutelado através de liminar em mandado de segurança.

    ACÓRDÃO

    Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a Egrégia 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por maioria, vencido o Relator, dar provimento à apelação e à remessa “ex officio” nos termos do relatório, voto e notas taquigráficas que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

    Porto Alegre, 16 de agosto de 2006.
    VALDEMAR CAPELETTI

    Relator para Acórdão

    APELAÇÃO EM MANDADO DE SEGURANÇA Nº 2004.71.00.036913-3/RS

    RELATOR : Des. Federal EDGARD ANTÔNIO LIPPMANN JÚNIOR
    APELANTE : ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL – SECCAO DO RIO GRANDE DO SUL
    ADVOGADO : Lucia Villas Boas Dias Cabral e outros
    APELADO : LUCIANO VANDERLEI CAVALHEIRO
    ADVOGADO : Luciano de Barcellos Maia e outro

    RELATÓRIO

    Trata-se de Mandado de Segurança em que o impetrante pretende sua inscrição definitiva no quadro dos advogados da OAB/RS, sem submeter-se ao exame de ordem.

    Regularmente processado o feito, em sentença o MM. Juízo a quo concedeu a segurança pleiteada, determinando à autoridade coatora que proceda à inscrição do impetrante como advogado, sem qualquer anotação de ressalva ou restrição. Custas pelo impetrante. Sem condenação de honorários de advogado (Súmulas 105 do STJ e 512 do STF).

    Irresignada, apela OAB/RS, reprisando seus argumentos apresentados quando da prestação de informações e postulando a reforma da sentença, para denegar a segurança.

    Com as contra-razões, subiram os autos a esta Corte, vindo conclusos com parecer do ilustre representante do Ministério Público Federal.

    É o relatório.

    Desembargador Federal EDGARD LIPPMANN JR

    Relator

    ——————————————————————————–
    Documento eletrônico assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que instituiu a Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil, por:
    Signatário (a): EDGARD ANTONIO LIPPMANN JUNIOR
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    APELAÇÃO EM MANDADO DE SEGURANÇA Nº 2004.71.00.036913-3/RS

    RELATOR : Des. Federal EDGARD ANTÔNIO LIPPMANN JÚNIOR
    APELANTE : ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL – SECCAO DO RIO GRANDE DO SUL
    ADVOGADO : Lucia Villas Boas Dias Cabral e outros
    APELADO : LUCIANO VANDERLEI CAVALHEIRO
    ADVOGADO : Luciano de Barcellos Maia e outro

    VOTO

    Se por um lado a respeito da questão de fundo a posição remançosa desta Corte de Justiça seja em sentido desfavorável à tese suscitada pelo Impetrando, e agasalhada na douta sentença monocrática sob reexame, conforme, aliás, parecer juntado pelo Ministério Público Federal, nos autos da AMS n° 2000.71.00.011667-5/RS, ao qual me alinho:

    Assim, iniciada a vigência da Lei nº 8.906/94 em 05/07/94, para a dispensa do exame tais requisitos deveriam ter implementados até 05/07/96. Dos autos, no entanto, observa-se, utilizado tal linha de raciocínio, o bacharel apelante não preencheria as exigências legais, uma vez que concluiu as disciplinas de estágio muito tempo após essa data.

    Por outro, todavia, tenho que é de se levar em conta o fato de que o Impetrante/Apelado, em razão da concessão da ordem, e o recurso voluntário ter sido recebido apenas no efeito devolutivo, logrou obter a inscrição nos quadros da OAB, tanto que, em dezembro de 2005, lhe foi expedida a devida Carteira Funcional. Assim, tenho que por questão de Justiça e bom senso, seja de ser aplicada ao caso em exame a teoria do “fato consumado”, mesmo porque em razão desta inscrição o Impetrante deve estar no exercício normal da atividade da advocacia.

    Nesta linha de raciocínio, trago à colação precedente da eg. 3a Turma deste Sodalício, da lavra da eminente Des. Fed. SILVIA GORAIEB, na REO 2003.71.12.002146-2/RS, dju. 14.01.04, de cuja ementa extraio a seguinte passagem:

    Medida liminar que produziu seus efeitos de forma definitiva, cabendo atender ao dever do Estado de assegurar a estabilidade das relações jurídicas constituídas por força de decisão judicial, respeitando-se os direitos subjetivos formados sob sua proteção e atendendo à teoria do “fato consumado”

    Por fim, saliento que este posicionamento do “fato consumado” chegou a ser acatado pela eg. Corte Especial deste areópago, nos mandados de segurança envolvendo candidatos ao concurso de Juiz Federal Substituto, os quais sob o amparo de liminares lograram aprovação, nomeação e posse nos respectivos cargos, v.g M.S. impetrada por Karla Nanci Grando e outros.

    Assim sendo, nego provimento ao apelo.

    É como voto.

    Desembargador Federal EDGARD LIPPMANN JR

    Relator

    ——————————————————————————–
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  • andre castilho // Agosto 19, 2007 às 2:45 pm

    Eu trabalho como estagiário p/ 3 grandes escritórios de minha cidade. Claro que trabalho em casa, fazendo “peças” para os ilustres doutores. Todos eles muito bem conceituados ! Andam com carro de 80 mil para cima ! Eu, simplesmente como estagiário tiro em média 4 mil por mês. Ralando muito e sem FDS ! Está mais do que claro que esta prova priva o mercado !

  • maria edilene mota de souza // Agosto 20, 2007 às 3:59 pm

    parabéns ao projeto do Senador Gilvan e mil vezes não a prova da ordem.

  • MARIA ELVIRA SENNA // Agosto 21, 2007 às 10:28 pm

    Liberdade está na essência humana, mas foi preciso que se estabelecesse contrato social para que se promovesse entre os homens a liberdade com responsabilidade. As ciências jurídicas tentam chegar as teorias, tentativa de chegar a perfeição, porém esbarram com o corporativismo de organizações que buscam criar obstáculos para a liberdade e o saber humano, assim como auferir lucros, expropriando trabalho alheio, através de concursos cujas questões jamais chegam a teorização, mas ao adestramento, de decoreba de leis, que muitos dos que passam jamais conseguiram advogar realmente, pois não utilizam a racionalidade, pois são adestrados, ou seja são irracionais. Liberdade se faz com consciência política e não com decoreba como a prova da OAB, justiça se faz com filosofia, e não com adestramento. Os maiores juristas desse país não fizeram a prova da ordem, talvez porque a mercantilização do ensino e da profissionalização ainda não era moda.

  • FBI // Agosto 28, 2007 às 3:56 pm

    Todos os Bachareis devem entrar com Mandados de Segurança contra está Prova que não prova nada. OU MELHOR PROVA O BOLSO DOS DONOS DOS CURSINHOS QUE ESTÃO CADA VEZ MAIS RICOS…
    Mandados de Segurança em todos os Estados do Brasil.

  • Apolonio Santos // Agosto 30, 2007 às 2:04 am

    O Senador Gilvam Borges,acaba de descobri a toca
    do OIÃO,ou descupa da OAB.Acredito que neste momento…será que o que estou pensando…sei não
    mas??? eu acho se este projeto não for aprovado Hum!!!tem gente comendo dim dim dim.Será???Vamos espeerar!!Bom nem sempre a prova, prova que o aluno prova que sabe.Já foi provado que o Exame da Ordem não coloca ninguém no mercado de trabalho.Os únicos que trabalham, são os donos de cursinhos combinados com um Jader da novela Paraíso Tropical,para colocar Bacharéis em Direito nos calçadões da OAB todos os Anos.Tenha vergonha na Cara Badidos Cafetões do Inferno por que não se juntar com os teus parceiros dos Prisídios……………

  • Apolonio Santos // Agosto 30, 2007 às 2:05 am

    ratificando bandidos!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  • Apolonio Santos // Agosto 30, 2007 às 2:10 am

    O Senador Gilvam Borges,acaba de descobri a toca
    do OIÃO,ou descupa da OAB.Acredito que neste momento…será que o que estou pensando…sei não
    mas??? eu acho se este projeto não for aprovado Hum!!!tem gente comendo dim dim dim.Será???Vamos espeerar!!Bom nem sempre a prova, prova que o aluno prova que sabe.Já foi provado que o Exame da Ordem não coloca ninguém no mercado de trabalho.Os únicos que trabalham, são os donos de cursinhos combinados com um Jader da novela Paraíso Tropical,para colocar Bacharéis em Direito nos calçadões da OAB todos os Anos.Tenha vergonha na Cara Bandidos Cafetões do Inferno por que não se juntar com os teus parceiros dos Prisídios……………

  • Fabio // Agosto 31, 2007 às 2:05 pm

    Existem Advogados que são a favor do exame, e falam que os bachareis são despreparados e por isso tem que se dedicar mais aos estudos.
    Gostaria de saber se esse advogados que se dizem preaparados e pré julgam os baichareis, conseguiriam passar no exame?

  • fernanda gonçalves // Setembro 3, 2007 às 1:16 pm

    Sou a favor da extinção do exame de ordem.
    É claro que é um exame para arrecadar cada vez mais dinheiro para a OAB. São cursinhos preparatórios onde os donos nada mais são, do que os conselhos da OAB, ou pessoas com crédito lá dentro. Estudamos 5 anos, prestamos provas na faculdade, dedicamos horas e madrugadas de estudos e qdo nos formamos… Não somos os profissionais que optamos e ainda temos que nos submeter a uma prova que exige mais do seu psicológico do que do seu conhecimento… E quem se sai bem no primeiro item, nem sempre é bom profissional. Muitos fazem boa prova, passam e sequer fizeram estágio, ou sabem atuar. Injusta a prova, pois não prova realmente nada. Quantos profisionais ruins escutamos falar, e tenham certeza que eles tem carteirinha…Porque se estam atuando é com essa condição. Quando as pessoas dizem que será banalização total da profissão com a extinção da prova, que os juízes terão trabalhos com emendas, português, redação, parte processual, esquecem que a faculdade tem a obrigação de ensinar e cobrar tudo isso. O MEC tem a obrigação de fiscalizar também. As faculdades devem passar sim, por rigorosos processos de avalição, e devem ser obrigadas a exigir o estágio, pois assim, que o aluno aprende. A prova da OAB, serve para arrecadar dinheiro de matrícula de muitos alunos que se formam a cada semestre. E ovalor não é baixo não. Assim, cada Seccional engorda os cofrinhos, não dando benefício e sequer protegendo a quem os mantém. Advogado na OAB, não tem prerrogativas. Nem atendimento privilegiado… Tem as salas de atendimentos, que existem mas daqui a pouco(se é que ja não são), teremos que pagar por elas, e olha que são cheias de limitações. É o único projeto válido. Advogados pagam furtuna pela CAARJ, a falida CAARJ… Ora colegas, vocês pagam suas anuidades, e caras! Deviam ter um desconto que fosse no plano de saúde! Mas não, a CAARJ é caríssima, quase inacessível e falida. Essa é a OAB que muitos defendem. Essa infelizmente é a nossa vergonhosa representação.

  • FBI // Setembro 4, 2007 às 9:05 am

    M A N D A D O S D E S E G U R A N Ç A S – Em todos os Estados do Brasil – MS Nelesss…

  • Francisco Jaskuki de Freytas // Setembro 5, 2007 às 10:19 am

    No Brasil é triste como tem PILANTRAS em todas as esferas da sociedade PRINCIPALMENTE os que estão por traz dessa Prova. Pois o Dinheiro envolvido é para custear gastos de integrantes da OAB com viagens a paraisos como praia, hoteis 5 estrelas, carros importados, e outras fraudes etc… O pior de tudo isso é que eles COMETEM A MAIOR DE TODAS AS INJUSTIÇAS deixando fora da area de trabalho pessoas que pagaram caro durante cinco anos seus cursos, e não podem e são impedidos de trabalharem.
    Alguma coisa esta muito errada…
    - Porque a OAB não fecha as faculdades ou impede que elas sejam abertas?
    Resposta: Eles querem que isso continue o objetivo da OAB é ficar como está… criando mais faculdades e despejando mais pessoas para ficarem sem trabalha no que escolheram. NEgocio Bom para estes Canalhas da OAB.
    - E porque a OAB não propem de fazer a auteração em vez de 5 anos do curso de direito não faz 10 anos em vez de uma única prova. Se falta conhecimento e não ta dando para ter todo ele durante os 5 anos de hoje.
    - E os donos do cursinhos que são os proprios integrante da elite da prova da OAB. Que fazem pergunta na prova que jamais os candidatos vão usar na sua vida profissional e prática no dia a dia. Eu pergunto isto ta certo? E a te quando isso vai durar?
    - A profissão de advogado como qualquer outra o mercado vai selecionar os mais preparados… A VERDADEIRA PROVA todos os bachareis e advogados vão ter TODOS OS DIAS DE SUA VIDA. Essa é a Verdadeira PRova. A PROVA DA VIDA.
    E muito TRISTE a OAB não recolhecer os seus bachareis… E o mesmo que um pai ou uma mãe não conhecer seus filhos.
    A onde no mundo existem filhos BONS com existem filhos ruins.

    As pessoas que DEFEDEM a prova no jeito que está, é porque tem algum interesse por traz da Prova: com principalmente a reserva de mercado, cursinhos caros, e DINHEIRO.

    As pessoas de bem e honestas devem apoiar uma MELHOR AVALIAÇÃO desse metodo de avaliação que é esta Prova.

    Quem AVALIA tem que ser dixar ser AVALIADO.

    E uma pena o meu Brasil ser assim a onde os mais fortes podem fazer o que quiser….

    O atual presidente do Brasil em sua campanha politica dizia – DEIXE O HOMEM TRABALHAR.
    Porque tambem não deixarem os bachareis trabalharem, e porque o medo de bachareis que eles os integrantes da OAB dizem que os bachareis são fracos, despreparados, incompetentes, UMAS PORCARIAS.
    Eles os advogados mais velhos e os integrantes dessa máfia. Porque tanto medo dos bachareis???

    Isso tudo tem explicação é o DINHEIRO. Estes canalhas tem outros objetivos por traz…..

    Brasil vamos acordar CHEGA!!! DE CANALHAS E PILANTRAS principalmente este caras da OAB e seus dedicados seguidores.

    Vamos repensar a Prova e a situação de milhões de pessoas do Brasil interiro.

    Se não da para acabar a Prova. Vamos em nome da VERDAEIRA JUSTIÇA repensar um meio justo e verdadeiro para esta situação.

    E QUE NÃO ENVOLVA O DINHEIRO…..

    Chega!!! de PILANTRAGEM …. ou vamos rasgar a constituição e dar para a OAB o poder DIVINO… pois no futuro ela vai quer mandar até em DEUS.

    Vamos todos na hora de rezar pedir aos DEUSES DA OAB e seus integrantes donos de cursinhos se podemos ir ao banheiro, escovar os dentes, tomar banho etc…

    OS DEUSES DA OAB eles sim são mais poderesos que o proprio DEUS Pai criador do mundo.

  • Cronor da Costa Silva // Setembro 6, 2007 às 3:04 pm

    Acredito que esta na hora de alguém sério neste país, tomar uma providencias. O EXAME DA ORDEM NÂO É NECESSÁRIO, necessário sim, é o controle da abertura de Faculdade de Direito sem o menor critério, sem a menor condição de forma profissionais. A OAB covarde, não se manifesta de forma racional e politica a esse respeito, e sabem por quê? São eles, advogados e dirigentes da ordens, Brasil a fora os proprietários de Faculdades, donos de cursinhos, etc.
    Não é possivel que depois de 05 anos de inteiro e total sacrificio, de noites sem dormir, de um investimento de mais de R$ 100.000,00 (Cem mil reais) a OAB me diga que não posso advogar. É preciso ter critérios e rigidos, antes da abertuda dos cursos e nunca depois. A quase totalidade dos empresários de ensino neste país, são verdadeiros estelionatáarios do saber, verdadeiros mercenários e com a conivência do MEC, da OAB e destes governos corruptos. Se o meu diploma não servir ao fim que se presta ou que dele se espera, sinto-me no Direito de ACIONAR a faculdade para ter de volta os valores que paguei e mais DANOS MORAIS, afinal, a faculdade atesta que estou apto para a profissão e a OAB diz que não.
    Precisamos provocar o Judiciário!!
    No final do ano concluo o curso, não terei nemhuma cerimônia em exigir meus direitos, evidente, se não souber exigir os meus direitos, jamais saberei exigir os direitos alheios.
    Abraços.

  • Cronor da Costa Silva // Setembro 6, 2007 às 3:07 pm

    Depois que encaminhei a mensagem, percebi alguns erros… quero crer que a mensagem foi transmitida.

  • Francisco Jaskuki de Freytas // Setembro 13, 2007 às 9:33 am

    Vejam por exemplo o que esta acontecendo dentro
    dos Ministérios do Governo, para praticar atos ilícitos
    como há nas secretarias (uma vergonha o que é noticiado todo dia nos jornais e TV)não precisam pagar tanto e passar por anos dentro de uma Universidade pagando
    o que não se tem para aprender e de nada servir.
    PARA REPRESENTANTE DO “POVO” JAMAIS IRÁ PRECISAR DE CARTEIRA
    DE ORDEM PARA SE ADMINISTRAR A CORRUPÇÃO.
    ISSO É BRASIL MESMO

  • Rogério Dalmolin - Santa Catarina -SC // Outubro 3, 2007 às 10:29 am

    Quando ocorre FRAUDES é necessário ACABAR com esta PROVA e fechar as faculdades que não ensinam Direito.
    Muitas pessoas ligas a OAB ficaram e estão ficando RICAS com estas Fraudes… Venda de Carteiras e ele ainda não querem acabar com esta INJUSTIÇA. Como tem LADRÃO de Gravatas…
    E NÃO PUNIR MILHÕES DE BACHARÉIS que foram vitimas e ficaram para o resto de suas vidas impedidas de trabalharem…
    O BRASIL tem que ser mais Honesto.

  • SIMONE MARIA LINDER // Outubro 14, 2007 às 2:34 am

    Minha posição é contrária, sendo que a justifico a seguir. Ao ler a justificativa do Projeto de Lei nº 186/2006 – item JUSTIFICAÇÃO – gostaria de salientar que, atualmente, o Ministério da Educação, por meio do INEP (autarquia ligada ao MEC) implantou, a partir de 2004, o SINAES – Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior. O SINAES é um instrumento avaliativo bastante completo e complexo, que avalia não só a dinâmica das Instituições Universitárias, mas dos cursos e dos alunos. O Ministério da Educação, por meio do sistema Basis – Banco de Dados – capacita professores doutores e mestres para avaliações in loco, em todas as instituições que mantêm cursos de Direito (entre outros cursos). Conheço bem o roteiro de avaliação institucional e, para quem quiser conhecê-lo, basta is até o sitio do INEP http://www.inep.gov.br. Esse instrumento foi elaborado por vários pesquisadores, doutores, do Brasil inteiro, sendo sistematizado pelo próprio MEC. Um outro componente dessa avaliação é o ENADE, Exame Nacional de Desempenho do Estudante. Trata–se de uma prova, (digamos que nos moldes do provão – que agora foi substituído pelo ENADE em função da Lei do SINAES – Lei 10.861-04) que realmente é significativa, tem lastro e coerência´porque é feita com base nas múltiplas realidades em que se inserem os Projetos Pedagógicos dos Cursos – ela enfoca desde a leitura e compreensão das epistemologias, da literatura, regionalismos, língua, cultura, indo até à relação das lides jurídicas específicas do mundo jurídico. Trata-se de uma avaliação realmente completa, com significado e que TODOS OS ALUNOS DEVEM FAZER, desde que obedecida as regras da Lei do SINAES. Como estudioso desse tipo de avaliação, comparando-a com os certames promovidos pela OAB lhe digo que a PROVA DA OAB DE NADA ADIANTA porque a mesma é afeta ao acúmulo de conhecimentos, à quantidade (e não à qualidade). A prova da OAB é ultrapassada, anti-social, pálida às exigências do mundo moderno, não há uma episteme sólida (e nem flácida) que lhe sustente…. Qualquer um, ao comparar a PROVA DO ENADE à PROVA DA OAB, perceberá que a PROVA DO ENADE é digna de elogios, por possui uma episteme que lhe dá sustentação. Além disso, há um compromisso, na PROVA DO ENADE, com a formação do aluno, com sua real capacidade de escrita, síntese, análise, leitura, enfim, de coadunar conhecimentos gerais e específicos (jurídicos) para a solução de lides jurídicas e para a efetivação do Direito como uma episteme que vise a emancipação da sociedade. Enfim, não há o porquê a prova da OAB properar uma vez que o ENADE veio para pôr luz à qualidade (ou falata de) dos cursos jurídicos. Se uma coisa o MEC está fazendo (e muito bem) é atestar a qualidade dos seus cursos por meio do SINAES. Não é a OAB, enquanto órgão meramente corporativista, alienada às questões pedagógicas e instituicionais, que vai dizer onde há qualidade com uma prova que promove somente a exclusão social. Por isso, e por outros motivos, sou CONTRA A PROVA DA OAB. Obs: Para saber mais sobre o SINAES – ENADE, favor consultar o sítio do INEP (ou escreva-me)

  • sandro // Outubro 16, 2007 às 8:08 am

    Sou totalmente contra o exame da OAB, pois, minha esposa, tenta esse bendito exame à 11 tentativas e sempre por água à baixo, lhes digo, ela é muito mais inteligente que muitos advogados , promotores e até juizes, como sabemos tem no mercado muitos advogados, promotores e juizes, que são totalmente inesperiente melhor dizendo péssimo, como temos excelentes exemplos de profissionais, não devemos saber que nossos ilustrissimos autores de livros conhecidissimos não prestaram exame da Oab, hoje ja foram advogados, promotores, juizes e até desembargadores e não fizeram prova nenhuma para analisar sua capacidade profissional, o tempo o mundo o envestiu de encarregar e torna-lo um excelente profissional, então advogados que com certeza se encaixa como péssimo exemplo de profissional, esta com medo de competir com futuros advogados que só porque não conseguiu a tão esperada carteirinha da OAB, não quer dizer que não tem capacidade de competir com vc, que vota a favor da OAB, pense bem um dia vc tambem precisou de ajuda, conselho de outra autoridade mais experiente, não podemos ter vergonha disso, é com umildade que conseguimos alguma coisa, porem sem umildade e principalmente a caridade não seremos nada, apenas peço a Deus que ilumine a cabeça daqueles que analizarão o projeto do senador, para que vem a ser favorável ao bacharel em direito, que muitos de seus 5 anos dentro de uma faculdade já foi o suficiente para adquirir essa carteirinha que não deixa um profissional trabalhar com dignidade. que Deus tenha piedade de todos e os abençõe.

  • Any // Outubro 18, 2007 às 4:49 pm

    Olha esse Senador é do meu Estado do Amapá. Não acho que ele desenvolva grandes trabalhos em prol do Amapá. Mas elaborar um projeto de extinção da prova da OAB foi uma dentro, porque há tantos advogados que fizeram a prova da OAB quanto aqueles que não fizeram, que não sabem redigir uma petição nem´formular pedido certo. Dão tiro no escuro. O acadêmico que acaba de sair da Faculdade somente adquirirá prática advogado, conversando com o Juiz, estudando um pouquinho… se aperfeiçoando ao longo da prática na área jurídica. Se nunca passar na OAB não quer dizer que ele seja menos inteligente que o aprovado… afinal de contas a teoria, no Direito, não tem nada a ver com a prática. Então colegas… dêem apoio ao Senador… é algo que vai acabar com a festa de muita gente, principalmente da OAB que é não inerte em algumas questões quando envolve assuntos de interesse da população, mas feroz quando o assunto envolver perda a instituição….

  • Any // Outubro 18, 2007 às 4:54 pm

    Olha esse Senador é do meu Estado do Amapá. Não acho que ele desenvolva grandes trabalhos em prol do Amapá. Mas elaborar um projeto de extinção da prova da OAB foi uma dentro, porque há tantos advogados que fizeram a prova da OAB quanto aqueles que não fizeram, que não sabem redigir uma petição nemformular pedido certo, escolher o tipo de ação então… heeee!. Dão tiro no escuro, e eles estão em todos os lugares. O acadêmico que acaba de sair da Faculdade somente adquirirá prática atuando na área, conversando com o Juiz, estudando um pouquinho… se aperfeiçoando ao longo da prática na área jurídica. Se nunca passar na OAB não quer dizer que ele seja menos inteligente que o aprovado… afinal de contas a teoria, no Direito, muitas vezez, não tem nada a ver com a prática não é? Então caros colegas… dêem apoio ao Senador… é algo que vai acabar com a festa de muita gente, principalmente da OAB que é tão inerte quanto a questões de interesse público, porque não se envolve em certos assuntos; mas feroz quando o assunto envolver perda de arrecadação à instituição….

  • bacharel desempregado // Outubro 26, 2007 às 9:16 am

    Já faz 4 anos que espero a extinção dessa maldita prova….que não prova nada….
    E alias alguem pode me dizer onde vai os quase R$ 12.000.000,00 (doze milhões de reais) por ano ,que a OAB “arrecada” do pobres bachareis impedidos de trabalhar??????

  • Suspiro // Outubro 26, 2007 às 11:46 pm

    Sou a favor da permanência do Exame!
    Pois só descobri que o exame não era esse monstro q eu pensava, qdo realmente resolvi me dedicar e estudar pra valer!! Pode ter certeza de q o bacharel q não é aprovado, não estudou o suficiente!

  • Francisco Florencio // Outubro 28, 2007 às 11:19 pm

    Lógicamente, quem já passou ou nunca fez a prova, acha que ela deviria existir.
    Só que os estudante que ainda não fizeram ou que ainda não passaram , já que aprova é a qualquer tempo, cumpriram todas as etapas exigidas pelo MEC, mas a OAB acha qua deve regular o ensino então criou a prova, para arrecadar fundos pois a OAB sofre com a inadimplecia dos colegas Advogados pela situação do própri pais qua vivemos.
    Então é mais fácil brecar a entrada dos novos, e aceitar a fuga dos amigos antigos .

    Mas vai dar certo…. Um abraço…

  • Rogério Dalmolin - Santa Catarina -SC // Novembro 5, 2007 às 9:16 am

    As Faculdades devem pagar, as taxas de inscrições da prova, isso é o mínimo. Pois elas garantem um profissional bem formando depois de formando.
    Olha para se estudar Direito, hoje em dia tem que se ter muito Dinheiro… para pagar as Faculdades-mentirosas, cursinhos-preparatorios em que são os donos os senhores da OAB, e taxas e mais taxas para fazer o E$ame do dinheiro.
    Resumindo: Tem muita gente ganhando Dinheiro com esta situação.
    Estes máfiosos da prova tem que serem punidos…presos… O Brasil não pode permitir isso. Fim do E$ame do dinheiro.
    Ou Prova para todos os cursos medicina,odonto, vetereinaria, enfermagem,engenharia etc.., e PRINCIPALMENTE prova para ser Presidente do Brasil, Senadores, Deputados Federais e Estaduais, Prefeitos e Vereadores. Pois todos eles tambem colocam vidas em perigos com suas decisões politicas e mal elaboradas, pois tem politico ai que não sabe e nem nunca ouviu falar de uma Licitação. Prova principalmente para os Politicos. Eles mexem diretamente com a vidas de milhões de pessoas.
    Ou acaba para os bacharéis em direito o prova para Todos.
    Diz nossa constituição TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI.

  • Rogério Dalmolin - Santa Catarina -SC // Novembro 5, 2007 às 10:21 am

    Todos os Bacharéis em Direito, DEVEM nas proximas eleições – Votarem em Branco ou anularem seus votos.
    Pois o Brasil não precisa dos Bacharéis em Direito, pois eles quando saiem da faculdades não são nada.
    Já que não existimos… perante a sociedade e para o Brasil não precisam de nossos votos.
    Vamos todos VOTAR em branco ou anular. Nas proximas eleições, pode ser que assim eles se lembram dos bacharéis em Dirieto e de suas familias que investiram muito dinheiro para formar seus filhos que sairam da faculdade e são uns NADA…

  • Clauido // Novembro 5, 2007 às 1:36 pm

    Veja bem não sou contra a Instituição OAB por ainda acreditar em algumas de suas diretrizes.Contudo ao exame acredito eu que seria mais auvitre a OAB colaborar e auxiliar o MEC para que eleve o nivel dos operadores do direito no pais trazendo assim maior justiça social para o pais. A OAB duvida da competência do MEC e questiona um orgão federal isso e que isso evidencia que a OAB deseja e ser constituida como um quarto PODER NO PAÌS antes que tudo aconteça tenha que passar nas garras da OAB . Meu e mail para quer quizer, desejo e vou trazer essa discussão para o meio acadêmico

  • Claudio // Novembro 5, 2007 às 1:41 pm

    Veja bem não sou contra a Instituição OAB por ainda acreditar em algumas de suas diretrizes.Contudo ao exame acredito eu que seria mais auvitre a OAB colaborar e auxiliar o MEC para que eleve o nivel dos operadores do direito no pais trazendo assim maior justiça social p. A OAB duvida da competência do MEC e questiona um orgão federal isso e que isso evidencia que a OAB deseja e ser constituida como um quarto PODER NO PAÌS antes que tudo aconteça tenha que passar nas garras da OAB . Meu e mail para quer quizer, desejo e vou trazer essa discussão para o meio acadêmico.
    Além disso realizei uma pesquisa em minha cidade e está claro o sentimento da maioria dos Advogados aqui em relação a OAB é de “MEDO” podem acreditar muitos se recusaram a responder o questionário MEDO de serem identificados . Mais meu e mail ta ai e conto com todos para os esclarecimentos que urgentimente se fazem nescessário

    lcmartinsvito@bol.com.br

  • Rogério Dalmolin - SC // Novembro 5, 2007 às 4:01 pm

    Vamos VOTAR em Branco e Anular os votos para as proximas eleições…
    O Brasil e os Máfios da prova da OAB não precisam de nós os Bacharéis.
    Pois ser Bacharel hoje em dia é a mesma coisa que NADA…
    Ahaa!!! esqueci a OAB so lembra de nós os Bacharéis para cobrar as TAXAS de dinheiro…

  • Rogério Dalmolin - SC // Novembro 5, 2007 às 4:05 pm

    Como pode ??? so no Brasil temos um presidente semi-analfabeto, que so faz cagada… e não precisou de prova alguma para decidir a vida de uma Nação.

  • Vlademir // Novembro 6, 2007 às 2:35 pm

    Tem que continuar a Prova.
    Tem que existir otários, pagando para nós nos divertimos…
    E tem que subir mais as mensalidades e taxas das provas…
    Tenho uma ilha em Angra e um barco gasto muito. Preciso desses otários, para fazer os meus cursinhos da Prova.
    Isso aqui é Brasil o País dos espertos…
    A Prova tem que continuar por mais uns 20 anos.
    Ainda não estou rico… mas com certeza e com esta prova vou ficar…

  • Vlademir // Novembro 6, 2007 às 2:40 pm

    Eu não sei porque ACABAR!!! agora!!! faz 12 anos que tem a prova. E só agora estes OTÁRIOS… querem o fim da prova. Estes BURROS tem que pagarem, pagarem, pagarem…….

  • V. // Novembro 6, 2007 às 2:51 pm

    A prova é BOA tem que continuar… Chega de advogados, precisamos ter o controle da situação.
    Estes Otários tem que nos pagar, aqui em Brasilia/DF a carteira estava sendo vendida… o é negocio bom… isso NÂO pode acabar… tenho muitas dividas para pagar… O EXAME TEM QUE CONTINUAR…

  • V. // Novembro 6, 2007 às 3:52 pm

    O EXAME TEM QUE CONTINUAR… preciso desse dinheiro. Esse povo do Brasil é Burro… so agora querem acabar…

  • V. // Novembro 6, 2007 às 3:58 pm

    Temos é que criar a prova para outras profissões. Estou pensando em abrir mais cursinhos preparatórios… com a ajuda de meus amigos da oab, vamos criar mais leis e dificultar ainda mais os cursos. Acho muito dificil acabar cm a prova da oab, eles não sabem com quem estão se metendo.
    E já vou avisando a prova jamais vai acabar… O dinheiro é bem empregado… e o que importa é o DINHEIRO e não estes abobados bacharéis.

  • Nilson // Novembro 12, 2007 às 3:15 pm

    A prova tem que continuar. afinal de contas somos todos burros mesmos. Votamos num presidente semi analfabeto, o que podemos esperar de toda essa gente corrupta que está no poder. O Brasil não tem mais salvação mesmo.

  • Nilson // Novembro 12, 2007 às 3:19 pm

    Conclamo a todos os bachareis em direito a votarem em branco nas próximas eleições. Afinal, bacharel em direito não pode exercer a profissão, não é reconhecido perante a sociedade, assim sendo seu voto não tem valor.

  • Nilson // Novembro 12, 2007 às 3:25 pm

    Bachareis em direito, entrem todos com uma ação para terem os valores pagos para a faculdade que os formaram, restituidos, afinal não os habilitaram a nada.

  • Marcos Arruda - RS // Novembro 21, 2007 às 8:23 am

    Está havendo o maior ESTELIONATO do Brasil.
    ESTELIONATO
    ESTELIONATO
    ESTELIONATO
    Contra os Bacharéis em Direito.
    Eu pergunto os politicos do bem, honestos, vão deixar esta situação continuar???
    So tem uma explicação para esta situação, tem um GRUPO de pessoas envolvidas, ganhando muito DINHEIRO, DINHEIRO, DINHEIRO… com o E$AME da oab.

  • Marcos Arruda - RS // Novembro 21, 2007 às 8:27 am

    Concordo com o colega, os Bacharéis devem apartir das proximas eleições, começarem a votar em branco ou anular o VOTO.
    Já que os Bacharéis não são reconhecidos, não precisam de nossos votos.
    VAMOS TODOS AUMENTAR O INDICE DE VOTOS EM BRANCO E NULOS.
    Pois colegas Bacharéis nos para sociedade NÃO EXISTIMOS, SOMOS NADA…

  • ADRIANO SCHKABITZ CANABARRO - Palmas-TO // Novembro 21, 2007 às 8:30 am

    Concordo tambem!!!
    Votar em Branco ou nulo…
    Bacharel NÃO EXISTE…

  • Daniel Diefenthaler // Novembro 21, 2007 às 12:44 pm

    Infelizmente vou tambem VOTAR em Branco.
    Os politicos não querem saber de nós, bacharéis em Direito.

  • graes // Novembro 21, 2007 às 10:04 pm

    os comentários de vocês me assustam. qual a conexão entre ser bacharel em direito e o voto? nenhuma.

    o outro maluco “sugeriu” prova para ser presidente da república e outros cargos políticos. o absurdo do absurdo.

    A linha de raciocínio é completamente primária.

    Espero que a prova continue por muitos anos. E que nenhum de vocês passe. O número de pessoas que vocês poderiam prejudicar, tendo a carteira da OAB, é alarmante.

    a prova da OAB não é revoltante. revoltante é a constatação de quão alheios à realidade vocês são.

    jogaram dinheiro fora. façam um curso técnico de manutenção em qualquer coisa e comecem a recuperar o tempo que perderam.

  • Daniel Diefenthaler // Novembro 22, 2007 às 9:26 am

    Tem Mensalão na prova da Oab.
    Os caras não querem admitirem que tem sujeira… nesta situação…
    Acorda Brasil….

  • Daniel Diefenthaler // Novembro 22, 2007 às 9:30 am

    Me assusta… este certinho ai de cima ofender os Bacharéis.
    Com certeza ele não fez a prova do R$.
    Na época dele não precisava…
    E deve ser dono de um cursinho.

  • graes // Novembro 22, 2007 às 11:38 am

    Caro Daniel, eu não deveria estar aqui perdendo o meu tempo contigo, mas vamos lá:

    Em primeiro lugar, realmente não fiz a prova. Nem sou formado ainda. Apresentarei meu TCC na segunda-feira.

    Em segundo lugar, por que ao invés de perder tempo lendo blogs e criando teorias da conspiração a respeito da prova, você não vai estudar para a prova? A próxima será no dia 20 de janeiro. Aproveita, porque “Língua Portuguesa” ainda não é uma das disciplinas exigidas, o que é uma pena.

    Em terceiro lugar, realmente gostaria de ter um cursinho, mas no momento isto não é minha prioridade.

    Com esta capacidade intelectual (que eu já percebi ser nata em você), certamente gostaria de tê-lo como cliente de um curso meu. São pessoas como você que, inscrevendo-se ano após ano, sem nunca conseguir passar, fazem a máquina continuar girando (caso não entenda a expressão, pergunte ao seu vizinho).

    Ainda nem tenho certeza se farei a prova. Mas caso eu faça e não passe, na próxima estudarei mais. E na próxima, mais ainda.

    Quando você começou a faculdade de Direito, a prova já não era obrigatória? O que aconteceu? Pensou que ia levar a faculdade nas coxas e no final ainda se daria bem? Ou só avisaram que os bacharéis precisam fazer uma prova para exercer a advocacia no último semestre?

    Frustração é um sentimento triste mesmo, mas o tempo cura tudo. Até a ignorância.

    Assista o Canal Futura.

    Abraço.

  • Daniel Diefenthaler // Novembro 22, 2007 às 3:29 pm

    Prezado – graes ( se isso é nome?)
    Como de costume, é mais fácil atacar os efeitos do que as causas. É mais fácil atacar o indeterminado do que o determinado. É mais fácil atacar o mais fraco do que o mais forte.
    E que OAB – apliquem o Exame de Ordem, com lisura e ética ao nível de Dificuldade adequada ao recém formado…

    Abraço

  • Daniel Diefenthaler // Novembro 22, 2007 às 3:43 pm

    E as fraudes (VENDAS DE CARTEIRAS) em Brasília, sabe alguma coisa a respeito???
    Se não quiser fazer a prova, pode compra-lá… pois vc deve ter muito dinheiro, tem TV a cabo.
    Abraço

  • OSCAR HORTS // Novembro 27, 2007 às 5:01 pm

    Como tem BANDIDO de GRAVATA no Brasil.
    Fim dessa prova do desemprego…

  • LUX // Novembro 30, 2007 às 8:06 am

    Com certeza tem Caixa 2 na prova da oab. Dinheiro quem não gosta de dinheiro facil?

  • Juliana Nava // Dezembro 3, 2007 às 4:12 pm

    Concordo plenamente com projeto de lei do senador Gilvam Borges , pois a prova da OAB nao é e nunca sera um metodo eficaz para indicar quem esta apto à atuar ou nao no mercado de trabalho, pois para atuar na area juridica é necessario muito mais do que conhecimentos teoricos (claro que sem desmerecer a sua enorme importancia) e um deles certamente é a habilida nos casos praticos, pois somente o estagio durante o periodo academico é insuficiente. Nao estou aqui somente para criticar o metodo de avaliaçao atual, mas para sugerir uma alternativa que entendo ser mais eficaz para capacitaçao dos bachareis de direito, pois acredito que se os alunos após o termino da faculdade deveriam continuar por mais um ou dois semestre prestando serviços juridicos a faculdade supervisionado pela mesma no qual avaliariam o aluno pelo seu desempenho durante esse periodo podendo entao dizer se este esta ou nao apto para atuar no mercado de trabalho.
    O que nao pode é deixar as coisas como estao, se um metodo nao esta dando certo é preciso ter coragem pra mudar, a nao ser que o dinheiro fale mais alto pela propia OAB, que nao tenha a dignidade de abrir mao dele em prol dos baichareis de direito de todo o país

  • Leo Cardoso // Dezembro 4, 2007 às 8:32 am

    Vamos eleger um colega Bacharel nas proximas eleições, para defender nossos direitos.
    Fim da prova ou melhor E$ame do dinheiro…

  • Rubens Teixeira // Dezembro 31, 2007 às 3:14 pm

    Penso que o exame da OAB como sempre foi uma fraude todavia, agora que veio à tona e isso se deve a “descuido” como aconteceu por deixarem vazar uma determinada informação. Então resta uma pergunta. Vale a pena essa tal “EXAME DE ORDEM?” onde somente aqueles que podem pagar conseguem entrar? Enriquecer os bolsos de alguns como é o caso do absurdo do valor da incrição para a realização do exame que já é um roubo? Assim sendo, o grande senador Gilvam Borges deu a cara a tapa e tomara Deus que realmente esse projeto passe e que se extinga de fato o exame. Deixe o profissional trabalhar e depois avalie a sociedade que é o ponto chave que devará condenar ou não e não simplesmente uma prova absurda, mal elaborada, nem eles sabem o que realmente quer com a prova.

  • JOSE APARECIDO IGNACIO // Fevereiro 20, 2008 às 10:59 am

    Exame da Ordem? Vamos acabar com isso!
    1 até 1 de 1

    jose aparecido ignacio
    TIJUCAS/SC

    10 horas atrás
    Sou bacharel em Direito, e há um ano, venho montando peças judiciais.
    O Advogado não se faz com exame, muito menos o Juiz ou Promotor, se faz com o trabalho, estudo e a experiência.
    Assim como um médico é autorizado a realizar cirurgias, retirando um coração e colocando outro, depois de prestar Residencia, deveria acontecer com o Bacharel em Direito!
    Por outro lado, se o Bacharel em Direito, para advogar tem que prestar exame, também o advogado, a cada 5 anos, deveria também prestar novo exame da ordem, assim como os juizes e promotores, para que não haja incidencia de tantas barbaridades que se vé por aí!
    Tenho certeza, que se essa idéia vingar, muitos discursos que tenho lido neste site mudariam de opinião!
    È muito fácil se prosear, depois de ter passado no exame, cujo antes, a maioria que reprova na primeira ou segunda tentativa discordavam, agora apoiam com todo o vigor, medo da concorrencia?
    Se o resultado do despreparo dos advogados se avulta é devido a falta de estudo e leitura, e isto nao deveria ser lançado sobre os Bachareis em Direito, como se eles fossem incompetentes pra advogar, pois tenho visto muitas ridicularidades por advogados que passaram nas provas, mas nc fizeram estágios com profissionais competentes, cujo penso que antes de assinar petição deveria ser de 3(três anos).
    Será que a diferença de um Bacharel reprovado que fez 45 pontos é muito pior que um que fez 49, recorreu e passou? Isto prova que um é competente pra advogar o outro não, supondo que o que fez 49 acertou 4 por milagre?
    Assim não se pode medir o conhecimento por pontos, também nao posso confiar na sentença de um juiz ou na petição de um advogado que não presta exame de 5 em 5 anos para demonstrar a profundidade de seus conhecimentos.
    Há muitos funcionários e secretárias de Juizes que detem muito maior conhecimeneto do que a maioria dos advogados, e não são bachareis em Direito, mas exercem ou militam ou estão habitualmente em contacto com o Direito.
    Por isto reitero, “FORA O EXAME DA ORDEM”, e “SALVE AO ESTÀGIO”
    Pergunto:
    Você aí Advogado, presidente da OAB pelo Brasil, quer encarar uma provinha da ordem de 5 em 5 anos pra poder continuar militando o Direito?
    E o Senhor, Exelentíssimo Juiz, estaria disposto a passar pelo crivo de uma prova pelo Tribunal?
    Então, respondam-me com o mesmo sentimento que carrego no peito, como Bacharel em Direito!
    Porventura não estou sendo discriminado com relação a outros cursos?
    Porventura não estou sendo prejudicado tendo meu direito cerceado?

  • Renata // Fevereiro 25, 2008 às 8:14 pm

    O que se propõe a fazer uma prova todos os profissionais que estão atuam? Pois ja estão a muito tempo no mercado de trabalho, ja se especializarão se fosse o caso. Então tenho certeza que estão aptos a passar por um teste? Se a OAB quer mesmo filtrar porque não deixa de cobrar pelas provas? Ou porque é por isto que elas existem? Quero achar que se movimenta muito dinheiro e com isto jamais vai deixar de existir. Porque vocês criadores e manipuladores das provastem seus benefícios e não são poucos! E quanto as provas, erros absurdos, uma vez que se fica exigindo perfeição de bachareis. Pegadinhas, uma hora e pede o que descreve o código, outra hora se pede doutrinas e ai o que vocês querem? E mais deveria avaliar conhecimentos e não ficar testando pessoas que querem entrar no mercado. Então Parabéns sr. Presidente da OAB e demais seguidores aproveitem e usem estas pegadinhas para medir o conhecimentos dos profissionais que estão no mercado e de profissões importantes que lidam com situações que não permitem recursos.

  • MIGUEL BATISTA RIBEIRO // Fevereiro 26, 2008 às 8:59 pm

    Sou a favor do Exame da OAB mas não da forma que esta sendo realizado, com objetivo de criar barreiras, reservando o mercado de trabalho, cabe ao MEC avaliar os cursos de direito, o aluno tem que reprovar e não colar grau, mas não depois ser impedido de trabalhar

  • MIGUEL BATISTA RIBEIRO // Fevereiro 26, 2008 às 9:03 pm

    O autor do projeto de lei que pretende acabar com a prova do OAB, esta de parabens e ja ganhou meu voto, esse é um politico serio

  • RONEY VIANA DE CARVAHO // Fevereiro 28, 2008 às 4:30 pm

    Sou contra deixar milhões de Bacharéis não PRATICAREM a profissão escolhida. A Sociedade e que tem o dever de escolher os bons profissionais…
    Tem que te cadeia, para esta máfia de engravatados que querem RESERVAS DE MERCADO…
    Coitados dos pobres que não podem pagar por advogados famosos, assim não procuram a justiça.
    DEIXEM OS BACHARÉIS TRABALHAREM…

  • RONEY VIANA DE CARVAHO // Março 7, 2008 às 5:05 pm

    A Constituição não é respeita pela Oab.
    Isso é muito Perigoso!!!….

  • Luiz Flávio Mesquita Junior // Março 14, 2008 às 4:57 pm

    Essa Oab -> Persegue os Bacharéis, como os Nazistas perseguiam os judeus…
    Fim do E$ame da Oab

  • Carlos Eduardo // Abril 16, 2008 às 5:43 pm

    Bah! Se não conseguem passar no exame de ordem, como é que vão fazer, por exemplo, um Recurso Especial ao STJ, ou Extraordinário ao STF? Teu cliente é que se foda né?

  • MARIA HELENA // Abril 25, 2008 às 12:07 am

    Sou totalmente a favor de extinguir a prova da OAB. Acredito que quem estudou 5 anos numa faculdade de direito, deva saber um pouco do direito pois com a pratica é que vamos descobrindo que podemos ser bons advogados . A Sociedade e que tem o dever de escolher os bons profissionais . Pois tem lugar pra todos tanto Bachareis em direito como advogados. Não é a prova da OAB que vai dizer quem é bom. Pois hoje vejo bachareis melhor do que os Advogado com sua carteirinha, pois esses bachareis muitos ja são até juizes e sem carteira da OAB., e os bachareis peticionam para mtos advogados que apenas assinam e desconhece qual é o tipo de ação que deve propor na hora H. Pense bem Bachareis devemos protestar contra prova da Ordem pois só enriquessem a instituição e quem esta dentro da OAB . Fora prova da Ordem.Vamos mesmo colocar ordem neste país.Tenho dito….

  • VANILTON // Abril 25, 2008 às 3:05 pm

    Sou a favor da extinsao do exame da ordem pôs concordo em ser mas fins economicos do que uma seleçao, se assim fosse haveria em todas as classes esta prática,até porque essa tal pratica vai de encontro com a nossa constituiçao q diz ser livre o exercicio da profissao.art. 5 , XIII .

  • VANILTON // Abril 25, 2008 às 3:07 pm

    Sou a favor da extinc
    ao do exame da ordem pôs concordo em ser mas fins economicos do que uma seleçao, se assim fosse haveria em todas as classes esta prática,até porque essa tal pratica vai de encontro com a nossa constituiçao q diz ser livre o exercicio da profissao.art. 5 , XIII .

  • Fernanda // Maio 27, 2008 às 3:46 pm

    Voces bachares em direito , acham que um dia acabará este exame da ordem , podem tirar o cavalo da chuva , ou voces acham que o que sustenta a OAB , é o exame e com o fim do exame a OAB a de falir entao o governo não que isso nunca , bestas são as pessoas que se formam em direito no Brasil! Brasil um pais que tem um presidente analfabeto não tem credibilidade nenhuma de exigir de um aluno que frequenta 5 anos de faculdade ainda se submeter a ficar sentado durante 6 horas para fazer 100 questoes difficeis e ter que acerta ainda 50% por cento da prova e ainda por cima ter outra etapa e ainda ter que tirar no minimo 6 para passar , ufa , cansei e tudo isso com um presidente analfabeto , Bacharel de direito = Burro de carga!. Desculpem mais é a realidade .

  • LeOnArDo PiRiS TuCan // Junho 3, 2008 às 2:47 pm

    É verdade o Brasil com um Presidente Analfabeto exigir do bacharel que estudou eeeeeee….. PAGOU caro por uma faculdade… Uma tal prova….
    Vamos falar sério CORRUPÇÃO no Brasil se explica.
    Em Goías e em Brasília vendiam a tal carteira por R$ 15 mil.
    E ninguem foi punido???
    E a quanto tem eles vendiam???
    Quantos anos prejudicando os Bacharéis??? ROUBANDO SEUS DINHEIROS COM ESTA TAL PROVA.

    Acorda Brasil!!!

    Ou no futuro teremos um 4 poder – a tal Oab…

  • LeOnArDo PiRiS TuCan // Junho 3, 2008 às 3:02 pm

    Nos Bacharéis em direito queremos a VERDADE?

    Perguntas ->Sem Respostas pela tal Oab:

    1) Qual o nível de dificuldade da prova???
    2) Quem fiscaliza??? a Oab??? na correção das provas e na propria elaboração???
    3) Pra onde vai o Dinheiro arrecadado dos Bacharéis da tal prova??? (Será que é aplicado para algum meio de qualificação dos Bachareís???)
    4) É aplicado esta FORTUNA aonde??? (POIS É MUITO DINHEIRO 3X AO ANO)
    5) Existem uma prestação de contas publicamente da aplicação do Dinheiro???

    Caros colegas… Podem apostar… tem sujeira nesta tal prova…
    Muitas perguntas sem respostas….
    No Brasil – Infelizmente – quando envolve dinheiro – Fraude e CORRUPÇÃO – se explica…

    Obs: A Oab é REPROVADA na VERDADEIRA prova a da Honestidade… Honestidade…
    Honestidade… Honestidade…
    Honestidade… Honestidade…
    Honestidade… Honestidade…Honestidade… Honestidade…
    Honestidade… Honestidade…
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    Honestidade… Honestidade…
    Honestidade… Honestidade…

  • LeOnArDo PiRiS TuCan // Junho 3, 2008 às 3:09 pm

    Eu não agüento!!!

    E como não existe um Conselho Nacional da Advocacia, para quem nós poderíamos denunciar os conselheiros da OAB que são proprietários, sócios ou professores de cursinhos preparatórios para o Exame da própria OAB?
    Em Goiás, na Operação Passando a Limpo, da Polícia Federal, foram presos os próprios conselheiros da OAB que estavam envolvidos com o Exame de Ordem!

  • LeOnArDo PiRiS TuCan // Junho 3, 2008 às 3:10 pm

    Outra pergunta: os conselheiros da OAB, que defendem o Exame de Ordem, podem ser proprietários, dirigentes ou professores dos Cursos de Direito, que aprovam esses mesmos bacharéis que depois serão reprovados pelo Exame de Ordem??

  • LeOnArDo PiRiS TuCan // Junho 3, 2008 às 3:11 pm

    Portanto, esses mesmos “professores”, que aprovam os bacharéis, em nossos cursos jurídicos, vestem depois a máscara de conselheiros da OAB, e dizem que os bacharéis são despreparados, e por isso devem ser impedidos de advogar!!!!

  • LeOnArDo PiRiS TuCan // Junho 3, 2008 às 3:15 pm

    sociedade precisa compreender que a prrova exigida pela OAB dos bacharéis em Direito não avalia quem é bom ou mau advogado. Em nenhuma outra profissão há tal avaliação.
    O que ocorre é uma arbitrária e injusta reserva de mercado criada pela OAB, impedindo que aproximadamente dois milhões de bacharéis trabalhem em todo Brasil.
    Quem conclui uma faculdade de Medicina, Engenharia ou Jornalismo possui uma profissão. E quem se forma em Direito? Para a OAB não passam de ignorantes incapazes de êxito em uma “provinha” e, portanto, inaptos ao exercício profissional. Vale arriscar dizer que muitos advogados em exercício, inclusive da cúpula da OAB, não a fizeram e, caso a fizessem, não passariam.

  • LeOnArDo PiRiS TuCan // Junho 3, 2008 às 3:18 pm

    É de todo pertinente perguntar:

    E quem fiscaliza a OAB??

    Ao compulsar o noticiário do Correio Braziliense, verifica-se que todo dia a OAB se reveste no (tirano?) poder de fiscalizar pessoas, autoridades, órgãos, eleições, entidades, fazer lista negra (fascismo?), intrometer-se em concursos públicos, intitular-se MEC, intervir até no Ministério Público Federal, e, recentemente, pedir controle da PF… a OAB se intitula Quarto Poder, mais intocável e inquestionável que o próprio STF, guardião de nossa Constituição-cidadã… no entanto não se permite ser censurada, como se representante da moralidade fosse. A questão é: e quem fiscaliza, controla a OAB? Quem coloca freios naquela entidade que ao que parece tudo pode? Quem combate as irregularidades notoriamente existentes na “entidade sui generis” autarquia/conselho/sindicato/clube OAB? Quem intervém no Exame da Ordem? É esse o órgão que, dizendo agir em nome da ética e da moralidade, aumentou o grau de dificuldade das provas do Exame da Ordem a ponto de não deixar ninguém passar? É essa a entidade que se julga merecedora de avaliar/reprovar a esmagadora parte dos bacharéis de direito, impedindo-os de fazerem parte de seus quadros? Com que direito? Com que moral???

  • LeOnArDo PiRiS TuCan // Junho 3, 2008 às 3:19 pm

    NÃO AO EXAME DA ORDEM! Quanto mais advogados no mercado de trabalho, maior será o acesso à Justiça, menor será o valor dos honorários advocatícios, mais rapidamente se resolverão os conflitos sociais! Não à reserva ilegal de mercado! Essa não é a função de um conselho profissional, cuja únicas e precípuas finalidades são a defesa dos interesses da classe e fiscalização do exercício profissional, sem fins lucrativos…

  • LeOnArDo PiRiS TuCan // Junho 3, 2008 às 3:31 pm

    Rogo a Deus, que ilumine os políticos, e que a CCJ, Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal, que designe Relator para o projeto e que este promova uma audiência pública, a fim de que conselheiros da OAB, bacharéis, reitores e professores possam discutir o assunto com a profundidade que ele merece. E, claro, com a urgência que o assunto exige, pois é mais de um milhão e quinhentos mil jovens graduados em direitos neste limbo quase infernal humilhantes.

  • LeOnArDo PiRiS TuCan // Junho 3, 2008 às 3:36 pm

    Faço aqui outro questionamento. Do que é feito o mito OAB?

    Acredito que a OAB, em todo o país, seja feita basicamente de um pequeno grupo que manipula o prestígio, o poder econômico e, conseqüentemente, o poder político da entidade. Ah! Sim, é claro. São bastante eficientes neste sentido. Faço aqui uma ligeira simplificação para poder dizer o que é o fenômeno OAB. 1) Organização. 2) Dinheiro. 3) influência política.

  • LeOnArDo PiRiS TuCan // Junho 3, 2008 às 3:42 pm

    O grande problema é que, com raríssimas exceções, vemos a OAB como um monstro invencível e intangível. Nós esquecemos que a OAB, mais do que qualquer outra organização, precisa viver sob o manto da legalidade. A pergunta é: De onde vem todo o poder da OAB? Não é preciso um exercício mental muito acima do QI médio para perceber que o poder da OAB se sustenta sobre um tripé, que é: 1) Tradição – A OAB arroga ser a grande defensora da sociedade. Manifesta sua opinião sempre na grande mídia a respeito de qualquer fato político relevante simplesmente para ganhar espaço na imprensa e prestígio junto à classe política, ou seja, fazem o jogo sujo da politicagem. Neste particular a Ordem dos Advogados, devo confessar, é bastante eficiente; 2) Fazem o jogo do macaco que bate e esconde a mão. Quero dizer exatamente com isso que a OAB manipula covardemente os resultados dos exames para a partir deles colocar a grande mídia contra as universidades. Com isso pretendem criar um fato político para pressionar o MEC a fechar universidades e conferir à OAB o sacrossanto direito, quase divino, de guiar os destinos da categoria, fiscalizando desde a formação do aluno, até o exercício da profissão pelo advogado. 3) Usam os próprios bacharéis em direito e sua inércia e falta de organização para prejudicar os mesmos bacharéis. Somos os maiores interessados, mas não nos dão o direito de opinar sobre os métodos de avaliação nos exames, assim como não nos dão oportunidade de participar de nenhuma decisão relevante que possa mudar a realidade injusta na qual todos nós vivemos.

  • LeOnArDo PiRiS TuCan // Junho 3, 2008 às 3:48 pm

    Esta entidade fala com orgulho dos altos índices de reprovação, ofende os bacharéis apelidando-os de porcarias e incompetentes, mas não fala das falcatruas e dos escândalos em que supostamente alguns dos seus dirigentes estão envolvidos,

  • LeOnArDo PiRiS TuCan // Junho 3, 2008 às 3:51 pm

    Gravações reforçam a fraude …

    Conversas telefônicas obtidas pela Polícia Federal (PF), depois da quebra do sigilo, constituem a principal evidência de fraude na aprovação de candidatos que fizeram o exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Goiás. Negociações sobre inclusão de nomes em listas de beneficiados, transações de dinheiro, repasse de conteúdo das provas e informações minuciosas sobre a atuação dos principais acusados fazem parte do teor das conversas, referentes a um período de sete meses. Além dos diálogos, a PF gravou encontros entre aliciadores e candidatos interessados em comprar a aprovação no exame de ordem. Documentos como recursos apresentados por candidatos posteriormente à inclusão dos nomes na lista de aprovados também serviram de prova no inquérito policial.
    Com o dinheiro da fraude, uma das acusadas, teria comprado dois carros CrossFox, da Volkswagen,

  • LeOnArDo PiRiS TuCan // Junho 3, 2008 às 3:54 pm

    Soa como você colocar uma raposa pra cuidar do galinheiro: está na cara que a OAB não está interessada em qualidade coisa nenhuma, está interessada em impedir a explosão de advogados no mercado. Se a OAB realmente estivesse querendo excelência, estipularia esse exame para todos os seus afiliados de 4 em 4 anos. Não quero colocar em cheque o conhecimento do presidente da OAB-MT e de seus pupilos, mas dificilmente eles topariam o desafio de fazer esse exame, novamente. É o caso típico dos que atam o lombo alheio com fardos pesados, que eles não se atrevem ao menos a tocar com os dedos. Mas, tá certo: “farinha pouca, meu pirão primeiro.”

  • LeOnArDo PiRiS TuCan // Junho 3, 2008 às 3:56 pm

    Dizer que o exame da ordem serve para avaliar um curso de Direito ou mesmo o conhecimento de um aluno é uma afronta aos que se dizem ser homem de ciência. Este exame da Ordem não prova nem avalia nada. Aliás, prova uma coisa: que a OAB esta rasgando a Constituição ao impedir o livre exercício da profissão a advogados legalmente habilitados a exercê-la, pois quem qualifica é o currículo mínimo definido pelo MEC.

  • LeOnArDo PiRiS TuCan // Junho 3, 2008 às 3:57 pm

    Este exame virou uma galinha dos ovos de ouro, servindo a três propósitos: encher os cofres da OAB, reserva de mercado e fomento da indústria de preparação para o próprio exame. Para sustentar o exame, a OAB está constantemente abastecendo a grande mídia enxovalhando a qualidade do ensino, premissa usada para justificar o engodo que é o exame. A OAB posa de estilingue: acusa, mas não propõe solução, se mostra incompetente até para elaborar o próprio exame (contratou a UNB).

  • LeOnArDo PiRiS TuCan // Junho 3, 2008 às 4:31 pm

    Em primeiro lugar, quanto ao exame de ordem: 1) será essa uma forma correta de avaliar a capacidade dos bacharéis, para o desempenho das atividades de advogado? 2) será que essa avaliação pode substituir as dezenas de provas a que os alunos se submetem, durante todo o curso jurídico? 3) qual seria o índice de reprovação, se a esse exame fossem submetidos advogados, promotores, juízes, conselheiros da própria Ordem, professores de Direito, procuradores, etc., todos com dez, vinte ou trinta anos de prática jurídica, e de reconhecida capacidade profissional? 4) se em qualquer concurso jurídico existe a fiscalização da OAB, como no caso da magistratura (CF, art. 93, I) e do Ministério Público (CF, art. 129, parágrafo 3º), não deveria o exame de ordem ser fiscalizado por representantes do Judiciário, do Ministério Público, e das Universidades? 5) considerando-se que esse exame é, na verdade, um “concurso para advogado”, com a peculiaridade de que não se sabe quantas vagas existem, porque é eliminatório, e não classificatório, seria possível evitar a influência, nos seus percentuais de reprovação, dos interesses corporativos da classe dos advogados e dos interesses políticos dos dirigentes da Ordem?

  • LeOnArDo PiRiS TuCan // Junho 3, 2008 às 4:44 pm

    EXAME DE ORDEM: ESTELIONATO OU EXTORSÃO?????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????

  • LeOnArDo PiRiS TuCan // Junho 3, 2008 às 4:50 pm

    Como de costume, é mais fácil atacar os efeitos do que as causas. É mais fácil atacar o indeterminado do que o determinado. É mais fácil atacar o mais fraco do que o mais forte.

    Isto é covardia! Não pode jamais ser creditada tal demonstração de tirania à digna instituição, ou seja, à OAB. São as pessoas que agem em nome da instituição, que, não se sabe porque, acabam, muitas vezes até movidas pelos mais puros ideais, ferindo e desrespeitando aquilo que elas tem como dever proteger – a dignidade da pessoa humana.

  • Ernesto Wilke Hochmuller // Junho 4, 2008 às 9:34 am

    O que chama a atenção dos bacharéis em Direito é que somente a OAB tem essa exigência. Para ingressar no mercado de trabalho obriga o cidadão a se submeter a um exame que já se tornou detestável pela forma equivocada de aplicação e por falta de transparência na formulação das questões e na própria avaliação. O princípio está errado e os bacharéis consideram a Ordem uma oligarquia. Segundo eles, quem manda são velhos advogados, com escritórios riquíssimos, tocados por “escravos estagiários” e levam a causa com o nome deles, o que é lamentável no nosso sistema judiciário. Então eles não admitem que novos advogados venham ao mercado competir por clientes, ante um mercado já difícil. O Estado está cada vez mais amparando o necessitado. Então, por que não fazem exame para médicos, dentistas, etc., que matam o paciente? O advogado, no máximo, deixará o cliente na cadeia, mas o recurso repara tudo. Se o médico mata, não tem recurso para trazer o infeliz de volta. E parece que tem gente que não vê isso.

  • Ernesto Wilke Hochmuller // Junho 4, 2008 às 9:38 am

    O recém-bacharel prepara-se tendo como parâmetro o currículo cursado na faculdade, com aulas ministradas, senão por desembargadores, promotores de Justiça e juizes, por, em sua maioria, membros da própria OAB. Sendo assim, é improvável que o que os alunos aprendem na faculdade seja tão diferente daquilo que se deveria exigir na prova. Um simples pensamento, conhecido desde os tempos do ensino médio vale aqui mencionar: se mais da metade da turma reprova – que é o caso – a culpa não é só do aluno ou da instituição e, sim, do professor (banca formuladora do exame) e da prova que está sendo mal aplicada!

    Diante disto, e, mais, da função precípua do exame, espera o aspirante a advogado, razoavelmente, que lhe indaguem acerca dos temas clássicos da matéria escolhida, as teses pacificadas e as correntes hermenêuticas em voga. Além de tal exigência, certamente os recém-egressos das faculdades desconhecem detalhadamente a matéria.

    Contudo, a banca formuladora parece ter se esquecido desses aspectos ao elaborar a prova. Excedeu-se naquilo que razoavelmente poderia exigir de um recém bacharel. Exigiu, de forma descabida, o conhecimento que nenhuma faculdade, nem mesmo a experiência profissional, como estagiário, poderia fornecer ao candidato.

  • Ernesto Wilke Hochmuller // Junho 4, 2008 às 9:41 am

    Ninguém parece perceber, mas o EXAME DA ORDEM transformou-se numa industria. Indústria que precisa ser combatida, porque não traz benefícios ao país. E diria mais: por que não adotarmos uma sistemática onde o exame de ordem seja realizado sem nenhum ônus para o bacharel de direito e que sirva apenas para indicar o desempenho individual e da instituição de ensino – a exemplo do que ocorre no “provão”?

  • Ernesto Wilke Hochmuller // Junho 4, 2008 às 9:45 am

    Não é razoável, justo ou equilibrado que a OAB seja a única instituição representante de categoria profissional a não valorizar o diploma emitido por uma instituição de ensino de nível superior, regularmente e oficialmente reconhecida no país. Não é razoável que o exame da ordem seja colocado num patamar de decisão sacramental acerca do que é ou não é aptidão para o exercício da profissão de advogado, mediante aplicação de um exame que nada avalia e nada mede, senão a probabilidade e a sorte. Com isso, ignora o papel do MERCADO DE TRABALHO, na seleção dos profissionais. O exame de ordem não resolve, por exemplo, a questão da plasticidade moral do advogado, que a tudo transforma em “questão jurídica”, transformando o direito num balcão de negócios.

  • LUIS SMIDT - RS // Junho 4, 2008 às 9:51 am

    A OAB não é instituição de ensino e o Exame de Ordem não qualifica profissionalmente o bacharel em Direito. Ela não pode, arbitrariamente, assumir a competência que não lhe pertence. O Exame de Ordem não pode ser confundido com um concurso público, porque o advogado, no exercício de sua profissão liberal, não exerce cargo ou emprego público. Poderá, eventualmente, submeter-se, o advogado, ou até mesmo o bacharel, não inscrito na OAB, aos concursos públicos da área jurídica, como os da magistratura e do Ministério Público.

  • LUIS SMIDT - RS // Junho 4, 2008 às 9:53 am

    Na prática, o Exame de Ordem vem sendo utilizado, pela OAB, como um mecanismo de exclusão dos profissionais formados pelas nossas instituições de ensino superior, visando garantir o mercado de trabalho aos atuais inscritos. Alegando a mercantilização do ensino e o baixo nível de qualidade de muitos cursos jurídicos, a OAB criou um concurso para advogado, usurpando as competências das instituições de ensino superior e do Ministério da Educação e Cultura (MEC).

  • LUIS SMIDT - RS // Junho 4, 2008 às 9:54 am

    A imprensa, infelizmente, divulga, quase com exclusividade, o “discurso” da OAB, em defesa do Exame de Ordem, sem permitir a divulgação das opiniões jurídicas contrárias.

    Para que fosse mantido o respeito à Constituição, bem como à imparcialidade e à veracidade das informações jornalísticas, essencial em um regime que se pretende seja republicano e democrático, os dirigentes da OAB deveriam sair de seu isolamento, para contestar os nossos argumentos jurídicos, e a imprensa deveria divulgar as opiniões contrárias ao Exame de Ordem, e programar a realização de uma completa reportagem a respeito desse Exame, para que fossem ouvidos os dois lados interessados na questão: os dirigentes da OAB e os bacharéis impedidos de trabalhar pelo Exame de Ordem

  • Rudiney Renner - 04/06/2008 // Junho 4, 2008 às 9:58 am

    Na minha opinião, o Exame de Ordem não avalia, corretamente, a capacidade profissional do bacharel em Direito. Os critérios utilizados na elaboração e na correção das provas o transformaram em um verdadeiro instrumento de exclusão social.

    Na minha opinião, o Exame de Ordem também não é capaz, muito menos, de avaliar a honestidade ou a ética de quem quer que seja. É um absurdo inominável afirmar que esse Exame avalia a ética do bacharel em Direito, para que a sociedade possa contar com “um advogado melhor dotado de princípios éticos” e “merecedor da confiança dos brasileiros”.

  • Rudiney Renner - 04/06/2008 // Junho 4, 2008 às 10:01 am

    -> O profissional sempre teve e sempre terá um lugar cativo no mercado de trabalho. Deixemos que a sabedoria do mercado selecione os melhores – é assim que se procede na vida, no dia-a-dia, o que é precisamos corrigir de uma forma coerente. Nada contra a organização. Eu acho que as entidades de classe e os sindicatos têm um papel importante. Mas a injustiça que é feita, a cassação sumária do diploma do estudante, do acadêmico que se forma, é uma coisa absurda

  • Flavio Bondioli Gouvêia // Junho 4, 2008 às 4:53 pm

    O Exame de Ordem é inconstitucional materialmente porque afronta o Art. 5º, caput, que determina o Principio da Isonomia, ou seja, como o sábio Aristóteles definiu “tratar os iguais igualmente e os desiguais de forma desigual de maneira a promover igualdade”. Todos, repita-se, todos os bacharéis com seu Diploma válido se inscrevem em seus Conselhos Federais, Autarquias responsáveis pela fiscalização do Exercício Profissional, para o que, recebem anuidades, verbas para-fiscais autorizadas pelo Ente Público. A única exceção dentre todos é o bacharel em Direito, cujo Conselho aplica uma prova suplementar, um requisito previsto no Art. 8º, inciso IV da Lei 8.906/94, o Exame de Ordem.

  • Flavio Bondioli Gouvêia // Junho 4, 2008 às 4:55 pm

    Hoje, o colega Luciano Cavalheiro advoga há mais de um ano SEM fazer o Exame de Ordem, com a decisão da 3ª Vara da Justiça Federal de Porto Alegre – Ação 2004.71.00.036913-3 – exarada pelo Excelentíssimo Juiz Federal Eduardo Vandré Oliveira Lema Garcia que destaca: “Inconstitucional a exigência do Exame de Ordem, há que se julgar procedente o pedido, de modo a assegurar a inscrição perante o quadro de advogados da OAB, RS”. Interpostos recurso e agravos pela OAB/RS, foram todos rejeitados pelo Desembargador Federal do TRF4, Excelentíssimo Doutor Edgar Antonio Lippmann Júnior.

  • Flavio Bondioli Gouvêia // Junho 4, 2008 às 4:58 pm

    Resta mais ainda uma obrigação fundamental de responsabilidade capital para a OAB, que promova para aqueles que não conseguirem lograr o mínimo adequado ao imediato exercício da profissão, absolutamente por estar em erro invencível por culpa exclusiva de terceiros, não a punição, mas os meios adequados e acessíveis a fim de que, todos estes vitimados possam ser reintegrados o mais rápido possível ao pleno exercício da digna profissão que escolheram – a de Advogado e que possam, assim, recuperar a sua dignidade, como pessoas e como profissionais.

  • OTAVIO KELLERMANN // Junho 5, 2008 às 2:07 pm

    Não se pode esquecer que existem centenas de milhares de bacharéis em Direito que estão sendo impedidos de trabalhar, em decorrência desse Exame inconstitucional, que se transformou em verdadeiro instrumento de exclusão social, atendendo apenas aos interesses corporativos da OAB. Não se pode esquecer, também, que muitos desses bacharéis, evidentemente, por não possuírem a carteira da Ordem, estão sendo forçados a trabalhar, na advocacia, irregularmente, em troca de salário vil. São aqueles que se encontram no chamado “limbo”: não são mais estagiários, mas também não são, ainda, advogados.

  • Nelson Oscar Cahali // Junho 6, 2008 às 3:20 pm

    Olha so como é as coisa em nosso Brasil…
    É bom se deixar claro que o Exame de Ordem não representa nenhuma espécie de qualificação profissional, e sim, de exclusão profissional. Outra
    questão que levanto para a discussão é a do por quê que um médico fez um curso extremamente longo, depois mais dois anos da chamada residência e depois, está apto conforme sua especialidade para “trabalhar” com a vida de outros seres humanos, seja receitando medicamentos ou efetivando procedimentos cirúrgicos muitas vezes complexos? E o que dizer de um piloto de avião comercial que transporta centenas de vidas diuturnamente em todo o mundo e o que lhe é exigido para conseguir o seu brevê (habilitação de piloto) é um número mínimo de horas de vôo no qual, se
    presume, está embutido toda a gama de situações que um aeronauta pode passar na sua profissão.

  • Nelson Oscar Cahali // Junho 6, 2008 às 3:26 pm

    Enfim, tem que acabar com todo esse comércio que gira em torno do exame da OAB…
    Isso não pode ser NEGOCIO que envolva dinheiro… Pois estão se referdindo de milhões de pessoas (Bacharéis em Dirieto) que são brasileiros e pagam altos IMPOSTOS…

    -> Infelizmente CORRUPÇÃO no Brasil se explica…

    FIM DA PROVA
    FIM DA RESERVA DE EMPREGO

  • Nelson Oscar Cahali // Junho 6, 2008 às 3:44 pm

    É evidente, que os que já exercem a profissão e que já se encontram estabelecidos em seus escritórios buscam meios para impedir que novos profissionais adentrem no mercado. Isso é mais do que normal e até compreensível.

  • Nelson Oscar Cahali // Junho 6, 2008 às 3:47 pm

    Então, vamos descredenciar todas as universidades e dizer assim: “Estude! Não precisa pagar universidade, não precisa submeter-se a exames e a cursinhos! Basta você, no caso específico de advogado, fazer somente uma prova na OAB, que está tudo resolvido”. É uma contradição! Chamo a atenção do País para essa injustiça. Penso que o sindicato está usurpando o direito do estudante e o direito das universidades em credenciar seus estudantes para o exercício da profissão.

  • Nelson Oscar Cahali // Junho 6, 2008 às 3:51 pm

    O estudante senta no banco da escola, da faculdade, estuda por longos cinco anos, antes faz o vestibular, já vem num processo de avaliação desde o início de sua carreira de estudante, e aí o sindicato dos advogados diz: “O título que você recebeu na universidade, para o qual você teve de estudar por longos anos, não vale. Só pode exercer a atividade profissional que a faculdade ou a universidade lhe concedeu se fizer mais uma prova do nosso sindicato”. Que critério injusto!

  • Sheila Vonpobel - Santa Catarina - Brasil // Junho 8, 2008 às 1:45 pm

    Olha so a Oab PRA ONDE VAI NOSSO DINHEIRO…. QIEREMOS SABER…
    Inicialmente, analisemos os valores obtidos com as taxas de inscrição. São cerca de 20 mil candidatos em média fazendo exame 3 vezes por ano. Em São Paulo a taxa é de R$ 180,00. Arrecadação média portanto de R$ 3.600.000,00 a cada exame e de R$ 10.800.000,00 por ano. Aí a pergunta: para onde vai este dinheiro todo??? Há ainda os cursinhos preparatórios, com mensalidades via de regra superiores as mensalidades das Universidades. Quanto arrecadam??? Quem passa para a 2ª fase recebe em casa ligação de cursinhos “convidando” para se preparar. E aí a pergunta: onde estes cursinhos obtêm o telefone dos candidatos? Só podemos afirmar que é muito, muitíssimo dinheiro arrancado criminosamente do bolso de um cidadão – que em sua esmagadora maioria – pagou 5 anos de mensalidades à uma Universidade, gastou com livros, xérox, transporte, alimentação e incomensuráveis horas roubadas de seu sono, lazer e família

  • Sheila Vonpobel - Santa Catarina - Brasil // Junho 8, 2008 às 1:50 pm

    Quando falamos que o exame é imoral, há vários prismas a serem analisados: Os valores das taxas para fazer o exame e dos cursinhos, a identidade secreta dos profissionais do Direito que formulam as perguntas e as próprias perguntas na primeira fase do exame, os percentuais díspares de aprovação, etc.

  • Sheila Vonpobel - Santa Catarina - Brasil // Junho 8, 2008 às 1:51 pm

    O exame é imoral, há vários prismas a serem analisados: Os valores das taxas para fazer o exame e dos cursinhos, a identidade secreta dos profissionais do Direito que formulam as perguntas…

  • Roger Silveira // Junho 10, 2008 às 4:04 pm

    Os médicos jamais serão considerados açougueiros, retalhadores de carne humana por não terem sido submetidos a exames de suficiência, mormente em se tratando de compara-los a um advogado que poderá causar prejuízos exorbitantes aos seus clientes, se não for avaliado em exame de ordem.

  • Roger Silveira // Junho 10, 2008 às 4:06 pm

    O mesmo pode ser dito com relação à queda do Edifício Palace II, no Rio de Janeiro, já que tal situação não decorreu da falta de exames de suficiência para os engenheiros responsáveis pela obra, mas sim, pelo que é noticiado, pela utilização de areia da praia ao invés de areia de cava.

  • Roger Silveira // Junho 10, 2008 às 4:09 pm

    Encerro meu posicionamento com as palavras…
    - “De tanto ver triunfar as NULIDADES, de tanto ver prosperar a DESONRA, de tanto ver crescer a INJUSTIÇA, de tanto ver agigantar-se o poder nas mãos dos MAUS, o homem chega a RIR-SE da honra, DESANIMAR-SE da justiça, e TER VERGONHA de ser honesto”! (RUI BARBOSA).

  • Roger Silveira // Junho 10, 2008 às 4:14 pm

    “Quando o Estado é fraco e os governos débeis, triunfam os poderes fáticos e os grupos de interesses corporativos, sempre sob invocação da autonomia da “sociedade civil”, bem entendido. Invocação despropositada neste caso, visto que se trata de entes com estatuto público e com poderes públicos delegados. Como disse uma vez um autor clássico, as corporações são o meio pelo qual a sociedade civil ambiciona transformar-se em Estado. Mais precisamente, elas são o meio pelo qual os interesses de grupo se sobrepõem ao interesse público geral, que só os órgãos do Estado podem representar e promover” (Vital Moreira).

  • Franklin Marcacinni de Campos // Junho 10, 2008 às 4:27 pm

    A faculdade forma o Bacharel, enquanto o exercício (PRÁTICA) da advocacia forma o profissional.
    contesto a aplicação de exames de suficiência por entidades de classe que não possuem autonomia constitucional ou mesmo legal para tanto, cerceando o exercício profissional de cidadãos brasileiros, qualificados na forma da lei.
    Demonstra que a aplicação de Exames de Ordem visa, quase que exclusivamente, impedir o acesso de novos profissionais ao já disputado Mercado da Advocacia, apondo uma questão de qualidade do ensino como mero argumento retórico, de uma corrente que prega um ideal fundamentalista com extremo ranço corporativo, apenas preocupada com o êxito pretendido, qual seja, o de promover uma indevida, ilegal, inconstitucional e injusta RESERVA DE MERCADO.
    FIM URGENTE!!! Dessa prova…

  • Franklin Marcacinni de Campos // Junho 10, 2008 às 4:46 pm

    Registra-se, por oportuno, que o advogado Luiz Flávio Borges D’Urso, presidente da Seccional Paulista da OAB já declarou que ele próprio seria reprovado se fosse submetido ao atual exame de ordem, fato este extremamente curioso.
    Os diversos profissionais relacionados acima certamente irão se manifestar contrários à submissão a novos exames de suficiência, e com toda a sorte de argumentos, afinal, quem já foi constitucional e legalmente qualificado em termos profissionais não cabe ser avaliado para fins de limitação do exercício profissional.
    http://www.profpito.com.br

  • Franklin Marcacinni de Campos // Junho 10, 2008 às 5:01 pm

    É consenso geral o de que se todos os advogados militantes do País (aí incluídos obviamente os dirigentes da OAB) fossem submetidos aos exames do modo como são realizados, pelo menos metade reprovaria. Pelo menos.

  • Márcia Cristina de Campos // Junho 10, 2008 às 5:05 pm

    Por trás das provas, hoje, é a da “pegadinha”, o da sacanagem, o da reprovação. O do terror, em suma.
    A prova objetiva está sempre coalhada de perguntas de interpretação dúbia, ou que escondem armadilhas, ou, ainda, que abordam assuntos rigorosamente fora do dia-a-dia de qualquer advogado. Já entrou para o folclore uma questão, de direito marítimo, inserida na prova de dezembro de 2004. Ninguém do mundo jurídico sabia a resposta, salvo os professores da área. Consultei desembargador aposentado, promotores de justiça, procurador da república, etc. Ninguém. E mais, não consegui achar nenhum profissional que alguma vez – uma única que fosse – tivesse se deparado com uma situação concreta envolvendo o assunto.

  • Márcia Cristina de Campos // Junho 10, 2008 às 5:20 pm

    http://www.mnbd-rs.com.br

  • Adriano G. Fries - SP // Junho 11, 2008 às 10:03 am

    Caros Amigos:

    Gostaria de compartilhar com voces, a minha opinião sobre o exame de ordem:

    1 – As pessoas que criaram este exame, em sua maioria, não o prestaram, pois são advogados que se inscreveram antes da obrigação;

    2 – Este exame é uma mina de dinheiro, imaginem 5.000 candidatos por ano no estado de S.P, pagando uma inscrição de R$. 180,00;

    3 – Existe uma industria do curso preparatório, imaginem quantas pessoas ganham dinheiro, prometendo te preparar o tal exame;

    4 – Existe uma outra industria dos livros e apostilas que prometem te preparar para este exame;

    5 – Note na porta dos locais de exame, os cursinhos oferecendo brindes e até mesmo água mineral para os possíveis candidatos da segunda fase, eles chegam a absurdo de se empurrarem para chegar até voce;

    Se a Constituição foi redigida para ser desrespeitada, vamos rasgar a mesma
    e voltar a viver numa sociedade em que os que podem mais (OAB) fazem o que bem entendem.

  • Adriano G. Fries - SP // Junho 11, 2008 às 10:14 am

    É expressiva e oportuna a colocação do jornalista Gilberto Dimenstein, na Folha de São Paulo:
    “ O mais perverso disso tudo é que esses bacharéis reprovados no Exame da Ordem, ainda que paradoxalmente, são Heróis.
    Sobreviveram à “seleção natural” da escola pública, concluíram o ensino médio- provavelmente à noite, afinal, trabalham de dia e pagaram mensalidades durante vários anos para estudar numa faculdade particular.”

  • Adriano G. Fries - SP // Junho 11, 2008 às 11:32 am

    Respeito à Dignidade do Bacharel em Direito.
    O grau de dificuldade supera o patamar das provas de concurso para as carreiras de Estado. A continuar o ritmo de crescente dificuldade nas provas.
    Não se pode esquecer que existem centenas de milhares de bacharéis em Direito que estão sendo impedidos de trabalhar, em decorrência desse Exame inconstitucional, que se transformou em verdadeiro instrumento de exclusão social, atendendo apenas aos interesses corporativos da OAB.

  • Sérgio Bueno Ottssuka // Junho 11, 2008 às 2:52 pm

    As camadas mais pobres que hoje passam ao largo dos escritórios por falta de ter dinheiro para pagar honorários cobrados até pelo “BOM DIA” da secretária.
    Em breve, advogados serão profissionais acessíveis a todos, todos poderão lutar por seus direitos de consumidor, de trabalhador e de cidadão sem preocupação com os honorários a pagar.
    Isto vai mudar. Esta mudando.
    O Brasil não PERTENCE a (Oab) e sua Máfia.
    Empregos para todos – Fim da RESERVA DE MERCADO.

  • Cristine Peixoto // Junho 11, 2008 às 4:06 pm

    Eu não posso ser nem a favor e nem contrária ao exame de ordem.
    Como cidadão tenho que respeitar a Carta Politica. Nela encontramos os requisitos para o exercício profissional. Desta forma o exame de ordem é inconstitucional, não podendo a OAB/RS selecionar e dizer quem é apto ou não a militância da advogacia.
    Se as Faculdades e Universidades são um fracasso, porque não se fecha tais cursos?
    O que não pode persistir é o estelionato educacional.
    Se o exame de ordem é par um, teria que ser para todos, inclusive para os advogados que não prestaram exame.
    E ai, será que todos passariam?
    Outro aspecto importante, é que não se deve comparar o exame de ordem com concurso público. Se aprovados no exame, temos que ir trabalhar sem remuneração, já no concurso público vcÊ recebe um bom salário!!!!
    Para tal situação, concurso público, só resta selecionar, agora para militar na advocacia fazer exame?
    É patético!
    O bom profissional tem mercado garantido, o mau profissional quem seleciona é a própria popuilação.
    Graças a Deus, e a pessoas inteligentes, ninguém pode ser punido sem antes ter cometido alhum erro.
    Vamos lutar contra o exame de ordem, se não lutarmos por nosso direito, não temos direito de lutar pelo direito alheio.

  • LUCIANE SILVA MUNIZ // Junho 11, 2008 às 5:09 pm

    FIM DESSE EXAME – URGENTE!!!
    Fim da Reserva de Mercado…
    Precisamos repensar a lógica do exame de ordem e a quem realmente ele beneficia??? R$ / R$ / R$
    Seria o Exame de Ordem uma forma de Reserva de Mercado??? R$ / R$ / R$
    Estaria o Exame de Ordem servindo apenas a uma minoria de editoras e cursinhos preparatórios??? R$ / R$ / R$
    O argumento de que o Exame de Ordem fornece respeito à profissão é certamente falacioso.
    Primeiramente porque as outras profissões, inclusive médicos e engenheiros, não submetem seus bacharéis a tal exame, e não há quem negue a respeitabilidade dos médicos e engenheiros, nem tampouco negue que se o advogado lida com situações de muita importância na vida das pessoas, os médicos têm a vida em suas mãos, e os engenheiros são responsáveis por todas edificações, um erro bastaria para matar milhares…

  • Ricardo Danitin -RS // Junho 11, 2008 às 5:16 pm

    Consideremos os seguintes pontos:
    ->Se há reclamações contra advogados atuantes no mercado, isso não inclui os bacharéis que ainda nem começaram a advogar.
    ->Se o Exame de Ordem fosse eficaz como dizem ser, não haveria mau advogado no mercado de trabalho.
    ->Se o Exame de Ordem não é confiável quando aprova, também não o é quando reprova.

  • Ricardo Danitin -RS // Junho 11, 2008 às 5:26 pm

    Bacharéis, Advogado por Direito!!
    VAMOS NOS UNIR! VAMOS LUTAR! VAMOS FAZER CUMPRIR A CONSTITUIÇÃO! VAMOS DAR EXEMPLO DE CIDADANIA LUTANDO POR UM DIREITO QUE É NOSSO, PRINCIPALMENTE POR TERMOS O DEVER ÉTICO DE CUMPRIR OS DITAMES LEGAIS, JÁ QUE A OAB E DEMAIS ÓRGÃOS COMPETENTES IMPEDEM DE FORMA DITATORIAL O DIREITO DE EXERCER A NOSSA PROFISSÃO E INSISTEM EM DESCUMPRIR A NOSSA CARTA MAIOR.

  • Tamara // Junho 12, 2008 às 3:22 pm

    A experiência demonstra que uma pessoa torna-se um bom advogado acumulando conhecimento ao longo dos anos, tomando por base o que aprendeu na faculdade e no próprio exercício (prática) da profissão

  • Gilberto Heinze Lasilis // Junho 12, 2008 às 4:26 pm

    O exame de ordem fosse tão necessário e suficiente, para garantir a qualificação profissional, os ADVOGADOS ANTIGOS deveriam fazer esse TAL Exame, também.
    Fica lançado, aqui, uma vez mais, o DESAFIO: submetam-se, nobres conselheiros da OAB, em todo o Brasil, ao exame de ordem, na primeira oportunidade. Esse exame deverá ser realizado, no entanto, por uma instituição SÉRIA e independente, dessas que são especializadas na realização de concursos públicos.
    Se vocês forem aprovados, prometo que mudo de opinião, a respeito do exame de ordem, e que nunca mais escreverei CONTRA ESTE EXAME. No entanto, se forem reprovados, ficarão impedidos de exercer a advocacia e deverão, também, logicamente, renunciar aos seus cargos, nos Conselhos da OAB.
    E, de quebra, pedirão DESCULPAS a todos os candidatos reprovados nos exames de ordem.

  • Gilberto Heinze Lasilis // Junho 12, 2008 às 5:04 pm

    O Exame de Ordem:——————–
    Algumas Indagações:
    1-) É de se perguntar: quer dizer que eles estão enganando as pessoas, quando expedem o diploma de qualificação profissional?
    2-) Qual seria a profissão dos cidadãos que concluem o Curso de Direito?
    3-) Ao contrário do que dita a OAB do Brasil, na Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile, Equador e Venezuela, a única exigência que existe para ser advogado é que a pessoa seja licenciada em direito.
    ——————————————-
    SERÁ????
    QUE O —– Sol nasce para todos, ou apenas para ALGUNS??????

  • Gilberto Heinze Lasilis // Junho 12, 2008 às 5:09 pm

    Acredito que, com mais Advogados-Bacharéis, a paz social será maior, uma vez que está mais do que evidenciado que esse Exame não é uma Solução, mas sim um PROBLEMA.
    Claro que precisamos de qualidade profissional, mas os meios empregados, além de serem ilegais, imorais e antiéticos, são antipedagógicos: 100 (cem) questões objetivas, para responder em 5:00 horas; 5 (cinco) questões discursivas e uma peça processual para formular em 5:00 horas, sendo que o menor prazo processual constante no CPC, de que temos conhecimento, é o dos Embargos de Declaração, para os quais a Lei Civil Adjetiva, concede um prazo de 5 (cinco) dias, para a formulação da peça.

  • CLAUBER PETRINI // Junho 13, 2008 às 9:44 am

    O Exame de Ordem está sendo utilizado como uma Reserva de Mercado, para impedir que novos profissionais ingressem na atividade jurídica.
    É um ATO INESCRUPULOSO, ANÁLOGO, àquele ATO que chamamos e, FELIZMENTE, já ABOLIMOS, de ESCRAVIDÃO, pois é justamente isso que ocorre com, os MILHARES de BACHARÉIS EM DIREITO que, hoje, estão IMPEDIDOS, BARRADOS, PELA OAB, de exercer a ADVOCACIA.
    SÃO ADVOGADOS QUE NÃO QUEREM MAIS CONCORRENTES NO SEU JÁ TÃO RESTRITO MERCADO DE TRABALHO, A ADVOCACIA.

  • Sheila Vonpobel - Santa Catarina - Brasil // Junho 14, 2008 às 1:35 pm

    É triste viver no Brasil.
    Pois a Reserva de Mercado que existe hoje, prejudica milhões de bacharéis em direito.
    Acho que o grupinho da Oab parece não saber que a pratica do dia a dia é que faz um bom profissional.
    Mas como existem outros interesses por trás da prova como principalmente o DINHEIRO e a RESERVA DE MERCADO a sociedade e enganada por esta máfia.
    Senadores e Deputados acreditamos em vocês para acabar com a MAIOR de todas as INJUSTIÇAS DO BRASIL. FIM DO EXAME!!!

  • Sheila Vonpobel - Santa Catarina - Brasil // Junho 14, 2008 às 1:35 pm

    .
    Senadores e Deputados acreditamos em vocês para acabar com a MAIOR de todas as INJUSTIÇAS DO BRASIL. FIM DO EXAME!!!

  • Sheila Vonpobel - Santa Catarina - Brasil // Junho 15, 2008 às 3:04 pm

    Ou ACABA!!! para os Bacharéis ou Exame para TODOS os cursos no Brasil e também para os profissionais que não o prestaram…

  • CLAUBER PETRINI // Junho 16, 2008 às 5:33 pm

    -> FIM do Exame.
    -> FIM da Reserva de Mercado.

  • Marcos Antônio Hahens Coligis // Junho 17, 2008 às 4:42 pm

    FIM DA RESERVA DE MERCADO:
    POR ISSO, PDEDIMOS SOLIDARIEDADE A NOSSA LUTA (FIM DO EXAME – RESERVA DE MERCADO).
    QUEM NÃO TRATA COM RESPEITO E JUSTIÇA OS BACHARÉIS EM DIREITO, NÃO VAI TRATAR COM JUSTIÇA O CIDADÃO.

    MANISFESTO DOS BACHARÉIS EM DIREITO:

  • Marcos Antônio Hahens Coligis // Junho 17, 2008 às 4:54 pm

    #Essa estúpida exigência de que somente poderá exercer a profissão aquele que, ainda que diplomado, for aprovado em E$ame, querendo convencer de que tal exigência não tira a liberdade assegurada pelo inciso III do art. 5º da Constituição, lembra aquele ditado popular que afirma: “você é livre para casar-se, desde que o casamento seja com a Maria”.
    #Outro absurdo praticado pelos Conselhos ou Ordens (Oab), é a punição aos inscritos nos seus respectivos quadros, quando o inscrito não paga a anuidade exigida. #No caso específica dos causídicos, se o advogado não pagou a anuidade, o máximo que a OAB poderá fazer é executar o valor que julgar ser credora, nos termos do art. 646 e seguintes do Código de Processo Civil, jamais suspender ou cassar a carteira do advogado. Até mesmo porque assim agindo, ela não só estará privando o profissional de ganhar dinheiro e assim quitar a dívida, como também estará fazendo justiça com as próprias mãos, o que é contrário ao ordenamento jurídico pátrio, o que também desafia mandado de segurança.
    #ORIGEM DAS COPORAÇÕES.

    Ainda sobre os conselhos, é oportuno salientar que foram criados na era Vargas. A Ordem dos Advogados do Brasil, por exemplo, foi instituída pelo DECRETO Nº 19.408, de 18 de novembro de 1930 e regulamentada pelo DECRETO Nº 20.784, de 14 de dezembro de 1931.

    Como é por todos sabido, a década de 30 foi a mais fértil em Ditaduras que o mundo moderno conheceu: no Brasil, o qual fervilhava em convulsões sociais, tinha o Getúlio Vargas; na Argentina, o Peron; na Itália, Mussulini; na Alemanha, Hitler; na União Soviética, Stalin e assim por diante.

  • Marcos Antônio Hahens Coligis // Junho 17, 2008 às 5:00 pm

    #Mas hoje a realidade é outra: devemos honrar e prestigiar o Diploma, sobretudo o de Nível Superior.
    #Por isso devemos Gritar:
    #Abaixo os Exames!!!
    #Fora as Filiações Compulsórias!!!
    #Morte às Anuidades Obrigatórias!!!
    #Viva a Liberdade de Viver e de Trabalhar!!!

  • Ione da Silva Paz // Junho 18, 2008 às 3:11 pm

    Será que não Basta o grande número de Desempregado que Cresce todo dia no Brasil? Por que só os Bacharéis em Direito lhe é exigido o Exame de Ordem? Por que a OAB não exerce o seu dever em punir os maus profissionais.

  • Ione da Silva Paz // Junho 18, 2008 às 3:15 pm

    O que todos nós Bacharéis em Direito queremos é o resgate da nossa Cidadania e o Respeito e a Honestidade para com todos os Bacharéis, porque nós somos vitima de um Autoritarismo desenfreado por parte dos dirigentes da Oab e sua Máfia…

  • Ione da Silva Paz // Junho 18, 2008 às 4:01 pm

    E a fraude de meio milhão de reais contra a Caixa de Assistência dos Advogados do Estado do Maranhão continuam impunes e seus autores, apesar de indiciados pela Polícia Federal, continuam como dirigentes e conselheiros da OAB, confiantes na Impunidade e na política de que, em casa de ferreiro, o espeto é de pau.
    Essa notícia o site da OAB nunca deu. Nem a de que tem representante seu como investigado nas operações que a Polícia Federal tem feito para combater a corrupção.
    Mesmo porque até o processo eleitoral da OAB é uma farsa que se presta à manutenção de sua Elite no comando da Instituição, também usada como trampolim ou base da política partidária e de outros interesses.
    A Oab pode TUDO e CONTRA TUDO essa é a conclusão. (4° Poder)

  • walmir // Junho 22, 2008 às 12:04 pm

    Está bem bem claro, que a industria que movimenta e promove esse insignificante EXAME DA ORDEM, de carater lobista e ditatório, lembra assaz a GALINHA DE OVOS DE OURO, do que própriamente um exame de capacitação para o exercício da profissão na área do direito. DIREITO?

  • ZENILDO MULLER // Junho 23, 2008 às 9:12 am

    Os Bacharéis se estruturam e nasce o MNBD – Movimento Nacional dos Bacharéis em Direito – para mostrar finalmente seu rosto em público. Oriundos de várias partes do Brasil, unidos pela Internet e pelo Orkut, começam a trabalhar uniformemente em todos os pontos do País.
    O trabalho de anônimos em difundir a Inconstitucionalidade do Exame de Ordem já havia gerado repercussão no Congresso Nacional. O Deputado Federal paranaense Max Rosenmann (advogado) já havia proposto o PL 5.801/2005 e o Deputado Federal carioca José Divino (acadêmico em Direito) o PL 5773/2006 na Câmara. No Senado Federal, o Senador amapaense Gilvam Borges (poeta e radialista), mesmo não sendo da área jurídica, mas com sua extrema sensibilidade pública, havia proposto o PLS 186/06. FIM DO EXAME…

  • ZENILDO MULLER // Junho 23, 2008 às 9:28 am

    A questão se torna nacional: Amapá, Paraná, Rio de Janeiro, Bahia, Paraíba, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, parlamentares de sete estados apresentam projetos para extinguir ou modificar o exame. Audiências Públicas em Vitória/ES, Porto Alegre/RS, São Paulo/SP e Brasília/DF tem a presença do MNBD debatendo em público a questão com a OAB. A OAB não rebateu a inconstitucionalidade do exame de ordem e apenas manteve seu discurso retórico e vazio.
    A sociedade passou a acompanhar a questão e os Parlamentares Federais a reverberar no Congresso Nacional o clamor das ruas brasileiras.

  • ZENILDO MULLER // Junho 23, 2008 às 9:35 am

    Quem não segue a tradição, a receita, a fórmula é a OAB.
    Seus líderes sabem que o Exame é Inconstitucional Formal e Materialmente e que já foi revogado pela Lei 9394/96, um ingrediente explosivo na fórmula, na receita engendrada.
    Sabem eles que este exame é feito para REPROVAR em MASSA e fazer Reserva de Mercado. Sabem eles a foz dos rios de dinheiro extorquidos de bacharéis que só querem trabalhar para sustentar suas famílias e pagar seus financiamentos educacionais. Sabem eles que não estão seguindo o exemplo de Homens e Mulheres notáveis que os antecederam e que sacrificaram suas vidas para que o Brasil tivesse uma Constituição cidadã e que se estivessem vivos, devotariam suas vidas para que ela fosse RESPEITADA.
    Estes profissionais foram homenageados com a inclusão do Art. 133 da CF:
    “O Advogado é indispensável à Justiça.”
    Assim como a receita, a fórmula, o exemplo dos históricos nomes da OAB e do anterior Instituto dos Advogados Brasileiros, em defesa da República, da Democracia e da Liberdade, nós lutamos hoje para mostrar ao Brasil que sem respeito à Constituição e aos direitos pétreos nela insculpidos, nunca teremos um Estado Democrático de Direito e para que isto se torne realidade, um dos pontos cruciais é a extinção do Exame de Ordem da OAB.

  • ADELINO RODRIGUES DA SILVA SOMAVILLA // Junho 23, 2008 às 3:03 pm

    Oab e o Exame de Ordem: Se é preciso avaliar, é preciso ser avaliado…
    Se nos dispomos a Avaliar, temos de nos dispor a ser Avaliados.
    Mais do que a prerrogativa legal para avaliar, é necessário ter legitimidade, o que só se conseguirá com um amplo e democrático debate.

  • Altair Benitez Grubber - RS // Junho 23, 2008 às 3:21 pm

    O Exame de Ordem nada mais é do que uma reserva de mercado com uma fabulosa arrecadação de recursos financeiros.
    O que deveria ser verdadeiro em favor de toda uma sociedade é hoje um mercado onde se negocia o direito do jovem, recém formado, exercer uma profissão…

  • Altair Benitez Grubber - RS // Junho 23, 2008 às 3:28 pm

    O mais surpreendente é situação calamitosa enfrentada pelos Bacharéis em direito frente a um estagiário, registrado pela OAB.
    Este pode mais! Tem amparo legal! A Lei nº. 8.906/94 ao regular o ESTATUTO DA ADVOCACIA E OAB, confere ao estagiário o poder de peticionar, pedir carga do processo.
    A realidade fica posta: enquanto alguém, em inferior condição profissional, usufrui das potencialidades do mundo jurídico, o bacharel em Direito se vê lançado ao mundo do nada.
    Como aquela ponte que liga o nada ao lugar nenhum: sem carteira, sem nome e sem dignidade de ofício.

  • Altair Benitez Grubber - RS // Junho 23, 2008 às 3:34 pm

    Diante desta situação proponho uma alternativa para que desta forma possamos minimizar a situação preconceituosa e calamitosa que vive o Bacharel em Direito no Brasil.

    Façamos uma nova classe de advogado para o mercado de trabalho, onde neste momento o chamaremos de advogado “Secundário” – Bacharéis em Direito, onde poderão somente mover processos dentro dos juizados especiais Cíveis e Criminais…

  • Altair Benitez Grubber - RS // Junho 23, 2008 às 3:46 pm

    Refletir é Preciso:
    O preconceito do Mercado de trabalho enfrentado pelos Bacharéis traduz uma questão de isonomia e Ética.
    A grosso modo este é o único curso que ao se formarem não possui Profissão no Brasil.
    As demais Profissões não necessitam de quaisquer Exames para comprovação de aptidão, exercem regularmente sua profissão ao termino do período de formação acadêmica.
    Submeter-se a uma prova depois de concluído o curso não promove a melhoria no sistema de ensino.
    Nem prova se o Bacharel está apto ao exercício da profissão.
    Faz-se a igualdade? Nos modelos de quem, se não em um estruturalismo retrógrado, ultrapassado e que precisa se adaptar às novas necessidades deste mundo em constante transformação.
    O BACHAREL – Não é nem Estagiário nem Advogado.
    Incoerência pura. Mudar é preciso. Rever procedimentos é sinônimo do Melhorar…
    Reavaliar caminhos senão por respeito, mas por uma consideração legal: igualdade de fato.

  • ROSANIE MERCANT KASPER // Junho 23, 2008 às 4:28 pm

    MONOPÓLIO… DA OAB TEM QUE ACABAR!!! E VAI ACABAR…
    O que não pode é a OAB querer limitar a quantidade de vagas no Brasil para Advogados e os Bacharéis continuarem a ser ludibriados na sua boa-fé, e após receberem o diploma que atesta a sua qualificação profissional pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, serem impedidos de exercer sua profissão por um órgão de classe que não é uma instituição e não tem competência para qualificar profissionalmente.
    Não duvidem… O FIM desse exame está próximo.

  • CHRISTIANA BERWANGER // Junho 23, 2008 às 5:01 pm

    Ordem movimenta uma GRANA-DINHEIRO considerável, em inscrições quanto em matrículas e mensalidades de cursinhos preparatórios.
    O Presidente da OAB deveria lembrar-se de que a direção da Ordem, nos últimos anos, apesar do discurso de moralidade que apregoa Porta a Fora, tem outra postura Porta a Dentro, de omissão e conivência com a Fraude e a Corrupção.
    Não é porque atuais e ex-dirigentes da OAB tenham cometido Fraudes contra a própria Instituição, e esta tenha sido usada para tentar impedir que essa fraudes seja apuradas?
    Os dirigentes da Ordem defendem a impunidade para membros de suas diretorias e de seus conselhos.
    Temos de acabar é com a imoralidade daqueles que a desonram, dos maus profissionais Advogados com a carteira da OAB que se apropriam do patrimônio de seus clientes e gozam da impunidade na Instituição.

  • CHRISTIANA BERWANGER // Junho 23, 2008 às 5:10 pm

    Claro que é importante a função do Advogado, mas quem deve fiscalizar é o MEC.
    Aliás, aqui nós temos mais um motivo da Inconstitucionalidade do Exame da OAB.
    Ele fere o Princípio da ISONOMIA, ou seja: por que será que existe exame apenas para os Bacharéis em Direito?

  • Sheila Pavelis Zanetti // Junho 24, 2008 às 4:18 pm

    Se a OAB acha que os cursos de direito são ruins e se acha suficientemente forte, frente à opinião pública, para melhorar a qualidade do ensino, deveria responsabilizar as faculdades ruins e os maus professores e não os bacharéis.
    Dispensaria os maus professores.
    A OAB atua mesmo é contra os bacharéis indefesos.
    Creio que jamais passou pela cabeça dos dirigentes da OAB a hipótese de que o Bacharel em Direito é um cidadão responsável, digno de respeito, em busca de uma atividade produtiva para ser útil à sociedade.
    Ninguém dedica cinco anos de estudos, com sacrifícios e provações, só para afrontar a OAB. Ninguém investe, em média, de setenta a oitenta mil reais em um curso de direito, com sacrifício do conforto da própria família, só para desafiar a intolerância da OAB. É maldade denegrir, no conceito da sociedade, o esforço desse cidadão (Bacharéis em Direito).
    Enfim, arrotar preocupações com a melhoria do ensino jurídico no Brasil é embuste. Impor o Exame de Ordem ao bacharel em direito é um ato de prepotência. Cassar os seus direitos é tirania. Principalmente pelas condições em que é imposto o exame.

    Não esqueçamos que habilitar pessoas ao exercício de profissões de nível superior é munus público em qualquer lugar do mundo, inclusive no Brasil

    (O Dilema da OAB: “Faça o que eu digo… / Mas Não Faça o que eu faço”)

  • Sheila Pavelis Zanetti // Junho 25, 2008 às 5:23 pm

    http://www.mnbd-rs.com.br

  • Tobias Campos Silva // Junho 26, 2008 às 9:22 am

    Os portões de acesso, ao interior das muralhas das ordens profissionais (OAB), foram preparados ao maximo para dificultar e impedir a entrada de novos membros (Bacharéis em Direito).
    Os objectivos são salvaguardar os ganhos que advém do poder para fixar os preços dos serviços prestados pelos membros, estabelecer procedimentos ou normas e impedir que a competição e a inovação, trazidas por novos participantes no mercado, prejudiquem os que se conformaram com o status quo.
    Para isso usam o regime de exclusividade de autorização da prática e continuação de determinada actividade, concedido pelo Estado.
    A restrição de entrada no mercado, imposta, por exemplo, a recém licenciados (até em cursos aprovados pelos Estado), é causa clara de prejuízo para todos – excepto para os actuais membros das ordens.
    É necessário deitar abaixo estas barreiras.
    Cabe a cada um de nós Bacharéis em Direito exigir o fim destes privilégios…

  • Tobias Campos Silva // Junho 26, 2008 às 9:36 am

    É verdade é que a Reserva de Mercado é ótima para quem é protegido da concorrência.
    Mas, para a sociedade, só há perdas”

  • Renato // Junho 27, 2008 às 9:46 am

    Isso não é só um absurso! Isso é mais que um absurdo!!! A OAB quer criar uma reserva de mercado e isso é inconstitucional. Ora! se isso é inconstitucional porque abrir debates entorno disso!! ACABA COM ISSO E PRONTO QUEM NORTEIA É A LEI PÁTRIA. além do que as pessoas que ocupam cargos dentro da OAB e suas seccionais estão com um negócio altamente lucrativo que são os cursinhos que eles não param de abrir..eu frequentei um cursinho aqui no RJ que o dono pertencia a seccional e disse dentro de sala que gastava por mês R$100.000,00 em publicidade em ônibus e outdoors, aí fiquei imaginando quanto esse cara fatura por mês neste cursinho já que ele gasta toda essa fortuna mês a mês?? Temos que boicotar a OAB e ninguém mais fazer prova e nem cursinho, temos que dar um prejuízo a esses ratos que se entitulam advogados e que na verdade são aproveitadores e oportunistas que não sabem nem responder as perguntas que colocam nos exames.

  • Renato // Junho 27, 2008 às 9:49 am

    PESSOAL..VAMOS LUTAR ATÉ O FIM ESSA É UMA LUTA NÃO SÓ DOS BACHARÉIS E SIM DA SOCIEDADE BRASILEIRA QUE VIVE PEDINDO ARREGO A ESSE MARGINAIS PARA DEFENDER OS SEUS PROBLEMAS!!! NÃO DESISTEM ENQUANTO ELES NÃO CAÍREM!!!

  • Pablo Roche // Julho 1, 2008 às 10:17 am

    Fim da Reserva de Mercado!!!

  • julieta moreira sander // Julho 2, 2008 às 8:52 am

    Se não houvesse este exame ilegal e imoral, a advocacia teria mais 4 milhões de portas espalhadas pelo País e assim como acontece com os dentistas por exemplo, haveria em cada bairro mais simples, vários escritórios de advogados disponíveis, com preços que o povão poderia pagar.

    Estes profissionais impedidos de trabalhar hoje são representados pelo Movimento Nacional dos Bacharéis em Direito (MNBD) que estão organizados em todo o Brasil, inclusive aqui no Estado do Mato Grosso do Sul, agindo em várias frentes, jurídicas, políticas e sociais.

    Vários estados estão impetrando ações na Justiça buscando a inscrição na OAB, sendo que no Rio Grande do Sul já temos ganho de causa em 1º Instância e no TRF 4, no Rio de Janeiro 6 colegas obtiveram liminares na 1ª Instância e outros estados como Espírito Santo e São Paulo estão com ações em tramitação.

    Muitos Projetos de Lei prevendo o fim do exame e alternativas estão em tramitação na Câmara e no Senado. No Senado, há o PLS nº 186/06 do Senador Gilvam Borges (PMDB/AP) que extingue o exame por causa de sua inconstitucionalidade, mesma linha seguida na Câmara dos Deputados nos Projetos de Lei 5801/05 do Deputado Federal Max Rosenmann (PMDB/PR), 5773/06 do ex-Deputado Federal carioca José Divino, 2195/07 do Deputado Federal Edson Duarte (PV/BA) e 2426/07 do Deputado federal Jair Bolsonaro (PP/RJ).

    Já projetos prevendo alternativas para o Exame há vários e temos a destacar o do Deputado Federal Walter Neves (PSDB/MS) que substitui o exame de ordem por um estágio de 2 anos a ser cumprido junto à qualquer advogado que tenha mais de 5 anos de OAB. A proposta do nosso representante Sul Matogrossense, ele próprio Bacharel em Direito, é o resultado do clamor popular que vibra de norte a sul do País.

  • julieta moreira sander // Julho 2, 2008 às 9:04 am

    É uma solução Injusta. Não é razoável que um Cidadão habilitado para exercer a profissão de Advogado, comparativamente mais qualificado do que muitos que já são Advogados, que tenha vocação para a Profissão, cuja família investiu com dificuldades na sua formação, veja impedido o seu desejo apenas porque a Ordem vai definir para cada ano um número máximo de lugares disponíveis

  • marcio silva // Julho 10, 2008 às 1:42 am

    Vejamos bem, falar sobre o exame de ordem, ou tecer qualquer comentário é simplesmente ridículo, pois todo o aluno passa 05 cinco anos acreditando que no final do curso vai poder exercer sua profissão, mas, não é o que ocorre, lamentavelmente presenciamos uma grande quantidade de bacharéis em direito que não consegue passar no exame, pois afinal o exame está cada vez mais difícil, porque qualquer pessoa percebe que o exame já virou comércio, ou seja, meios de captar recursos, ou seja quantos mais reprova melhor, vejamos tantos outros cursos universitários que o aluno ao se formar já entra no mercado de trabalho, estando apto ou não, porém qualquer sábio percebe que para tudo tem que ter um inicio, ou seja dentro da área do direito, ou de qualquer outra profissão a pessoa só adquire certa experiência após estar realmente trabalhando, aprendendo dia a dia dentro do campo de seu trabalho, além do mais classifico o exame de ordem como inconstitucional, pois fere o principio do direito, o direito de exercer a sua profissão, pois falo que todo o formando do curso de direito, após pegar a sua colação de grau já é um advogado, e depois tem que ficar prestando exames e mais exames para poder conseguir a autorização para trabalhar, isto é um absurdo, está na hora de acabar com isso, com essa pouca vergonha que assola o nosso brasil.
    ainda relato um fato ocorrido com minha própria pessoa; quando entrei na universidade, quando eu estava cursando o segundo ano, tive a sorte de começar estagiar, assim sendo logo peguei minha carteira de estagiário, e comecei a logo formar uma clientela, e tornei conhecido por quase todos os advogados dessa cidade, e assim que me formei, fiz meu primeiro exame de ordem, passei na fase escrita, e fui para o segundo exame que era oral, naquela época, realizei o exame oral e fui muito bem, como conhecia os examinadores esperei até o final, e na saida me deparei com os três examinadores da minha banca, e questionei um por um se teria sido aprovado, e cada um respondeu que sim, que tinha ido muito bem e estaria aprovado, fiquei muito contente, mas meu nome não apareceu na lista dos aprovados, questionando novamente os três eles disseram que não sabia o que teria ocorrido, procurando a ordem disseram que não poderiam fazer nada, o que quero dizer com esse relato é que talvez o exame não seja tão serio assim, talvez uma boa parte dos aprovados tenha apadrinhamento, será que não?
    Por isso sou contra efetivamente o exame de ordem, esse meio que tornou-se um grande meio de captar recursos.

  • Ana Luiza Burlamarque // Julho 10, 2008 às 9:26 am

    questão da transparência tem ainda pontos cruciais: Quem faz as perguntas com as respectivas respostas apresentadas para serem solucionadas pelos bacharéis na 1ª e 2ª fases? Quem as seleciona? Quem define os temas? Todos têm formação pedagógica exigida para a formulação, seleção e aplicação? Quem acompanha tais trâmites? A entidade que produz a prova e a OAB??? Porque o MPF não faz parte desta comissão? A presença do MPF e até mesmo de membros do CNJ nesta fase de montagem, seleção, editoração e lacração dos cadernos de provas daria a respeitabilidade, a transparência e a garantia de imparcialidade necessária na aplicação deste exame que veda o exercício profissional e é questão de vida ou morte profissional para milhões.

    Gostaria de apresentar uma solução para equilibrar o total de acertos que se buscam para aferir o conhecimento do candidato na 1ª fase. Já foi de 46 acertos, passou para 50 e nunca houve explicação pedagógica do porque de 46 ou 50, ao invés de mais ou menos. Assim, proponho que a cada exame de ordem, em cada Estado, elejam-se um Juiz Federal titular, um Juiz Estadual titular, um Procurador da República, um Promotor de Justiça, um Defensor Público, um Conselheiro da OAB e um Advogado com mais de 10 anos de inscrição na Ordem, ambos advogados escolhidos por sorteio no dia do exame e na frente de uma comissão pública com a presença da imprensa, para que estes Sete experientes operadores do Direito façam a mesma prova que estará sendo aplicada aos bacharéis. A nota média destes notáveis seria a base para a nota de corte, que poderia ser 70% para os bacharéis passarem e não os 50% atuais sobre a prova inteira. Isto acabaria com as perguntas erradas que teimam em passar, pois os Notáveis já anulariam tais erros com fundamentações decisivas, já que operam o Direito em seu dia a dia e a anulação seria imediata.

    A imprensa com certeza acompanharia tal prova aos Notáveis e a transparência e o equilíbrio da qualidade do conhecimento jurídico teriam um parâmetro ímpar e a nota de corte poderia ser 7 e não mais 5…

    Gostaria de propor ainda, como norma saneadora da classe já atuante e tão vilipendiada, que o advogado que fosse representado mais de 3 vezes por clientes diferentes por ano junto à sua seccional, fosse automaticamente inscrito no próximo exame de ordem aplicado aos bacharéis. Se a OAB busca qualidade de serviço jurídico e afirma que o exame afere principalmente a ética do profissional, tal instrumento demonstraria que a sociedade teria uma resposta a ser acompanhada publicamente às suas representações contra profissionais que agiram de forma a gerar a reclamação. Óbvio que se o advogado não passar no exame nas mesmas condições dos bacharéis, ficará impedido de exercer a profissão até ser aprovado…

  • Ana Luiza Burlamarque // Julho 10, 2008 às 9:28 am

    Vou mais além: Se a OAB quer mesmo demonstrar a qualidade do serviço jurídico para a sociedade, que todos os advogados inscritos sejam obrigados a prestarem o mesmo exame junto com os bacharéis a cada dois anos de exercício profissional, ou 3 ou 4 anos. Afinal, o advogado para prestar o serviço de qualidade que a sociedade necessita, precisa estar atualizado permanentemente, a carteira que tem lhe dá poderes postulórios em todos os Ramos do Direito e da Justiça, nada mais gerador de confiança do que exames periódicos com a mesma rigidez do exame aos bacharéis para todos os profissionais. Afinal, se motorista de veículos tem de renovar sua carteira de 5 em 5 anos e comprovar qualificação e condições, porque não o Advogado???

    O profissional do Direito passaria então a exibir com orgulho sua última aprovação e não mais uma carteira com inscrição de 4 ou 5 dígitos (em São Paulo estamos no 6º dígito), pois comprovaria documentalmente que estaria atualizado e preparado para defender os interesses de seu cliente.

    Sintetizando: Uma carteira provisória para o Bacharel com mais poder de ação que o estagiário e menos que o advogado aprovado em exame, a necessidade de aprovação apenas uma única vez na primeira fase e, lógico, na 2ª fase, uma taxa de inscrição condizente com as cobradas nos concursos de nível superior e de valor idêntico nacionalmente, assim como, ser o mesmo aplicado nacionalmente tendo como base única o currículo básico do MEC, a elaboração, editoração e principalmente correção e análise de notas díspares e recursos impetrados partilhados com autoridades neutras do MPF ou CNJ seria de excelente alvitre, aliado a um Conselho de Notáveis a fazer a prova junto com os bacharéis para se ter uma nota de referência e até se aumentar a nota de corte, alguma entidade ou até a Imprensa para acompanhar o exame e dar transparência e equilíbrio à prova, já seriam avanços significativos para o exame ser menos imoral e menos ilógico.

  • Aguinaldo Roberto Mayor // Julho 14, 2008 às 4:23 pm

    Ocorre que, com o avançar do tempo, tais exames foram se tornando cada vez mais difíceis, trazendo aos reprovados a suspeita de que a dificuldade na aprovação originava-se mais na intenção de preservar o interesse dos advogados já inscritos na OAB do que no defensável objetivo de proteger a sociedade contra profissionais de baixa qualificação.

  • Aguinaldo Roberto Mayor // Julho 14, 2008 às 4:29 pm

    Prezados colegas,

    Em primeiro lugar, desejo esclarecer que o Exame da OAB é inconstitucional, porque a competência para avaliar a qualificação profissional pertence ao Ministério da Educação (vide o art. 209 da Constituição).

  • Nilton Gutarest da Silva // Julho 15, 2008 às 10:05 am

    Por tratarem de matéria conexa, encontra-se em apenso as seguintes proposições:

    PL 5.801/2005, de autoria do Dep. Max Rosenmann, que visa revogar a exigência de exame de ordem para inscrição como advogado. Este se estriba em argumentos pela inconstitucionalidade da exigência de exame de ordem.

    PL 6.470/2006, de autoria do Dep. Lino Rossi, que coloca como alternativa ao exame de ordem, para possibilitar a inscrição na OAB, dois anos de estágio junto a órgãos jurídicos federais, estaduais ou municipais. A proposição justifica-se pelo intuito de propiciar inscrição na ordem não somente por provas, mas também por atividades profissionais práticas e repetidas.

    PL 7.553/2006, do Dep. José Divino, que acaba com a exigência de aprovação no Exame de Ordem par inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil – OAB.

    PL 1.456/ 2007, do Dep. Carlos Bezerra, que visa a atribuir ao Conselho Federal da OAB competência privativa para elaboração e realização do exame de ordem. A justificação seria a unificação de critérios e combate às possíveis fraudes.

    PL 2195/2007, do Dep. Edson Duarte, que visa a eliminar o exame da ordem para o exercício da profissão de advogado. O projeto estriba-se em argumentos constitucionais, afirmando que a exigência do exame de ordem contraria a CF, art. 205, e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação – arts. 43 e 48.

    PL 2426/2007, do Dep. Jair Bolsonaro, que também extingue a exigência do exame da ordem e também elenca razões constitucionais, relativas ao Art. 205, da CF.

    PL 2567/07, do Dep. Walter Brito Neto, que visa a autorizar os bacharéis de Direito, mesmo não inscritos na OAB, a exercerem a advocacia junto aos Juizados Especiais. A justificação ampara-se em argumentos contrários à própria existência do exame de ordem.

    PL 2790/08, do Dep. Waldir Neves, que objetiva propiciar a substituição do exame de ordem por estágio profissional, estribado em argumentos contrários ao modo atual de exame, que estimularia, segundo o autor, uma “indústria” de cursinhos, e defendendo estágios nos moldes da residência médica.

    PL 2.996/08, do Dep. Lincoln Portela, que busca permitir que os candidatos reprovados no exame da Ordem possam prestar novo exame a partir da etapa em que foram eliminados. Justifica tal iniciativa argumentando que as etapas do exame aferem conhecimentos distintos e seria mais racional o novo método proposto.

    PL 3.144/08, do Dep. Pompeo de Mattos, que pretende dispensar do exame de Ordem os portadores de diploma de pós-graduação, mestrado ou doutorado, justificando essa iniciativa pelo argumento de que os bacharéis que têm pós-graduação, uma vez que já podem ser professores de direito, deveriam também poder advogar desde logo.

    Devemos memorizar, (pois teremos eleições em breve e ele poderá pedir seu voto), o nome do Deputado MARCELO ORTIZ, Relator do PL 5054/2005, pois é pra desacreditarmos cada vez mais da personalidade de alguns parlamentares, que com certeza são eleitos pelo povo e se esquecem de nós após eleitos, são os verdadeiros caras de pau!!!!!!!!!!!!!!! Tire suas conclusões após a leitura. Será que a OAB o influenciou? Votou pela aprovação apenas do PL 5.054/05 e rejeição dos PLs 5.801/05; 6.470/06, 7.553/06, 1456/07, 2195/07 e 2426/07, 2567/07, 2790/08, 2996/08 e 3144/08, Confira na íntegra o VOTO DO RELATOR (cara de pau)

  • Wilson T. Bardeng // Julho 16, 2008 às 4:26 pm

    Senador: Magno Malta (Safado das Ambulâncias).
    Jamais os Bacharéis vão te esquecer – Safado!!! Corrupto!!! -> Vendido para a Oab.

  • Ademar Courtes Zuffo // Julho 30, 2008 às 9:56 am

    Uma PERGUNTA que precisa de Resposta?
    Pra onde vai o Dinheiro arrecadado dos bacharéis com a prova da Oab???
    Será que é aplicado em pro dos Bacharéis?? (Duvido)
    Pois é uma fortuna… Milhões e + Milhões, 3 x ano é muito Dinheiro…
    NO QUE É APLICADO?????????

    Ou é aplicado para FESTAS ou MALAS de Dinheiro??? dessa Máfia(Maldita) da Oab seus membros???

    Estes PILANTRAS deixam MILHÕES IMPEDIDOS DE TRABALHAR…

    É o Brasil tá perdido mesmo… ELES NÃO RESPEITAM A CONSTIUIÇÃO.

  • Ademar Courtes Zuffo // Julho 30, 2008 às 9:58 am

    Fim URGENTE!!!

  • MARCO ANTONIO FARGIANI // Agosto 2, 2008 às 2:14 am

    É inconstitucional,portanto,é ilegal.

  • Alexandre Queiroz Pires // Agosto 13, 2008 às 8:09 pm

    Precisa acabar urgente!!
    Quem tiver jurisprudência ou Doutrina e quiser ajudar, para eu dar entrada na apelação em mandado de segurança .Por que fui aprovado na 1º fase com 74% e na segunda fiquei com 5. O exame foi de 2007/3.BA.

  • Carlos // Agosto 15, 2008 às 5:15 pm

    Pregunta: alguém já se deu conta da contradição entre o curriculo jurídico e as exigências da prova da OAB?

  • lenimarli // Agosto 15, 2008 às 6:54 pm

    gostaria de saber a opinião a respeito da prova pratica da OAB pois no dia da prova não erstava no edital a proibição da utilização das doutrinas e a oab não permite a utilização pelo aluno, então neste caso a prova é feita com o código seco só que na valiação é descontado pontos por não fundamentar de aorsdo com as doutrinas, cabe algum recurso na justiça comum pelo prejuizo sofrido, pois o recurso interposto na propria OSA não foi aceito. grata. Leni Marli

  • Valdimir // Agosto 20, 2008 às 3:21 pm

    A Oab faz DITADURA para IMPEDIR os novos Bacharéis de trabalharem.

    Essa Máfia so que saber do DINHEIRO das Mensalidades e a Arrecadação do Exame.

  • Alex_ Eccel_ Chiamenti // Agosto 20, 2008 às 4:24 pm

    AGR.DE INSTR.DE DECISÃO DENEGAT.DE REC.ESPECIAL Nº 2008.04.00.007769-0 (TRF)
    Originário: APELAÇÃO EM MANDADO DE SEGURANÇA Nº 2004.71.00.036913-3 (TRF)
    Data de autuação: 20/02/2008
    Relator: Des. Federal SILVIA MARIA GONÇALVES GORAIEB – PRESIDENTE
    Órgão Julgador: PRESIDENTE
    Órgão Atual: SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA
    Localizador: GR
    Situação: MOVIMENTO
    Número de folhas do processo: 18
    Assuntos:
    1. Registro/Exercício Profissional

    (Clique aqui para mostrar todas as partes/advogados)
    AGRAVANTE: LUCIANO VANDERLEI CAVALHEIRO
    Advogado: Luciano Vanderlei Cavalheiro

    AGRAVADO: ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL – SECCAO DO RIO GRANDE DO SUL

  • Alex_ Eccel_ Chiamenti // Agosto 20, 2008 às 4:27 pm

    AGR.INSTR. DECISÃO DENEGAT.DE REC.EXTRAORDINARIO Nº 2008.04.00.007871-1 (TRF)
    Originário: APELAÇÃO EM MANDADO DE SEGURANÇA Nº 2004.71.00.036913-3 (TRF)
    Data de autuação: 20/02/2008
    Relator: Des. Federal SILVIA MARIA GONÇALVES GORAIEB – PRESIDENTE
    Órgão Julgador: PRESIDENTE
    Órgão Atual: SECRETARIA DE RECURSOS
    Localizador: SREC3C3
    Situação: SUSPENSO/SOBRESTADO
    Assuntos:
    1. Registro/Exercício Profissional

    AGRAVANTE: LUCIANO VANDERLEI CAVALHEIRO
    Advogado: Luciano Vanderlei Cavalheiro

    AGRAVADO: ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL – SECCAO DO RIO GRANDE DO SUL

  • Alex_ Eccel_ Chiamenti // Agosto 20, 2008 às 4:28 pm

    APELAÇÃO EM MANDADO DE SEGURANÇA Nº 2004.71.00.036913-3 (TRF)
    MANDADO DE SEGURANCA Nº 2004.71.00.036913-3 (RS)
    MANDADO DE SEGURANCA Nº 2004.71.04.010019-2 (RS)

  • CALIANE KEIDE B // Agosto 22, 2008 às 4:30 am

    SOU A FAVOR DA EXTINÇÃO DA PROVA QUE NADA MAIS É DO QUE UMA ARRECADAÇÃO DE DINHEIRO.
    Concordo plenamente com projeto de lei do senador Gilvam Borges , pois a prova da OAB nao é e nunca sera um metodo eficaz para indicar quem esta apto à atuar ou nao no mercado de trabalho, pois para atuar na area juridica é necessario muito mais do que conhecimentos teoricos (claro que sem desmerecer a sua enorme importancia) e um deles certamente é a habilidade nos casos praticos, porq aí sim as coisas são bem diferentes. E sem sombra de dúvidas o dia á dia qualificarar quem assim o for.
    VAMOS NOS UNIR! VAMOS LUTAR! VAMOS FAZER CUMPRIR A CONSTITUIÇÃO.A experiência demonstra que uma pessoa torna-se um bom advogado acumulando conhecimento ao longo dos anos, tomando por base o que aprendeu na faculdade e no próprio exercício (prática) da profissão. Quntos advogados renomados que nunca fizeram esse tal exame da OAB, e isso fez c/que eles deixassem de chegar aonde chegarm? Se assim for devería ser feito o exame também p/todos aqueles que são chamados de advogados e ñ foram submetidos o exame, a minha dúvida é, será que os mesmos concordariam? ou melhor passaríam? Vamos deixar que o dia á dia der á cada um o que for seu.
    PARABÉNS SENADOR QUE DEUS ILUMINE CADA VEZ MAIS P/QUE PESSOAS ASSIM CONTINUEM LUTNDO PELO VERDADEIRO DIREITO SOCIAL.

  • Karine E. Abreu // Agosto 28, 2008 às 5:18 pm

    Concordo com o Senador Gilvam Borges, sou a favor da extinção da prova da OAB.
    É muito dinheiro que envolve esta prova… tem pessoas se aproveitando dessa situação…
    Isso vai ter que acabar!!!

  • Regina Z. Carvalho // Setembro 2, 2008 às 2:17 pm

    ESTUDANTES PODERÃO RECORRER À JUSTIÇA

    http://www.jurid.com.br/new/jengine.exe/cpag?p=jornaldetalhejornal&ID=52025&Id_Cliente=53811

    O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Cezar Britto, afirmou hoje (27) que os estudantes de Direito que receberam ensino de má qualidade poderão recorrer à Justiça para recuperar os gastos com matrícula e mensalidades pagas às instituições, pelo período em que freqüentaram os cursos. A afirmação foi feita por Britto durante o lançamento pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, na sede do MEC, dos dados estatísticos sobre resultados da supervisão exercida pelo Ministério nos cursos de Direito. “Quem foi ludibriado ou caiu no conto do vigário educacional tem agora dados objetivos para buscar reparação: tem os dados do Exame de Ordem e do Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes), comprovando que o erro não está no aluno, mas sim na instituição que não cumpriu o que prometeu”.

    Britto disse que aqueles que foram prejudicados podem entrar com ação judicial contra a instituição de ensino que lhe prometeu mas não lhe forneceu um ensino de qualidade – e para tanto pode usar como base os levantamentos do MEC e da OAB. “Há aí uma relação de consumo e, se o serviço não foi prestado com qualidade, pode haver uma reparação por esse mau serviço”, explicou o presidente nacional da OAB.

  • Regina Z. Carvalho // Setembro 2, 2008 às 2:21 pm

    O aluno poderá entrar na Justiça com ação por perdas e danos. “Na ação pode-se discutir não só a parte objetiva, que é a devolução da matrícula e das mensalidades, mas também a indenização por danos morais, pelo tempo perdido em que se estudou cinco ou seis anos e não conseguir fazer valer depois o diploma que lhe concederam…

  • Karine E. Abreu // Setembro 5, 2008 às 9:49 am

    Vou entrar com essa “AÇÃO DE PERDAS E DANOS” e “INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS” contra a Universidade.
    Amigos todos devemos entrar com Ações.

    Abraço

  • Karine E. Abreu // Setembro 5, 2008 às 9:54 am

    A verdade é que o Diploma não serva pra NADA… ou melhor serve para pagar e pagar, mais e mais taxas da tal prova.

  • Francisco Lima // Setembro 24, 2008 às 2:15 pm

    Concordo com a extinção da prova. Toda justificativa para mante-la é apenas uma forma sutil de monopolizar a profissão de advogado. Já querem diminuir as faculdades de direito, obstruindo mais ainda o acesso aqueles com maiores dificuldades. Ora, até parece que eles realmente estão preocupados com à formação dos profissionais de direito, a realidade é que somente querem elitizar como sempre foi os cargos jurídicos que exercem em razão de suas vanglorias. O mercado de trabalho e os concursos é quem devem avaliar o profissional.

  • Matheus Pretes // Setembro 25, 2008 às 4:25 pm

    MANDADO DE SEGURANÇA Nº 2007.70.00.002796-8 (PR)
    Data de autuação: 16/02/2007
    Observação: 3º EXAME DA ORDEM DE 2006
    Juiz: Paulo Cristovao de Araujo Silva Filho
    Órgão Julgador: JUÍZO SUBSTITUTO DA 03A VF DE CURITIBA
    Órgão Atual: 03A VF DE CURITIBA
    Localizador: AGRAVO
    Situação: SUSP/SOBR-Aguarda dec.Inst.Sup
    Valor da causa: R$240,00
    Assuntos:
    1. Exame da Ordem (OAB)

    (Clique aqui para mostrar todas as partes/advogados)
    IMPETRANTE: GESSIVALDO OLIVEIRA MAIA
    Advogado: SIDNEY CORADASSI

    IMPETRADO: PRESIDENTE DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL – SEÇÃO DO ESTADO DO PARANÁ
    Advogado: ANDREY SALMAZO POUBEL

  • Matheus Pretes // Setembro 25, 2008 às 4:26 pm

    Nos Bacharéis so queremos trabalhar…

  • silvio alves // Outubro 3, 2008 às 11:40 pm

    pessoal todos concordamos em gráu numero e genero quato ao exame da ordem ,só que não adianta nos desgastar desta forma que estamos nos desgastando. pq estaá discussão fica só nos fórun.
    oque deveriamos fazer era nos organizar por cidade depois por estado, e irmos a Brasilia para concersarmos com os membros da CCJ e assim fazer pressão política para que fizessem de uma vez a nalaisse deste projeto de lei e que fosse para votação de uma vez, pois todos sabemos que os lobistas devem de estar fazendo uma grande pressão para que não acabem com este exame, pois se for estinto este exame muita gente deixa de ganhar muito dinheiro.
    somente com uma grande organização e muita pressão politica é que poderemos acbar com esta indecente exame.
    caberia alguma pessoa se organizar por cidade e criar foruns de discussões para que fosse discutido depois por estados e ai sim uma grande mobilização nacional, para esta grande luta dos baichareis de direto já ficando organizado para acabar com a fanfarra da OAB nacional estadual e as subs-seções.
    estando organizados conseguiremos acabar com eles pois assim como estamos não chegaremos a lugar nenhum.
    vamos nos organizar e chegar ao poder inclusive dentro das OABs, vamos a luta e mostraremos para eles quem eles são, vamos para a disputa de poder não só na derrubada do exame e sim na tomada da OAB nacional e mudar esta mentalidade já ultrapada.
    a vante e a luta.
    fim do exame da OAB

  • LUIS FLávio ASPIRIM // Outubro 9, 2008 às 11:23 am

    LUIS FLávio ASPIRIM – Bacharel em Direito. – Porto Alegre/RS.
    -> Concordo com o Colega Reynaldo.

    O QUE SOU ????

    Crônica sobre um bacharel em Direito impedido criminosamente de trabalhar.

    * Reynaldo Arantes

    É doce recordar a voz da minha mãe me acordando para mais um dia… O carinho e o incentivo revigoravam a mente após um sono reparador em uma cama “elástica” de ferro, com colchão de capim, duro, que soltava um pó danado, mas que embalava meu sono profundo de todas as noites.

    Levantava e mesmo ainda aproveitando os últimos estágios do sono, lavava o rosto, escovava os dentes, molhava os cachos de cabelos rebeldes e já sorridente, chegava a mesa da cozinha, onde um xícara de café fumegante e um pedaço de broa caseira me esperavam. Não havia leite sempre, manteiga era artigo de luxo, mas a broa era feita por minha mãe com aquele carinho peculiar às mães e era o suficiente para energizar meu corpo ainda miúdo e infantil…

    Tinha então sete anos e iniciava minha jornada em busca de uma formação que me tornasse um cidadão útil à minha pátria, à minha família. “O Brasil somos nós que o fazemos” era a frase ouvida das professoras nos primeiros dias de aula. Sei que foi com sacrifício que minha mãe comprou a cartilha “Caminho Feliz”, um lápis nº 2, um apontador simples, uma borracha Mercúrio – com o símbolo de um cara com um chapéu de asas, mais tarde vim saber ser um Deus Grego – uma régua de 15 cm e uma caneta Bic azul. O material ia em uma sacola feita pela minha mãe, de tecido de calça jeans velha, que eu orgulhosamente colocava nos ombros.

    As aulas começavam depois do hasteamento da Bandeira Nacional na quadra da Escola simples, com paredes de tijolões de cimento, cadeiras com apoio para escrever e quadro verde, que não sabia porque se chamavam “Negros”. Aprendi as primeiras letras ouvindo as vozes incisivas de professoras que faziam do ensino uma missão divina e que eram segundas mães para todos, sempre preocupadas com o colega que chegava descalço, pois em sua família faltava até dinheiro para as havaianas. A estes, a porção de polenta mole com molho de carne moída era sempre maior nos recreios.

    Recreio era sinônimo de alegria, com jogos de queimada e futebol, ambos movidos a bolas de meia. Gastávamos a pouca energia da merenda simples em pouco menos de meia hora de atividades felizes e as vezes, dormíamos na cadeira após, cansados da brincadeira e pelo trabalho do estômago em digerir a merenda. Alguns poucos acrescentavam frutas, salgadinhos e uma garrafinha de grapette – refrigerante de framboesa – na merenda. A maioria só ficava vendo e torcendo para um dia seu pai ter condições de fazer o mesmo.

    Assim, fiz os primeiros 4 anos do primário e aos 11 anos – faço aniversário em novembro… – quando cheguei a 5ª série, comecei minha vida de trabalhador. Fui contratado para escovar os sapatos que o “remendão” amigo da família consertava. Assim, ao voltar da escola, almoçava arroz, feijão e legumes cosidos, algumas vezes ovo frito e raramente um bife translúcido – de um lado se via o outro – incrementado com cebolas e seguia para o trabalho que até hoje não sei se era remunerado ou não, pois nunca recebi nada pelo que fazia, mas fazia meu trabalho com gosto. Afinal, era meu primeiro emprego, me sentia útil, produzindo algo…

    Na nova fase, ginasial, a novidade eram os vários professores: química, matemática, português, história, geografia, Educação Moral e Cívica, todos com ar de sabedoria e que eram modelos de estudo por nós. O recreio já era mais seleto, pois não nos misturávamos com as “crianças” do primário… O jogo agora era só futebol, com bolas de capotão sempre com tiras de couro esvoaçando de um lado para outro. Os empregos se multiplicavam: ajudante em farmácias, mercados, sempre limpando o chão, arrumando prateleiras, levando entregas, fazendo trabalhos sem valor, mas o importante é que já havia pagamento e as moedas que ficavam para mim, eram economizadas arduamente em um porquinho de plástico, com uma abertura em cima que dificultava a retirada e nos incentivava a deixa-lo mais pesado. Todas as noites, se sonhava com o que fazer com o dinheiro economizado, enquanto se sopesava o porquinho e se ouvia o tilintar das moedas…

    Terminei a 8ª série e me recordo bem dos professores durante todo o ano falando da importância de se estudar, de seguir os estudos, de fazer o colegial e se preparar bem para uma vida profissional. Os exemplos eram dados com nomes de colegas que ficavam para trás, que pararam de estudar desde o primário pelos mais variados motivos: queriam mais tempo para jogar bola, precisavam trabalhar o dia todo para ajudar os pais, se achavam burros e ao repetirem, saiam da escola e o pior, aqueles que queriam estudar, mas os pais achavam importante só aprender ler e escrever e assim que eles demonstravam saber o básico, eram retirados da escola e colocados para trabalhar.

    Já com meus 14 anos, me sentindo um homem – até meu bigode já aparecia um pouco e eu o realçava com lápis sem dizer isto para ninguém, é claro – já trabalhava o dia todo e estudava a noite. Meus trabalhos se alternavam, mas sempre eram puxados, cansativos e sempre eu chegava na escola lutando para não dormir. A hora do recreio já não tinha mais o glamour de antes, pois cansado, só queria relaxar um pouco e observar os poucos que não trabalhavam e tinham disposição para jogar volley, basquete ou futebol de salão na quadra de cimento liso.

    As noites de frio ou de chuva eram as piores, pois apesar de ter conquistado minha bicicleta, fruto de porquinhos cheios de moedas e muitas trocas entre colegas, o trajeto do serviço para a escola e da escola para casa à noite sempre alongava os quarteirões e tinha de me concentrar e pensar na sopa quentinha que me esperava, no olhar doce da minha mãe, no olhar severo mas incentivador do meu pai e na cama, que continuava a mesma, com seu colchão de capim seco me esperando para mais uma noite de sono.

    O colegial trouxe para minha realidade os trabalhos escolares que tomavam meu tempo nos finais de semana e me faziam optar entre um jogo de futebol no campinho de terra próximo com os amigos e a necessidade de fazer os trabalhos, obter notas e passar sem repetir ou ficar de recuperação. Ao contrário de muitos amigos, preferi os estudos e segui em frente, enquanto a cada semana, a sala apresentava mais uma cadeira vazia…

    Terminei finalmente o colegial, comecei a sonhar com profissões diversas, não sabia ainda que caminho seguir e tive uma parada nos estudos já que em minha cidadezinha do interior não havia faculdade e nem curso profissionalizante. Foi um hiato gostoso depois de 11 anos de estudos por poder chegar em casa no inicio da noite e poder assistir o Jornal Nacional, ler livros sem a obrigação de estudar para fazer resumos e ao mesmo tempo, um período de incertezas quanto ao caminho a se seguir mais para a frente. Um ano de folga e já chegou minha vez de se alistar, cumprir minha obrigação para com a minha Pátria e lá fui eu servir como atirador no Tiro de Guerra da minha cidade. Era uma honra vestir a farda, calçar um coturno bem engraxado, limpar a fivela do cinto de pano com bombril para ele ficar brilhante.

    Quem gostava de estudar e já estava ou tinha terminado o colegial era chamado pelo Sargento – a maior autoridade militar que conhecíamos – para fazer o curso de Monitor, passar por provas escritas difíceis e se aprovado entre os melhores, comandar seu próprio pelotão de 9 homens. Fui o primeiro colocado em uma disputa acirrada com o segundo lugar, disputando nota a nota nas disciplinas apresentadas. Minha recompensa foi uma braçadeira de Monitor, que chamava a atenção das meninas nas festas e nas ruas da cidade.

    As atividades físicas, as horas de estudo, as marchas nos finais de semana, as noites e os dias para tirar “Guarda” no quartel, a camaradagem, as brincadeiras adultas entre os colegas, um aprendizado para a vida… O serviço militar foi uma lição de respeito às leis e a hierarquia social…

    Mas o serviço militar em Tiro de Guerra, não interferia no trabalho de cada um. Assim, levantava às 5h com a cidade dormindo, me dirigia pelo escuro das ruas mal iluminadas de casa até o “TG”, fazia minhas atividades e as 8h estava rapidamente trocando a farda por roupas civis e me dirigindo para meu trabalho como qualquer cidadão.

    Obtive minha reservista como cabo de 2ª classe – distinção como Monitor – e tirei meu título de eleitor, que junto com o CIC (cartão de identificação do Contribuinte) – ainda não era CPF – o RG e a Carteira de trabalho que já tinha há alguns anos, me tornava um cidadão apto a exercer minha cidadania.

    Fui em busca de meus sonhos… Mudei da minha cidadezinha para um centro maior, onde havia faculdade e onde poderia ter uma profissão, um nível superior, virar doutor… Para me manter, os trabalhos eram estafantes, mas encontrando trabalho eu tinha como buscar minhas metas e chegar a uma faculdade. Fiz vestibular, consegui uma vaga e me inspirando em Rui Barbosa entrei para fazer o curso de Direito.

    Foram anos sofridos, sacrificados, onde o corpo reclamava dos limites extrapolados com o trabalho diário e os estudos noturnos. Os bancos dos ônibus entre o trabalho e a faculdade eram duros, desconfortáveis e gelados, mas toda noite o cobrador me acordava quando chegava meu ponto e eu podia dormir nos minutos do trajeto, apesar do desconforto, pois meu corpo queria o descanso que eu não dava…

    A maior dificuldade não era a mensalidade, a passagem de ônibus, a fome que me atiçava os sentidos por falta de dinheiro para me alimentar fora de casa, a dureza era o valor dos livros necessários para se estudar, sempre inacessíveis aos meus parcos recursos. Já escolado pela vida, vivia em “sebos” a caça de livros descartados, de edições anteriores com itens obsoletos, mas que tinha uma grande parte atual e que estava ao meu alcance financeiro. As partes revogadas, eu cuidadosamente cobria com as modificações escritas à mão em pedaços de papel.

    A ida aos sebos e os preços acessíveis ao meu bolso, me faziam investir em outros livros de Direito não citados em sala de aula, mas que me davam prazer em ler e em aprender um pouco mais. Como eu, a maioria dos colegas do curso fazia Direito por vocação, contava-se nos dedos de uma mão os que estavam fazendo o curso por imposição dos pais ou que não tinham a aptidão pela matéria.

    Buscar complementos, exercitar oratória, postura e expressão corporal, ler frases em Latim que nunca decorei, mas que anotava diligentemente para montar meu dicionário de expressões latinas, participar de palestras, interagir em debates sobre temas jurídicos, aplicar o que estávamos aprendendo nos fatos noticiados do dia a dia, tudo era importante. Eu estava me preparando para ser um advogado… Para defender pessoas, para aplicar a Constituição e fazer respeitar a Democracia e o Estado Democrático de Direito. Quem faz Direito quer melhorar o Mundo, quer lutar contra as injustiças e fazer valer as leis.

    Já no inicio da faculdade me casei mais por conveniência que por paixão avassaladora. Precisava de alguém para cuidar das minhas coisas em parceria e dividir as despesas de uma casa. Estudávamos juntos, trabalhávamos juntos e construíamos uma vida juntos. Ela acabou o colegial e nossos recursos não davam para manter dois na faculdade. Ela ficou em casa a noite e me incentivava a continuar os estudos… Quando eu chegava, ela estava dormindo. Ia nas pontas dos pés até a cozinha matar a fome e deitava devagar, pois o dia dela era trabalhoso também.

    Veio meu filho e se não fosse a mãe ele não saberia o que era família, pois eu saia com ele dormindo e voltava com ele dormindo. Nos finais de semana me debruçava sobre livros enquanto ele engatinhava, ele crescia e eu não via. Eu era pai biológico, mas ele só sabia que eu existia porque ocupava uma parte da cama à noite e ele me via sentado na frente de livros durante os finais de semana.

    A cada ano que passa, mais difícil fica para fisicamente agüentar fazer a faculdade. As aulas ficam mais longas, as férias mais pequenas, as matérias mais complexas e a vista mais fraca, adotei os óculos por necessidade e meu único prazer era ter cada vez mais argumentos para me embasar nos debates jurídicos. O estudo e os dias avançam, estava chegando minha formatura…

    Não tive dinheiro para as festas de formatura, apenas o básico para alugar a beca e fazer o juramento. Minha mulher está radiante, apostou em um vencedor, meu filho já corre pelas galerias e entre os bancos junto com outras crianças. Vejo a cena e digo a mim mesmo que ele terá mais que uma havaiana para ir a escola em breve. Me sacrifiquei, mas agora chegou minha hora de ser recompensado. Alguns colegas de trabalho vieram me prestigiar, virei doutor, já ajudei vários colegas de trabalho com orientações de como agir, a família me liga para me consultar sobre Direitos e já me sinto com a base necessária para iniciar o aprendizado prático e me tornar um profissional completo.

    Pego meu Diploma, olho para ele e resolvo que ele merece uma moldura especial, pois foram 16 anos de estudo, de luta, de sacrifício, de noites mal dormidas, de corpo cansado, de sonecas em bancos de ônibus, de economias rigorosas, de ausência familiar, de dormir sobre livros, de finais de semana e férias estudando, de dedicação hercúlea para conquistar aquele pedaço de papel com várias assinaturas e que, através do qual, o Estado Brasileiro me conferia o direito de trabalhar. A moldura dourada de madeira simples foi o máximo que consegui, mas para mim era um troféu maravilhoso. Eu achava que tinha saído do inferno e que estava às portas do paraíso…

    Faltava ainda um degrau, fazer o Exame de Ordem para finalmente sair de meu emprego normal e sem atrativos, para me tornar um profissional liberal, ser meu próprio patrão depois de anos subserviente e dedicado aos outros. Fiz minha inscrição confiante, afinal, sempre fui um dos melhores alunos da classe e da própria faculdade, dominava as matérias, tinha complementado as aulas com os livros dos sebos e cuidava da minha bagagem cultural como poucos, sempre lendo revistas jurídicas, artigos de juristas sobre diversos assuntos, enfim, era fazer o Exame de Ordem e iniciar minha carreira, onde teria ainda muito o que aprender, aprender a prática, me especializar, acompanhar a jurisprudência dos Tribunais, aprender com o dia a dia nos escritórios de advocacia, encontrar trabalho e sabedoria em um profissional veterano que me usaria como advogado júnior, mas que me transmitiria seu conhecimento e sua experiência profissional.

    Chegou o dia do exame, chego cedo, desdenho intimamente o pessoal de cursinhos preparatórios que panfletam a entrada do local de prova, assino a ficha na entrada da sala com confiança, me sento na carteira disposto, certo que farei uma prova excelente, a prova chega e eu a abro… Minha confiança começa a ruir…

    Encontro uma pergunta que exige conhecimento de jurisprudência do Tribunal de Ética da OAB, que raio de pergunta é esta se jurisprudência não é matéria curricular das faculdades e sim conhecimentos que eu ainda vou obter quando for trabalhar??? Pulo a pergunta e a próxima tem 2 respostas certas… Que sacanagem, qual das duas certas tem uma vírgula, um ponto que a torna falsa???? Pulo novamente e ela é sobre Direito Autoral e eu sei que esta é uma matéria optativa, mas minha faculdade não optou por esta matéria e eu nada sei sobre ela… Pulo novamente e a nova pergunta é uma “salada” de Ramos do Direito sem nexo, misturando Direito Civil com Direito alfandegário, com destaque para Direito Previdenciário, bases de Direito Trabalhista, Código de Defesa do Consumidor, Estatuto do Idoso, enfim, uma mistura sem nexo, ou como diria minha avó, “sem pé e nem cabeça”…

    Encontro enfim, perguntas de Direito Processual Civil e outras que fazem parte do meu conhecimento, mas elas são minorias, não vou atingir nem os 50% necessários para passar de fase… As 5 horas de exame são um suplício que ainda me era desconhecido. Saio exausto, preocupado, me achando um incompetente, tenho a certeza de que não fui bem e não consigo sorrir por vários dias… Minha mulher nota minha mudança, explico para ela que não sei se passei, pois digo a ela as dificuldades que encontrei. Chega o dia da divulgação da lista, fico no computador atualizando a cada minuto a espera da lista… Quando ela entra na tela, busco ansiosamente meu nome …. Ter um nome começado com a letra R me faz pensar na minha mãe quando escolheu meu nome… Não podia ser um nome começado com A ??? Com B??? Encontro finalmente meu nome, busco com sofreguidão minha nota e vejo que alcancei apenas os 50% necessários… Apesar de todo o meu histórico escolar ser de destaque, fui apenas mediano, mas consegui passar…

    Chega a data da 2ª fase e até por precaução vou preparado. Os livros para consulta pesam na mochila às minhas costas, mas estou levando TODOS os livros possíveis de serem utilizados, nada e ninguém vai me impedir de demonstrar meu conhecimento, meu valor, meu preparo. Novamente uma sala silenciosa, a diferença é estampada nos rostos de cada um, afinal, somos menos de 10% dos colegas fazendo a tal 2ª fase.

    As perguntas finalmente são fáceis para quem estudou além dos limites como eu. A peça requerida está dentro do que eu estudei e saio do exame satisfeito… Feliz em ter sido um bom e dedicado aluno, de ter trocado os finais de semana no shopping com amigos por horas de estudo extra. Agora é só aguardar minha aprovação e seguir meus estudos já no exercício profissional. Já separo na agenda o telefone de um advogado disposto a me contratar e imagino meu inicio de trabalho, os ternos, as camisas sociais, as salas com ar condicionado, os processos se empilhando ao meu lado e sobre minha mesa.

    Preciso mudar meu guarda-roupas, preciso de ternos simples, mas variados. Meus colegas estão felizes com minha vitória. É hora de pedir demissão, usar o dinheiro da rescisão para me preparar para minha nova carreira profissional. O acerto é correto, meu patrão não me enganaria sabendo ser eu um profissional competente no Direito. Levo minha mulher e filho ao shopping para jantar, afinal, uma nova vida começa. Minha mulher enfim está sorridente, seu marido é doutor…

    No dia da divulgação do resultado da 2ª fase, nem tive a preocupação de estar de madrugada na frente do computador, fui abrir a Internet só depois do almoço, apenas pela curiosidade de ver a nota obtida… Vasculho a lista de aprovados e não encontro meu nome !!! Retorno, procuro lentamente de novo e nada !!! Caramba, tem erro aqui !!! Cadê meu nome ???

    Na manhã do dia seguinte, cheguei antes da abertura da OAB, esperava ser o único, mas já tinha uma aglomeração na frente do local. Todos, como eu, reclamavam da correção, alegavam erro e queriam corrigir suas notas, pois tinham feito a prova com a mesma qualidade da minha…

    Abriram-se as portas e funcionários de cenho franzido, faziam questão de não escutar o que falávamos e de forma mecânica distribuíam formulários de recurso. Tive acesso a minha prova e constatei que mesmo certas, minhas respostas e minha peça tinham correções esdrúxulas… Parecia que os examinadores não falavam o mesmo português nem entre eles !!! Um examinador me deu 8 na peça que outro me deu zero !!! Ilógico !!! Irracional!!! Inusitado!!! Despropositado!!! O Que era aquilo ???? Fiz o meu recurso em minutos, embasei muito bem minha defesa, apontei os erros dos examinadores e novamente me senti confiante. Era apenas um erro e ele seria corrigido. Quando cheguei em casa, minha mulher ainda tinha os olhos vermelhos de chorar, mas nada me disse e meu bom humor e confiança fizeram bem a ela.

    Após dias de expectativa, o resultado do recurso saiu… Para minha surpresa, má surpresa, meu recurso tinha sido INDEFERIDO, mas cadê a fundamentação ??? Onde está o embasamento para o indeferimento ??? Me senti um verme pisado pela bota de montaria de um gigante… Esmagado… Respirei fundo e voltei à OAB, perguntei pelo responsável pelo exame e uma funcionária de forma displicente apontou para um corredor. Ao dobrar a esquina para o tal corredor, encontrei de novo uma multidão aguardando. O ar era fúnebre, as faces carrancudas, o clima era pesado, mas interessante, era exatamente como eu me sentia, parecia que eu trouxera mais material para aumentar o ambiente tétrico que reinava….

    Depois de um “chá de banco” de horas, chegou minha vez. Um homem de aspecto cansado, com ar de poucos amigos e em mangas de camisa me perguntou sem rodeios: Qual é teu caso??? Expliquei que minha prova estava correta, os erros dos examinadores, a falta de fundamentação do indeferimento e a resposta foi curta e grossa: Não temos como explicar a cada um de vocês onde foram incompetentes, onde erraram e o que tinham de fazer, tenha paciência e espere o próximo exame, mais 4 meses e tem outro .

    Tentei argumentar que não podia esperar, que estava desempregado e que precisava da carteira para poder trabalhar e sustentar minha família. A resposta foi lacônica e seca: Aqui não é assistência social, não tenho nada com isto, se acha que está errado, busque a Justiça…

    Sai da sala pronto para realmente buscar a Justiça, aplicar o que havia aprendido nos bancos acadêmicos, saí do local com um Mandado de Segurança pronto na cabeça, com todos os fundamentos conferidos, com tudo certo para defender meu Direito… Parei no primeiro orelhão e liguei para o advogado que estava disposto a me contratar. Expliquei para ele minha situação e pedi para ele assinar a ação. Minha primeira desilusão: A resposta foi de que eu teria de esperar a aprovação e a carteira para ser contratado – se a vaga permanecesse, já que haviam outros em vista – e que ele não iria assinar uma ação contra a Ordem dos Advogados, pois senão, ele ficaria “queimado” com seus amigos e poderia ser retaliado pela própria Ordem.

    Voltei para casa e se os olhos da minha mulher estavam vermelhos, os meus ficaram pouco depois. Meu humor ficou irascível e correspondi com uma carranca o sorriso de boas vindas do meu filho, que nada entendeu… Comecei a procurar advogados amigos, colegas que tinham passado no exame e todos me responderam negativamente: Assinar uma ação contra a OAB??? Não, se precisasse de dinheiro eles até emprestariam, mas ir contra a OAB nem pensar… Passei a procurar advogados pela lista telefônica e a peregrinar pelos escritórios. Nada, ninguém iria assinar uma ação contra a OAB, o medo de retaliação era grande e eu via na face dos advogados a frase: Porque não estudou melhor para passar ???

    Acabou o dinheiro da rescisão e minha mulher levou meu filho para a casa da minha sogra. Minha casa que antes era meu refúgio, virou minha prisão. Prestei novo exame e não passei nem da primeira fase… O dinheiro tinha acabado e voltei para minha cidadezinha e para a casa dos meus pais… Eles que acompanhavam minha luta, me receberam resignados, sem abraços de boas vindas. Era uma fracassado que voltava ao lar paterno.

    Um amigo de infância, penalizado com minha situação, me ofereceu emprego de chapeiro no trailer de lanches que possuía. Sem dinheiro e sem ter o que fazer aceitei. Reunia poucos centavos para pagar nova taxa de inscrição no exame de ordem e fiz mais um exame. Novamente não passei da 1ª fase… Meus pais me criticaram, briguei com eles e fui morar em uma edícula no fundo da casa do meu irmão. Me alimentava no trailer e levava um lanche escondido para me alimentar durante o dia. Pensava em fazer o tal cursinho, mas não tinha mais dinheiro para pagar as mensalidades, caras e inacessíveis. Não tomava mais banho diariamente, não fazia a barba com regularidade, usava a mesma roupa vários dias, não fazia amizades e não contatava os amigos. Estava com depressão profunda.

    Meu amigo, o dono do trailer, com comiseração, me ordenou que fosse a um psicólogo antes que ele tivesse que me despedir, pois eu estava um trapo humano, aliás, só um trapo, de humano nada havia mais em mim. As sessões com o psicólogo nada modificaram em minha vida e em minha depressão e o psicólogo me encaminhou para um psiquiatra. As sessões com ele não resolveram nada, mas os remédios agiram e eu voltei a me banhar, vestir e me cuidar um pouco pelo menos.

    Um dia de folga de um atendente, levei um lanche até a mesa de um grupo e a conversa deles me interessou: A inconstitucionalidade do exame de ordem e a sacanagem da OAB em usar um exame ilegal para barrar o acesso à carreira e fazer uma reserva ilegal de mercado. Puxa vida !!! Eu nunca havia me atentado para isto !!! Sabia que tinha uma lei que previa o exame, mas nunca procurei saber se ela era constitucional ou não !!! Justo eu que sempre fui estudioso e combativo não havia procurado estudar a questão que me afligia !!!

    Nada disse, mesmo sabendo que o grupo era cliente do trailer. Fiquei quieto, voltei a casa dos meus pais que há muito tempo não via e pedi para pegar meus livros que estavam guardados na casa. Mesmo sob olhar estranho de meus pais, fiquei algumas horas estudando e vi que o grupo tinha razão. O exame era inconstitucional. O art. 5º, XIII combinado com o Art. 205 da Constituição provavam isto. Qualificação eu tive na faculdade, nada mais podia vetar meu trabalho !!!

    Um novo homem aguardou a vinda do grupo ao trailer. Algumas noites apenas e vi um rosto conhecido. Abandonei meu posto e fui conversar com ele. Ele era bacharel em Direito como eu e me disse que fazia parte de um movimento de bacharéis que lutava pelo fim do exame de ordem. Tirou da pasta um papel e o li avidamente. Era isto, o exame não era inconstitucional só materialmente no quesito “Qualificação”, também infringia o Principio da Isonomia do art. 5º caput, era inconstitucional formalmente, já que havia sido regulado pelo Conselho da OAB e não pelo Presidente da República como determinava o Art 84, inciso IV da Constituição e já havia sido revogado tacitamente pela Lei 9.394/96… E eu que não sabia e não busquei me informar sobre isto…

    Abracei o colega, pois a leitura do que havia lido era o remédio para a alma que eu precisava. A primeira pergunta minha foi porque eles não colocavam aquilo na imprensa, a resposta foi: A OAB domina a mídia há anos, ainda não temos espaço para levar isto aos colegas. E porque não levam isto aos Tribunais, perguntei: E qual advogado vai assinar uma ação contra o exame de ordem, a menina dos olhos da OAB, foi a resposta que me fez lembrar de minha própria peregrinação…

    E o que posso fazer para mudar isto ??? Minha pergunta fez o colega sorrir. Una-se a nós, me disse, se juramos trabalhar por um Brasil melhor, pela Democracia e pelo Estado Democrático de Direito quando nos formamos, temos que lutar pelos nossos direitos pois somos vítimas da reserva de mercado que a OAB impõe com este exame ilegal, imoral…

    Assim, eu me filiei ao MNBD. Aceitei que, assim como fui um lutador para não parar no primário, fazer o ginasial com sacrifício, terminar o colegial brigando contra meu sono de trabalhador e terminar a faculdade esgotado, eu teria sim capacidade de lutar mais um pouco pelo meu Direito. O fruto almejado estava no último galho da arvore e eu teria de subir mais para pagá-lo, mas eu tinha os instrumentos para chegar lá.

    Entrei em uma luta dura, com muito chão para ser percorrido, mas sou um novo homem. Hoje sei que não sou incompetente, não sou ignorante jurídico, que minha faculdade não era “de esquina” como a OAB fala na imprensa. Hoje eu sei que a OAB faz reserva de mercado, a custa da vida de milhões como eu, que conseguiram terminar a Faculdade em um País em que isto é para uma minoria e que somos ilegalmente impedidos de trabalhar. Hoje sei que a OAB através de seus líderes criminosamente mata a vida, os sonhos e as metas de milhões de bacharéis em Direito e que o meu passado é igual ao da maioria deles. Hoje eu sei que terei de lutar se quiser ser um profissional de fato, pois já sou de direito. Hoje eu sei que terei de buscar nos tribunais, nos parlamentos, nas ruas, meu Direito negado.

    Mas eu vou à luta, pois sou um bacharel em Direito, advogado por qualificação e lutador por tradição. Eu vou à luta junto com meus colegas, pois a união nos dará forças para defender o Brasil, a Constituição, a Democracia e principalmente, o direito de milhões de colegas que ainda não tiveram a oportunidade de saber que este exame é inconstitucional, formal e materialmente, que já está revogado, que suas faculdades são normais, que sua formação foi de boa qualidade e que não são nem incompetentes e nem ignorantes jurídicos e que não devem ir para os divãs e sim para os parlamentos municipais, estaduais e federais pressionar seus representantes a mudar a legislação de forma nacional e aos tribunais em busca de Justiça. Mostrar que temos o Direito e que lutaremos até a extinção desta anomalia que sobrevive neste País ainda longe de ser verdadeiramente Democrata.

    Em breve serei um advogado. Estarei a disposição das camadas mais pobres que hoje passam ao largo dos escritórios por falta de ter dinheiro para pagar honorários cobrados até pelo “bom dia” da secretária. Em breve, advogados serão profissionais acessíveis a todos, todos poderão lutar por seus direitos de consumidor, de trabalhador e de cidadão sem preocupação com os honorários a pagar. Em breve, serei mais um trabalhador brasileiro, sem status, sem grandes patrimônios, mas com condições de por o pão na mesa e manter minha família com o meu trabalho. Em breve, este País vai mudar, os tribunais receberão lides mais simples, mas que são importantes na vida de cada cidadão que quer ver seu Direito assegurado. Em breve, um batalhão de novos profissionais vai iniciar sua luta em prol da Democracia, do respeito à Constituição e ao Estado Democrático de Direito, pois trarão em sua bagagem de vida, a lembrança de terem sido vítimas de um sistema criminoso e isto os impulsionará a defender outros desvalidos…

    A narrativa em forma de crônica acima não é o retrato da minha vida e sim, a soma das minhas vivências com relatos de colegas dos mais diversos pontos do Brasil nestes meus mais de 2 anos de luta contra este exame ilegal, imoral e hipócrita da OAB. Relatos ainda mais pungentes, mais sofridos e que retratam a realidade de milhões de bacharéis impedidos de trabalhar, formados por universidades boas para formarem jornalistas, engenheiros, administradores, médicos, mas não bacharéis em Direito segundo a OAB. Pessoas como nós, que perdem emprego, família e a própria alma por se sentirem incompetentes e acreditarem – assim como seus familiares e amigos – no discurso mentiroso que a OAB vem impingindo há anos na mídia a custa de seu lobby econômico, político e estrutural.

    Isto vai mudar. Esta mudando. Hoje já há colegas com OAB para assinar ações, já há políticos – senadores, deputados federais e estaduais, vereadores – apoiando nossa luta, já estamos organizados no Brasil e cada Estado organiza o MNBD nas cidades. A Mídia está abrindo aos poucos suas portas. O MNBD – Movimento Nacional de Bacharéis em Direito irá crescer a cada dia e ganhar forças, primeiro para acabar com este exame ilegal e depois para colocar no cenário nacional jovens calejados pela luta por seu Direito e que estarão prontos para defender o Estado Democrático neste Pais.

    * Reynaldo Arantes
    Bacharel em Direito

  • Giselle Schlabitz - RS // Outubro 10, 2008 às 9:07 am

    A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), do Senado, deve votar, (24/09/2008), o Projeto de Lei 186/06, de Autoria do Senador Gilvam Borges (PMDB-AP), que pretende acabar com o Exame de Ordem no País. O Projeto prevê Mudanças no Estatuto dos Advogados, que delega para a OAB a tarefa de avaliar os candidatos a Ingresso na Profissão.

  • Giselle Schlabitz - RS // Outubro 10, 2008 às 9:16 am

    Este Exame da Oab é feito para REPROVAR em MASSA e fazer Reserva de Mercado.

  • Jorge T. Domingos // Outubro 13, 2008 às 2:00 pm

    A OAB não respeita a Constituição. Como pode ela respeitar os Brasileiros??? Impedido de trabalhar.
    Infelizmente esta situação ocorre aqui no Brasil. Pois os interesses de uma minoria (grupo da OAB que só quer saber do Dinheiro arrecadado dos bacharéis).
    Deixa milhões IMPEDIDOS de trabalharem e praticarem a profissão escolhida.
    O Dinheiro que envolve esta prova corrompe pessoas ligadas a esta prova.
    Que na verdade é mais uma barreira para o jovem brasileiro entrar no Mercado do Trabalho.
    Acorda Brasil!!! Chega!!! De pilantragens e mais pilantragens.
    Fim da Prova e CPI em todas as provas já realizadas.

  • joão de souza // Outubro 14, 2008 às 4:46 pm

    excelentissimos senhores senadores da republica
    no dia 24 deste mês, os senhores tera á oportunidade de mudar a vida de mais de 4. milhoes de brasileiros bachareis em direito no brasil, por isto vamos votar contra a prova da OAB. sendo assim os senadores de todo estados
    terão seus nomes publicados na internete e televisão. e seus eleitores sabera quem foi a favor da prova da OAB. e estaremos mandando links e recados para os seus estados que são representados por vocês. cada senador terá seu nome lembrado pelo brasil todo e quando for tempo de eleição os votos de voces serão contados de forma que sim ou não saberá que a vingança de seus eleitores será maligna.por isto vote certo diga não ao exame da ordem. deixo aqui meus sinceros votos e vai pensando será medido conforme suas atitudes.por favor repasse este recado aos seus companheiros e também a comissão de justiça e estamos de olho nos senadores de goiás, demostenes, marcone que não vencerá o governo de goiás tudo por culpa do alcides que tirou as gratificaçoes dos pequenos trabalhadores e voce e culpado.e a senadora lucia vânia.

  • Ruy Rosado Trindade // Outubro 21, 2008 às 10:38 am

    Escravidão !!! Os Bacharéis do Brasil. São escravos da Oab de suas ALTAS Mensalidades com a prova da Oab.

  • antonio carlos sobral // Outubro 21, 2008 às 9:56 pm

    estou, a favor deste senador a oab não tem capacidade para avaliar-nos pois somos de muito valor para o brasil e para o mundo qeremos o fim desta mafia,fim aos corruptos. antonio carlos sobral do rio de janeiro.

  • Klinger Drumond Cotta Correa neto // Outubro 21, 2008 às 11:40 pm

    p resumir esta questão vou colocar fim estas longas teses de defesa ao exame da oab…
    bem, Clovis Bevilaqua, Sivio Rodrigues, Ruy Barbosa, dentre outros icones do direito prestaram exame da OAB?????? e estes pobres coitados membros superiores da oab, encarariam um exame da oab elaborado por bachareis em direito reprovados????
    Se para minhas perguntas as resposta foram SIM
    tb concordo com o exame

  • Klinger Drumond Cotta Correa neto // Outubro 22, 2008 às 12:02 am

    em tempo…
    Rui Barbosa…

  • TEOTONIO CLAYTON FREIBERG // Outubro 31, 2008 às 7:53 am

    PORTO ALEGRE/RS, 31 de outubro de 2008.

    -> O MNBD- Movimento Nacional dos Bacharéis de Direito, é um movimento que nasceu no Rio Grande do Sul em Junho de 2007, com esteio no PL 186/2006 de autoria do Senador da República Gilvam Borges, o qual trata da “extinção do exame de ordem da OAB”. O MNBD é estruturado com estatuto devidamente registrado, inscrito com CNPJ n˚10.330.626/0001-10, com endereço à Rua Cristovão Colombo n˚ 747, Bairro Floresta, Porto Alegre-RS, CEP 90560 003, representamos os acadêmicos e bacharéis de todo o Brasil. Vimos informamos através desta que: Depois de algumas reuniões entre lideres do MNBD – Movimento Nacional dos Bacharéis de Direito e MBBD – Movimento Brasil, restou homologada a união de ambos, pois a luta é uma só, ou seja: “extinção do exame de ordem aplicada pela OAB” e representar os bacharéis de todos os cursos de graduação do Brasil.

  • Ana Amélia Rochts // Outubro 31, 2008 às 2:22 pm

    Audiência reacende a idéia de extinção:

    Pôr FIM a Prova(R$), com base no princípio constitucional da isonomia, será tema no Senado nesta semana e conta com apoio de Movimento Nacional.

    realização de uma audiência pública no Senado Federal, agendada para a próxima quinta-feira, para discutir a extinção do Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) com o ministro da Educação, Fernando Haddad, reacendeu em todo o Brasil o polêmico debate sobre a real necessidade da prova. A OAB considera a prova indispensável, o que está longe de ser consenso entre as opiniões dos bacharéis e estudantes.

    Com o assunto na pauta dos parlamentares federais da Comissão de Direitos Humanos, a expectativa do Movimento Nacional dos Bacharéis em Direito (MNBD) é que o Projeto de Lei 186/2006, que propõe a abolição do teste, seja votado pelos senadores no início do próximo mês. O fato de já existirem no Brasil advogados que atuam legalmente, mesmo sem a aprovação no Exame de Ordem (ver matéria), reforça o pleito do MNBD.

    “Nós vamos participar do debate em Brasília e vamos convocar os congressistas mato-grossenses a votarem contra o fim do Exame”, declarou o presidente regional da OAB, Francisco Faiad. O MNDB argumenta que o Exame de Ordem fere princípios estabelecidos na Constituição Federal, mas a OAB afirma que é apenas uma maneira de garantir à sociedade a qualidade da prestação de serviços advocatícios.

    “O Exame fere o princípio da isonomia. Quem faz faculdade de Engenharia vira engenheiro, Odontologia, vira dentista, e quem faz Direito não vira nada. Se nenhum outro curso requer exame de aptidão, porque apenas os estudantes de Direito tem que ser submetidos a uma prova para se tornarem advogados?”, questiona o coordenador do MNBD, Emerson Rodrigues.

    Rodrigues defende também que a constituição prevê o livre exercício do trabalho, se atendidas as qualificações necessárias. “Quando um estudante passa cinco anos na faculdade, ele está se qualificando e não é o teste da OAB que o qualifica. Agora, se for esse o papel do Exame, que o curso de Direito seja abolido e sejam formadas turmas de cursinho para formar candidatos para o Exame de Ordem”, critica o coordenador do movimento.

    Rodrigues argumenta que a aplicação do Exame é uma ferramenta para reserva de mercado. A OAB contesta e diz que os baixos índices de aprovação no Exame de Ordem comprovam a necessidade de um controle eficaz da qualidade dos profissionais que ingressam no mercado jurídico.

    “Nós não queremos limitar o número de advogados, mas sim garantir a capacidade de atuação deles. Os cursos de Direito só aumentam e muitos não têm a mínima qualidade”, fala Faiad. Segundo ele, em Mato Grosso existem 29 faculdades de Direito, que formariam mais de três mil bacharéis ao ano. Na OAB regional estão registrados cerca de sete mil profissionais.

    Rodrigues afirma que a OAB difundiu para a sociedade a idéia de que o bacharel que não passa no Exame é desqualificado. “O Exame não prova nada, é apenas uma maneira de garantir a mercantilização. Não existe advogado nenhum que você vai procurar e ele vai resolver seu problema na hora. Ele consulta livros, pesquisa a jurisprudência, não tem nada decorado. É por isso que o Exame não significa nada. Agora, se o ensino jurídico não está bom, aí é outra discussão, pois cabe ao MEC (Ministério da Educação) fiscalizar”, defende Rodrigues.

    Além do Projeto de Lei 186/2006, de autoria do senador Gilvam Borges (PMDB), outros quatro tramitam na Câmara dos Deputados com a mesma finalidade de extinguir o teste. Com base no modelo da prova da OAB, o deputado Joaquim Beltrão (PMDB) também propôs o projeto 559/2007, para que todos os cursos passem a ter exame de proficiência e vigore o princípio da isonomia.

  • Ana Amélia Rochts // Outubro 31, 2008 às 2:34 pm

    O Exame fere o Princípio da Isonomia.
    Quem faz faculdade de Engenharia vira engenheiro, Odontologia, vira dentista, e quem faz Direito não vira NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADANADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADANADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADANADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADANADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADANADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADANADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADANADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADANADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA NADA ..

  • Ana Amélia Rochts // Outubro 31, 2008 às 2:37 pm

    Mais cenas de muita consciência política, união, e arrojo dos acadêmicos de Medicina na cidade de Porto Alegre. No vídeo abaixo, eles voltam a ensinar aos Bacharéis em Direito como se faz manifestação, e como se deve agir quando se está irresignado com o Estado.

    Recentemente fui informado pelo Dr. Emerson, Presidente Nacional do MNBD, que o Movimento vem recebendo apoio e forte aproximação dos acadêmicos de Medicina, o que faz acreditar, segundo ele, que os propósitos do MNBD, com esse apoio contundente, efetivamente decolem.

    Você, Bacharel em Direito, prepare-se para ir a Brasília. Bandeiras do seu Estado, faixas “agradecendo” a Itamar Franco, nariz de palhaço, apitaço, latas, tudo isso vale como manifestação, eis que os Bacharéis em Direito foram privados de exercerem sua profissão, mesmo contra a ordem e os princípios constantes da Carta Republicana.

    veja:http://www.youtube.com/watch?v=muukgNaQX4o

    Ismair Junior Couto

    MNBD . Curitiba . Paraná

  • José Raimuldo Montovani Carmona // Novembro 3, 2008 às 4:02 pm

    -> Por que somente os bacharéis em Direito são obrigados a fazer um exame, para a verificação de sua aptidão profissional?
    -> Por que os médicos, que lidam com a vida humana, estão isentos dessa exigência?
    ->Por que o Congresso Nacional não se preocupou com o exercício da engenharia por “profissionais despreparados”. Será que um engenheiro, que não fez um “exame de ordem”, não poderia ser potencialmente mais danoso para a sociedade, podendo causar o desabamento de um prédio de quarenta ou cinqüenta pavimentos, do que um advogado, que pode apenas causar a perda da liberdade ou da propriedade, de seu cliente?
    -> Enfim, para explicar de maneira bem simples: se todos são iguais perante a lei – e não poderia ser diferente, em um Estado que se diz republicano e democrático –, qual poderia ser a razão para que os bacharéis em direito, somente eles, sofressem esse tipo de discriminação?

  • José Raimundo Montovani Carmona // Novembro 3, 2008 às 4:09 pm

    Não podemos esquecer que existem milhares de bacharéis em Direito que estão sendo impedidos de trabalhar, em decorrência desse Exame -MALDITO e Inconstitucional. Muitos outros, evidentemente, por não possuírem a tal Carteira da Ordem, estão sendo forçados a trabalhar em troca de salário vil.
    São aqueles que se encontram no chamado “limbo”: Não são mais |Estagiários, mas também não são ainda Advogados.
    O que eles seriam????

  • Antonio Sebastião // Novembro 4, 2008 às 3:39 pm

    ###Reserva de MERCADO – Os Advogados são os mais espertos…
    Pra que concorrência??? VIVA A PROVA… Ahaaa!!!! ahaaa!!! ahaaa…

  • Cláudio Franciulli // Novembro 19, 2008 às 8:04 am

    Ufrgs encerra polêmica do diploma

    Universidade vai retomar título de médico para graduados em Medicina; o mesmo ocorrerá na UFCSPA

    CORREIO DO POVO

    PORTO ALEGRE, SEXTA-FEIRA, 14 DE NOVEMBRO DE 2008

    A Ufrgs retomará o título de médico nos diplomas do curso de Medicina. A medida, anunciada ontem pelo reitor Carlos Alexandre Netto, finaliza na instituição a polêmica criada a partir da expedição dos documentos com a denominação de bacharel. O mesmo acontecerá na Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA). Desde a renovação do ato de reconhecimento de curso em 2007, os profissionais formados eram considerados bacharéis em Medicina no diploma. Isso aconteceu com três turmas da Ufrgs e uma da UFCSPA e atingiu 300 estudantes, depois da vigência de portaria do Ministério da Educação (MEC) que introduziu a nova titulação. Esses profissionais poderão pedir a emissão de uma segunda via do diploma.

    As duas instituições realizaram consulta ao MEC para esclarecer as regras. Segundo Carlos Alexandre, a posição passada pelo governo federal é que as universidades têm autonomia para decidir sobre o tema. O reitor enfatizou que a denominação de médico ou bacharel não altera em nada a certificação do estudante. ‘Mas diante da insatisfação da comunidade acadêmica, decidimos retomar a denominação anterior. Temos, agora, um documento do MEC que permite essa medida’, afirmou.

    O reitor ressaltou ainda que os diplomas expedidos com o título de bacharel têm a mesma validade, mas os alunos que desejarem alterá-los poderão solicitar a segunda via do documento. ‘O termo bacharel em Medicina continuará valendo’, salientou. A reitora da UFCSPA, Miriam Oliveira, disse que não houve qualquer tipo de prejuízo na atividade profissional dos formandos que receberam os diplomas de bacharéis. ‘Mas a partir de agora temos uma resposta definitiva para emitir o diploma da maneira tradicional’, observou.

    A decisão de retomar o modelo antigo de diploma teve motivação nas diferentes manifestações realizadas pela comunidade acadêmica. Em outubro, um grande ato reuniu em Porto Alegre universitários de 11 faculdades do Estado contra a mudança. O Conselho Regional de Medicina do RS (Cremers) expediu ofício às instituições para comunicar que não registraria diplomas de bacharel em Medicina, somente aqueles com o título de médico.

  • Neide // Novembro 19, 2008 às 9:27 am

    Se um curso de 5 anos e um estágio obrigatório curricular da universidade de 1 ano e 1/2 não é capaz de capacitar o aluno exercer a profissão então acabem com o curso!
    Quem tem que julgar a ética do advogado é a OAB, quem tem que avaliar o curso é o MEC que autoriza sua implantação, e quem avalia a competência do advogado é o mercado de trabalho.
    Isso não passa de lobismo puro e simples,só não ver quem não quer.

  • Douglas Costa Pinto // Novembro 23, 2008 às 2:12 pm

    EXAME PERTO DO FIM

    Armando Acioli

    Jornal O Popular (Goiás)

    07.10.2008

    No artigo de 27/5/08 analisamos o teor inconstitucional e excepcional do Exame de Ordem da OAB. Hoje vamos nos referir ao projeto de lei 186/06, de autoria do senador Gilvam Borges (PMDB-AP). O projeto do senador do Amapá altera os artigos 8º, 58 e 84 da Lei 8.906, de julho de 1994, para abolir o Exame de Ordem, que é exigido para se inscrever como advogado na Ordem dos Advogados do Brasil. Pelo artigo 1º do referido projeto, o inciso II do artigo 44 da Lei 8. 906, de 4/7/94, passa a vigorar com a seguinte redação: “promover, com exclusividade, a representação, a defesa e a disciplina dos advogados em toda a República Federativa do Brasil”.

    O projeto de lei, que deverá ser acolhido na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado, dispõe no seu artigo 3º: Ficam revogados o inciso IV e o parágrafo 1º do artigo 8º, o inciso VI do artigo 58 e o artigo 84 da Lei 8.906, de 4 de julho de 1994. Entre outros argumentos, o senador justifica a revogação do Exame de Ordem da OAB, afirmando: “Se, por um lado, tentar-se argüir que a intenção do assim chamado Exame de Ordem seria avaliar o desempenho das instituições de ensino, não nos parece razoável que o ônus recaia sobre o aspirante a advogado, ainda mais porque o Ministério da Educação já se responsabiliza pela aplicação do Exame Nacional de Cursos com esse objetivo”, explica ele.

    Também é imperioso que o Movimento Nacional dos Bacharéis em Direito se mobilize para ingressar no Supremo Tribunal com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) do artigo 8º, inciso IV, inserido no Estatuto da classe. Ele é que impõe a aprovação no exame para se inscrever nos quadros da OAB.

    Aliás, o Movimento Nacional dos Bacharéis em Direito, que reúne milhares deles, luta em todo o País para banir a discriminatória prova. Vejamos alguns depoimentos de repúdio ao exame. O senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) adverte: “O Ministério da Educação não deve permitir que os brasileiros sejam impedidos de exercer uma profissão para a qual se formaram. Na hipótese de o curso superior ser insatisfatório, acredito que o bacharel poderá aperfeiçoar seus conhecimentos na prática profissional”, pondera.

    Do promotor de Justiça Pedro Oto de Quadros: “O Exame de Ordem é inconstitucional. O livre exercício da profissão é garantido pela Constituição”. Para o deputado Max Rosenmann (PMDB-PR), “o exame é uma reserva de mercado. Isso não se justifica, pois pelo tamanho do País há muitas oportunidades de trabalho. Precisamos combater o exame em favor da democratização do trabalho. A velha OAB, que defendia a democracia, já foi enterrada”, enquanto o deputado Edson Gonçalves (PV-BA) afirma: “A OAB não tem competência constitucional para avaliar cursos universitários. Não é apenas uma questão de reserva de mercado, mas também um princípio ideológico para manter privilégios”, enfatiza.

    O presidente do Movimento Nacional dos Bacharéis em Direito (MNDB), Emerson Rodrigues, em audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa, verberou: “O Exame de Ordem não aprova nada, massacra os bacharéis e serve apenas para engordar os ‘bolsos’ dos cursinhos. Se os cinco anos não conferem qualificação, como uma única prova pode conferir?”, indaga ele. O presidente estadual do Movimento Nacional dos Bacharéis em Direito (RS) , Itacir Flores, declara que a “OAB está promovendo a privatização e a elitização da profissão ao exigir o exame para habilitação de advogados”. Membro do MNDB, João Antônio Volante diz: “Com o exame, a OAB cerceia o direito do cidadão ao exercício profissional”.

    O deputado estadual Flávio Bolsonaro (PP-RJ) vê a prova da OAB como mecanismo para “aterrorizar os bacharéis em Direito”. Aprovado no exame, ele disse que vários de seus colegas, “todos bem preparados, não conseguiram a aprovação e ficaram prejudicados no exercício da profissão. A OAB não tem condições de fazer avaliação”, sustenta o parlamentar.

    Tendo por relator do projeto de Gilvam Borges o deputado Magno Malta (PR-ES) e com a mobilização do Movimento Nacional dos Bacharéis em Direito, tudo indica que o inconstitucional Exame da OAB está perto do fim.

  • Luciana // Novembro 24, 2008 às 2:56 pm

    OK, mas o que realmente podemos fazer na prática? E se fizermos uma lista com 1 milhao de nomes que são contra a OAB, conseguiriamos mudar ? Precisamos ir para a prática, mas como?

  • Maria Noronha - MG // Dezembro 1, 2008 às 8:43 am

    É evidente que o referido Exame de Ordem da OAB (R$) é inconstitucional, em primeiro lugar, porque atenta contra o princípio da isonomia, quando estabelece um tratamento discriminatório, apenas para os bacharéis em direito. Ademais o tal prova foi instituído pelo provimento da OAB, que retirou as competências do Congresso Nacional e do Presidente da República, tornando-se, por essa razão, formalmente inconstitucional.

  • Maria Noronha - MG // Dezembro 1, 2008 às 8:46 am

    É um tratamento DISCRIMINATÓRIO, apenas para os Bacharéis em Direito.

  • Monica Rosa Henriques // Dezembro 1, 2008 às 11:42 am

    Fiz o ultimo exame, passei na 1ª fase, mas não passei na 2ª. Estudei muito, com sacrifício, perdia o sono e ia estudar, trabalhava, comprei livros caros de doutrina e códigos, fiz cursinho, mas não passei. Devo ter gasto no mínimo uns R$ 20.000.
    Posso não ter sido a melhor da turma, mas estive entre os melhores. Por isso, não admito que venham dizer que não me esforcei. Minha família sofreu e sofre junto comigo. Tenho um diploma mas não me serve de nada, “NEM ESTAGIARIA eu sou… ESTOU DESEMPREAGADA… ENDIVIDADA!”

    Conheço Advogados Renomados, Competentes e Honestos (QUE NÃO FIZERAM A EXAME DA OAB). Há JUÍZES, DESEMBARGADORES E MINISTROS de ALTÍSSIMO SABER JURÍDICO, que NÃO fizeram exame da OAB, construiram-se ao longo de uma vida dedicada ao trabalho, ao estudo do Direito, com responsabilidade e zelo para prestar um bom serviço a sociedade e se tornar o que são hoje em dia. Só quero ter a mesma oportunidade, de me construir, de ser responsável e competente e mostrar que sou digna de exercer a profissão para qual me dediquei por 5 anos de estudos.

    Em todas as profissões há bons e maus profissionais e não é o exame da OAB que consegue evitá-los, prova disto são os maus que estão trabalhando regularmente, segundo o exame da OAB.

  • JOSÉ TADEU PINASA // Dezembro 2, 2008 às 8:02 am

    E por falar em OAB/GO, o que foi apurado a respeito das fraudes no Exame de Ordem, que foram descobertas na “Operação Passando a Limpo”, da PF, quando foram presos 12 dirigentes da OAB???

    1) Alguém já foi responsabilizado???

    2) Alguém já teve a carteira cassada???

    3) Ou foram todos absolvidos???

  • JOSÉ TADEU PINASA // Dezembro 2, 2008 às 8:18 am

    Prezados companheiros

    Informamos que no próximo dia 03/12/2008, estaremos promovendo, a pedido do MNBD, com apoio do presidente da CDH da Câmara Federal, audiência pública para debatermos o tema “exame de ordem”. Local: Câmara dos Deputados.

    Além do Presidente da OAB e do Ministro do MEC, também destacamos os indicados pelo MNBD:

    Dr. Francisco Cezar Rodrigues – Desembargador aposentado do TJ-SP

    Dr. Marco Aurélio – Ministro do STF

    E a presença dos presidentes estaduais do MNBD de todo o Brasil e colegas que não se acomodam com está excrescência que está acontecendo no Brasil.

    No dia 01/12 estaremos chegando a Brasília na companhia dos seguintes companheiros que já confirmaram presença:

    Dr. Carlos Nina – Presidente MNBD-MA (advogado, foi promotor de justiça e Juiz de 1979 a 1996, e presidente da OAB-MA e conselheiro federal da OAB no período de 2000 a 2003)

    Dr. Itacir Flores – Presidente MNBD-RS

  • Hélio Sarará Mendez Filho // Dezembro 2, 2008 às 2:38 pm

    O Projeto de Lei (PLS 186/06) que propõe alterações no Estatuto da Advocacia para Abolir o (R$)Exame da Ordem(R$), exigido para registro na Ordem dos Advogados do Brasil, corrige uma distorção que atinge milhares de pessoas em todo o país. A opinião é do autor do projeto, senador Gilvam Borges (PMDB-AP), que participou nesta quinta-feira (13) de uma audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).

    Segundo Gilvam, o exame é desnecessário, pois o próprio mercado de trabalho se encarrega de selecionar os profissionais e separar os bons dos maus advogados.

    - Não posso tolerar a argumentação falaciosa baseada em premissas equivocadas e que mantém uma prática que, sob todos os aspectos, prejudica os estudantes e formados em Direito em todo o país – afirmou o senador.

    Para Gilvam Borges, o Exame da Ordem é “uma cruel e injusta reserva de mercado”, que passa por cima da autoridade do Ministério da Educação e beneficia somente os milhares de cursinhos criados para preparar os bacharéis para o exame. Alguns desses cursinhos, segundo o senador, têm cobrado até R$ 3 mil para preparar o candidato para a prova.

    Em sua argumentação, Gilvam Borges informou ainda que apresentou um outro projeto de lei para punir universidades e faculdades particulares que não atendam aos interesses dos alunos.

  • Hélio Sarará Mendez Filho // Dezembro 2, 2008 às 2:41 pm

    O nobre Senador Wellington Salgado (PMDB-MG) defendeu a extinção do exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que classificou de discriminatório. Ele lembrou que o Ministério da Educação é o responsável pela habilitação de cursos e faculdades e observou que, se há desqualificação das instituições de ensino no país, é dever do ministério não permitir o funcionamento desses estabelecimentos.

    Para Wellington Salgado, o exame seleciona e discrimina. Como profissional da área de educação, ressaltou que uma prova pode ser elaborada com o objetivo de aprovar ou de reprovar, bem como de favorecer determinados segmentos. O senador contou, por exemplo, que a prova da OAB no estado de Goiás é elaborada por um ex-reitor. Numa situação como essa, afirmou o senador, a prova pode ter sido feita visando beneficiar os estudantes da universidade em que trabalhou.
    Fonte: Iara Farias Borges / Agência Senado Federal

  • Hélio Sarará Mendez Filho // Dezembro 2, 2008 às 2:45 pm

    O Nobre Deputado Federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) criticou de forma veemente a realização de exame pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para registro dos bacharéis em Direito.

    - Devemos derrubar as paredes da Ordem, que estão blindadas. E, se estão blindadas, é porque tem um cofre lá dentro – afirmou o deputado, ao considerar a realização do exame como uma estratégia para o enriquecimento do órgão.

    Também contrário ao exame, o deputado estadual Flávio Bolsonaro (PP-RJ) classificou a prova da OAB como mecanismo para “aterrorizar” os bacharéis em Direito. Tendo sido aprovado no exame, o deputado ressaltou que muitos de seus colegas, “todos bem preparados”, não conseguiram a aprovação e ficam prejudicados no exercício da profissão. A Ordem, afirmou, não teria condições de fazer tal avaliação.

    - Quem tem a legitimidade para avaliar um bacharel? O Ministério da Educação, que tem função constitucional para tanto, e as faculdades, com docentes preparados, ou um conselho sem formação para tal? – questionou ele.

    Para o deputado Max Rosenmann (PMDB-PR), a OAB estaria usando a prova para reduzir a concorrência no mercado do trabalho.

    - O exame é uma reserva de mercado. Isso não se justifica pois, pelo tamanho do país, há muitas oportunidades de trabalho. Precisamos combater o exame, em favor da democratização do trabalho. A velha OAB, que defendia a democracia, já foi enterrada – opinou ele.

    O debate, na opinião do deputado Edson Gonçalves (PV-BA), não é sobre o valor da OAB, mas sobre a eficiência da prova. Para o parlamentar, “além de inócuo, o exame é inconstitucional”.

    Gonçalves considera verdadeiro o argumento de que muitos cursos de Direito são fracos, mas a solução, afirmou, não pode ser o exame para os egressos da graduação.

    - A OAB não tem competência constitucional para avaliar cursos universitários. Não é apenas uma questão de reserva de mercado, mas também um principio ideológico para manter privilégios – afirmou.

    Fonte: Iara Guimarães Altafin / Agência Senado

  • Hélio Sarará Mendez Filho // Dezembro 2, 2008 às 2:51 pm

    O nobre Deputado Federal Jair Bolsonaro (PP-RJ)
    “Devemos derrubar as paredes da Ordem PROVA(R$), que estão blindadas.
    E, se estão blindadas, é porque tem um Cofre(R$) lá dentro”…

  • Adelina P. Steinbrenner // Dezembro 3, 2008 às 7:39 am

    Exame da OAB para exercício da Advocacia pode ser EXTINTO:

    O Projeto de Lei 2195/07, do deputado Edson Duarte (PV-BA), acaba com a exigência do exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para o exercício da profissão de advogado. Segundo o parlamentar, os exames da ordem servem como censura à atividade de quem se habilitou em instituição reconhecida oficialmente e funcionam como uma “absurda reserva de mercado”. Ele lembra que muitos graduados em Direito não podem exercer a advocacia por causa desta exigência.

    Edson Duarte destaca que nenhuma outra profissão exige essa avaliação pós-faculdade, feita por um ente privado. “A OAB não é faculdade para promover exames e qualificar quem quer seja para o exercício da profissão”, defende. O projeto modifica a Lei 8.906/94 (Estatuto da Advocacia).

    Tramitação
    O projeto tramita em conjunto com os PLs 5801/05 e 5054/05 e será analisado em caráter conclusivo pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

    Íntegra da proposta:
    - PL-2195/2007
    - PL-5801/2005
    - PL-5054/2005

    Notícias anteriores:
    Conselho Federal da OAB poderá centralizar exame de ordem
    Projeto permite que advogado escolha entre estágio e exame da OAB

    Reportagem – Cristiane Bernardes
    Edição – Pierre Triboli

  • Adelina P. Steinbrenner // Dezembro 3, 2008 às 7:46 am

    Pode ser Extinto Exame da OAB.

    Para o Deputado Sr. Edson Duarte, os exames da ordem funcionam como uma “Absurda Reserva de Mercado”.
    O Projeto de Lei 2195/07, do deputado Edson Duarte (PV-BA), acaba com a exigência do Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para o exercício da Profissão de Advogado.

    Reportagem – Cristiane Bernardes
    Edição – Pierre Triboli

    (Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura ‘Agência Câmara’)
    Laycer Tomaz
    Agência Câmara
    Tel. (61) 3216.1851/3216.1852
    Fax. (61) 3216.1856
    E-mail:agencia@camara.gov.br
    RCA

  • Adelina P. Steinbrenner // Dezembro 3, 2008 às 7:48 am

    Para o Deputado Edson Duarte, os exames da ordem funcionam como uma “Absurda Reserva de Mercado”.

  • RONALDO GREDERIS JAQUES // Dezembro 3, 2008 às 8:46 am

    Quando percebemos que ainda há homens com uma posição firme e decisiva, é sinal que no Brasil ainda podemos sonhar com um País Democrático e mais Justo!!

    Apartir deste momento acreditamos que com o pronunciamento do Excelentíssimo Ministro do Supremo Tribunal Federal:
    Dr. Marco Aurélio Mello que é CONTRA o Exame da Oab.

    Há sempre uma esperança para quem luta, eis que surge uma luz no fim do túnel a qual começou a brilhar de forma intensa, pois enquanto que nós do MNBD, vimos há mais de um ano afirmando e provando que o exame de ordem da OAB é inconstitucional, uma excrescência, reserva de mercado, o qual serve somente para engordar os bolsos dos donos de cursinhos Brasil a fora e rechear os cofres da OAB, não éramos ouvidos.

  • RONALDO GREDERIS JAQUES // Dezembro 3, 2008 às 8:53 am

    Diz o Ministro Marco Aurélio Mello que abordou a importância da Constituição de 1988 no Brasil. Enfatizou também que a vida acadêmica não deve ser restrita à sala de aula. “Não podemos deixar que o término do curso de bacharel seja a véspera da decepção é preciso haver uma preparação”, disse. Ao final, criticou o exame de ordem. “Não verificamos provas como o exame de ordem em outras profissões”, afirmou. “Devemos deixar a seleção a cargo do próprio mercado”.

  • RONALDO GREDERIS JAQUES // Dezembro 3, 2008 às 8:57 am

    Excelentíssimo Doutor Ministro Marco Aurélio Mello: Foi com imensa alegria e grande satisfação que na data de hoje li no site da Ordem dos Advogados do Brasil vossa posição sobre o famigerado exame da OAB. É com orgulho que vejo uma autoridade como Vossa Excelência tomar uma posição contra os interesses corporativos da OAB.

  • Jurandir Thenorio Negrão // Dezembro 8, 2008 às 7:52 am

    Jornal da Lei / 28/10/2008

    Comissão do Senado avalia extinção do Exame de Ordem

    Fonte: Maurício Macedo

    Criado em 1994, o Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) ainda continua gerando contestações. A avaliação – que concede ao bacharel em Direito a possibilidade de atuar na advocacia – foi instituída quando da sanção do Estatuto da OAB (Lei da Advocacia 8.906/94).
    A cada ano, dezenas de milhares de candidatos tentam a aprovação no teste em todo o Brasil. Muitos, sem sucesso. Esta situação mobilizou um grupo de bacharéis que, em 2007, passou a questionar a legitimidade da prova. “Acreditamos que o exame é inconstitucional. Não cabe a uma entidade privada decidir se alguém pode ou não entrar no mercado. Até porque superamos um vestibular e cursamos uma faculdade reconhecida publicamente que é o único capaz de decidir sobre a questão”, argumenta o presidente do Movimento Nacional dos Bacharéis em Direito (MNBD) no Estado, Itacir Flores.
    Para terminar com o exame, o grupo abriu duas frentes de luta: uma política e outra jurídica. “Ingressamos com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) no Supremo Tribunal Federal (STF). Além disso, estamos pressionando o Congresso a aprovar alguns projetos”, relata Flores.
    Um deles, do senador Gilvam Borges (PMDB-AP), que está para ser votado nesta semana na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, prevê a extinção da prova. Mas existem outros, como o do deputado gaúcho Pompeo de Mattos (PDT), propondo que qualquer bacharel que tenha feito ou que faça uma pós-graduação possa ingressar na OAB sem prestar o exame. Para o MNBD, a Ordem tem interesse em manter a prova como forma de aumentar a arrecadação. “Só no Rio Grande do Sul gira em torno de R$ 1 milhão”, afirma Flores. “É por isso que menos de 20% dos candidatos são aprovados para que eles continuem arrecadando.”
    O presidente da Comissão de Exame de Ordem da OAB-RS, Carlos Alberto de Oliveira, rebate as críticas. “Se a intenção fosse arrecadar, deveríamos aprovar todos os candidatos já que a taxa de anuidade da OAB é bem maior do que o custo da prova”, alega.
    Oliveira diz que a sociedade reconhece a importância da avaliação. “Comprova que o bacharel aprovado teve uma formação adequada. Além disso, o exame também tem sido um motor de aperfeiçoamento dos cursos jurídicos”. Ele ainda levanta uma dúvida. “Eu me pergunto se a prova não existisse como estaria o ensino jurídico no nosso País?”.

    Estágio não-remunerado do STJ será suspenso em janeiro
    O programa de Estágio Não-Remunerado do Superior Tribunal de Justiça (STJ) será reformulado e está suspenso em janeiro de 2009. Ele foi criado em julho de 2004 como forma de promover a extensão do estágio – restrito aos alunos dos cursos de Direito em funcionamento no Distrito Federal – aos estudantes de todo o País.
    Com a nova Lei 11.788, o programa deverá seguir outros parâmetros, pois a medida determina que o estagiário receba bolsa ou outra forma de contraprestação, não prevendo o estágio não-remunerado.

    OAB defende presença de advogados em Juizados Especiais
    A OAB decidiu, de forma unânime, reivindicar, junto aos senadores e deputados que compõem a bancada dos advogados no Congresso Nacional, a apresentação de projeto de lei, na Câmara ou no Senado, tornando obrigatória a presença de advogados nos feitos promovidos perante os Juizados Especiais no âmbito federal.
    O plenário do Conselho Federal também decidiu apoiar o PL 6.223/05, do deputado Tarcísio Zimmermann (PT-RS), que estabelece que o Imposto de Renda relativo a salários atrasados seja calculado pela tabela do mês em que deveriam ter sido pagos. Na avaliação da entidade, o credor, verificando a impontualidade do devedor, não deve incidir sobre o montante das parcelas acumuladas o pagamento de tributo.
    Com base neste entendimento, a OAB se posicionou no sentido de que a Comissão de Estudos Parlamentares da Casa acompanhe esse projeto, que tramita em caráter conclusivo na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara.

  • Jurandir Thenorio Negrão // Dezembro 8, 2008 às 8:42 am

    MPF denuncia presidente da OAB por prevaricação

    Segundo Ministério Público, Miguel Cançado e ex-presidente da Comissão do Exame de Ordem aceitaram inscrições fora do prazo.

    Fonte: Jornal O Popular

    por Waldineia Ladislau

    O procurador da República Hélio Telho Corrêa Filho ofereceu denúncia contra o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil em Goiàs (OAB-GO), Miguel Cançado, e o ex-presidente da Comissão de Exame de Ordem, Eládio Augusto Amorim Mesquita, por aceitarem inscrição fora do prazo no Exame de Ordem de candidatos amigos.

    A denúncia foi baseada em inquérito da Polícia Federal (PF) na operação Passando a Limpo, que, de dezembro de 2006 a março de 2007, investigou denúncias, uma delas partida da própria OAB-GO, de que estariam ocorrendo irregularidades nas provas para bacháreis e estudantes conseguirem a carteira de advogado e de estagiário.

    A PF desmembrou a investigação que apura outros crimes, principalmente a venda de provas. Na denúncia, o representante do Ministério Público Federal (MPF) oferece a possibilidade de transação penal, já que prevaricação (prática de ato de funcionário público contrário à lei) é crime de menor potencial ofensivo, com penas previstas de um mês a um ano de detenção e, conforme a Lei 9.099/95 (lei dos Juizados Especiais), pode-se suspender o processo, mediante a aceitação de condições. O MPF oferece aos dois, em troca do processo criminal, a prestação de serviços jurídicos na Vara de Execuções Penais de Goiânia.

    Tanto Miguel Cançado quanto Eládio Mesquita descartaram, ontem, em entrevista ao POPULAR, a possibilidade de transação penal. Reservando-se para comentar sobre o caso após tomar conhecimento do inteiro teor da denúncia, o presidente da OAB-GO disse que, se a acusação é de prevaricação, a considera descabida, já que o crime só pode ser praticado por funcionário público. Além disso, salientou que está tranquilo, pois suas ações são sempre transparentes.

    Miguel Cançado disse ainda que considera desperdício de tempo e dinheiro movimentar a máquina do Judiciário e do MPF para uma questão tão sem importância, afirmando que, na realidade, nem ao menos houve a aceitação de inscrição fora do prazo legal.

    Eládio Mesquita tentou explicar que as inscrições, na verdade, não foram feitas apos a data. E considerou estranho que, nos 20 anos que atuou como presidente da Comissão de Exame de Ordem nunca tenha recebido salário e, agora, é acusado de crime típico de funcionário público.

  • Alexandre // Janeiro 6, 2009 às 5:47 pm

    Pessoal essa merda de prova só serve para Arrecadar mais dinheiro para essa maldita OAB que não serve para nada, aqui em MG a inscrição para ser fazer a prova é de 155,00 cento e cinqüenta reais, mais caro que inscrição para um concurso de nível superior ou vestibular, me pergunto onde vai tanto dinheiro arrecadado, e porque este valor alto para se fazer uma prova?, Agora a pergunta que não quer calar, me diga qual advogado que na hora de fazer qualquer peça, petição qualquer coisa não olha nos livros e sites, me pergunto algum ser anormal que faz tudo de cabeça?, Abraços quero deixar aqui registrado que também sou contra essa maldita prova, e quem fala que passou de primeira duvido muito , não sou obrigado a guardar tudo de cabeça principalmente em matérias que não gosto tenha dó, já basta os professores que nos enrolaram na faculdade por cinco anos.

  • Amanda // Janeiro 7, 2009 às 7:11 am

    Na verdade o que ocorre é uma falta de respeito e uma grande robalheira,pois concordo que o valor está um absurdo e a prova nao tem necessidade de ter esse grau de dificuldade,deve riam ter um minimo de censo,pois a gente nao gasta somente com valor de prova nao,gastamos ainda com cursinhos e outras despesas que acabam gerando…gostaria também de saber se existe algum advogado que nunca precisa consultar codigos e artigos para montar defesas,petiçoes etc….se esse advogado existir que se manifeste,pois queremos saber o segredo da decoreba..

  • claudio jose waidman // Janeiro 7, 2009 às 9:57 am

    Gostária,da extinção da oab, pois os alunos ficam 5 anos de estudos para fazerem em 5 horas que se apreendeu, vamos deixar os bachareis trabalhar, ate uma ministra disse relaxa e goza em rede nacional ,vamos lá ajude a aprovar uma lei acabamdo com esse ridiculo exame e todos serão feliz .

  • Neuza Bauleassig - PI // Janeiro 8, 2009 às 2:39 pm

    Ou ACABA!!! esta PR$VA, para os Bacharéis em Direito
    OU PROVA PARA TODOS OS CURSOS SUPERIORES DO BRASIL.
    Todos:
    Médicina, engenharia, odonto, farmácia, arquitetura etc…

  • Hugo // Janeiro 19, 2009 às 2:05 pm

    Preço da inscrição na prova OAB/RJ: R$ 135,00
    Preço do Curso para a primeira fase: R$ 750,00
    Documentos e autenticações: R$ 25,00
    Passagem: R$ 4,40
    Lanches (5 horas de prova) R$ 20,00
    Total : R$ 934,40

    Adicione a isso, as noites sem dormir, 5 anos de faculdade, horas e horas de estágio, e se não passar na primeira fase, é preciso fazer tudo de novo.
    É uma indústria.
    Tive um professor, que nos orientou a entrar com uma ação na justiça federal a fim de obter a isenção das custas para a prova. Afinal somos estagiários e não podemos trabalhar, pergunto, alguém consegue a liminar para não pagar a esta exploração ?
    É claro que não, a Exma. Dra, Juíza em sua fundamentação alega que a pobre OAB não dispõe de recursos para aplicar a prova sem que TODOS paguem.
    É isso meus amigos, estamos sujeitos a esta reserva de mercado. O exame da OAB se tornou uma interminável fonte de renda para os cursos e para a OAB.
    Quem vai conseguir acabar com isso ?
    Sou formado, fiz 49 pontos no último exame. Fiquei doente por causa desta prova e simplesmente não posso assinar as minhas peças.
    Minha sorte é que tenho amigos, que assinam para mim e pago a advogados audiencistas para fazerem as minhas audiências.
    É o único jeito de não passar fome, pois a OAB só quer saber de dinheiro.
    Um amigo meu, não conseguiu pagar a extorsiva anuidade e ficou impedido de trabalhar.
    Que órgão é esse ?
    Tenho nojo da OAB.

  • Bruno // Janeiro 20, 2009 às 5:08 pm

    O valor dispendiado para a avaliação do exame de ordem é considerável, mas o principal problema financeiro da grande maioria que faz o exame de ordem é arcar com as despesas de cursinho. Raciocinem comigo, tentam varias vezes ate passarem e passam quanto ficam semestres sentados em bancos de aprendizado denominados de cursinhos. Mesmo com este aprendizado adquirido nos cursinhos, nós profissionais do direito, notamos constantemente jurisdicionados prejudicados por erros grosseiros de seus advogados. Estes mesmos advogados que passaram pela “peneira” qua tantos criticam. Obviamente que com a extinção da “peneira” os bacharéis não sentarão em bancos de aprendizados enquanto com a carteira da OAB em mãos. Os péssimos estudantes de direito merecem legitimidade para arruinar a vida de um jurisdicionado? O fim do exame da OAB é uma afronta a toda sociedade. A permanência do exame da OAB é uma luta da secretária do lar que exige o direito de receber o 13° salário, do acidentado de trânsito que teve a infelicidade de ficar inválido que procura receber por direito o seguro DPVAT (que não são pagos pelas seguradoras), do recém nascido que através de sua mãe procura receber pensão para se alimentar, ou seja, toda a sociedade.
    O senador Gilvam Borges e eu temos algo em comum. Não conseguimos responder a pergunta: Porque médicos e engenheiros não precisam passar pela “peneira” e nós profissionais do direito precisamos?
    Um absurdo isso! Quando um cidadão vai a 3 consultórios médicos, ele obtém exatamente 3 diagnósticos totalmente diferentes. Isso é o bom exercício da medicina?
    Engenheiros assinam obras feitas por mestres de obras, será que ninguem nunca viu nenhuma construção cair?
    Concluimos então que a “peneira” é extremamente necessária! Na advocacia, na medicina, na engenharia e porque não na política?
    Alguem ja pensou que um senador, um deputado e um vereador tem que saber direito?
    Porque elegermos um leigo total em direito? Para eles contratarem profissionais do direito para fazerem as leis?

  • ALOISIO CARDOSO // Janeiro 21, 2009 às 8:20 am

    -> Tem MENSALÂO – Na OAB é mas no BRASIL…. isso pode???
    Não existe critérios para esta tal prova??? na VERDADE isso é uma MÁFIA CORRUPÇÂO E + CORRUPÇÂO

  • JOÃO OTÁVIO REZEK // Janeiro 26, 2009 às 3:25 pm

    Fim da Prova do Dinheiro…
    CHEGA!!! De Reserva de Mercado.
    Trabalho no BRASIL é pra todos…
    Essa tal prova é coisa do PASSADO…
    FIM!!! URGENTEMENTE!!!

  • Marta Felix da Cunha // Janeiro 29, 2009 às 3:58 pm

    Nos Bacharéis em Direito creditamos que o exame é inconstitucional. Não cabe a uma entidade privada decidir se alguém pode ou não entrar no mercado. Até porque superamos um Vestibular e Cursamos uma Faculdade reconhecida publicamente.

  • Marta Felix da Cunha // Janeiro 29, 2009 às 4:01 pm

    Jornal O Popular – por Waldineia Ladislau

    O Procurador da República Hélio Telho Corrêa Filho ofereceu denúncia contra o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil em Goiàs (OAB-GO), Miguel Cançado, e o ex-presidente da Comissão de Exame de Ordem, Eládio Augusto Amorim Mesquita, por aceitarem inscrição fora do prazo no Exame de Ordem de candidatos amigos.

    A Denúncia foi baseada em inquérito da Polícia Federal (PF) na operação Passando a Limpo, que, de dezembro de 2006 a março de 2007, investigou denúncias, uma delas partida da própria OAB-GO, de que estariam ocorrendo irregularidades nas provas para bacháreis e estudantes conseguirem a carteira de advogado e de estagiário.

    A PF desmembrou a investigação que apura outros crimes, principalmente a Venda de Provas. Na denúncia, o representante do Ministério Público Federal (MPF) oferece a possibilidade de transação penal, já que prevaricação (prática de ato de funcionário público contrário à lei) é crime de menor potencial ofensivo, com penas previstas de um mês a um ano de detenção e, conforme a Lei 9.099/95 (lei dos Juizados Especiais), pode-se suspender o processo, mediante a aceitação de condições. O MPF oferece aos dois, em troca do processo criminal, a prestação de serviços jurídicos na Vara de Execuções Penais de Goiânia.

    Tanto Miguel Cançado quanto Eládio Mesquita descartaram, ontem, em entrevista ao POPULAR, a possibilidade de transação penal. Reservando-se para comentar sobre o caso após tomar conhecimento do inteiro teor da denúncia, o presidente da OAB-GO disse que, se a acusação é de prevaricação, a considera descabida, já que o crime só pode ser praticado por funcionário público. Além disso, salientou que está tranquilo, pois suas ações são sempre transparentes.

    Miguel Cançado disse ainda que considera desperdício de tempo e dinheiro movimentar a máquina do Judiciário e do MPF para uma questão tão sem importância, afirmando que, na realidade, nem ao menos houve a aceitação de inscrição fora do prazo legal.

    Eládio Mesquita tentou explicar que as inscrições, na verdade, não foram feitas apos a data. E considerou estranho que, nos 20 anos que atuou como presidente da Comissão de Exame de Ordem nunca tenha recebido salário e, agora, é acusado de crime típico de funcionário público.

  • Marta Felix da Cunha // Fevereiro 13, 2009 às 2:14 pm

    MPF DENUNCIA ->OAB/GO POR PREVARICAÇÃO:

    procurador da República Hélio Telho Corrêa Filho ofereceu denúncia contra o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil em Goiàs (OAB-GO), Miguel Cançado, e o ex-presidente da Comissão de Exame de Ordem, Eládio Augusto Amorim Mesquita, por aceitarem inscrição fora do prazo no Exame de Ordem de candidatos amigos.
    procurador da República Hélio Telho Corrêa Filho ofereceu denúncia contra o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil em Goiàs (OAB-GO), Miguel Cançado, e o ex-presidente da Comissão de Exame de Ordem, Eládio Augusto Amorim Mesquita, por aceitarem inscrição fora do prazo no Exame de Ordem de candidatos amigos.

    A denúncia foi baseada em inquérito da Polícia Federal (PF) na operação Passando a Limpo, que, de dezembro de 2006 a março de 2007, investigou denúncias, uma delas partida da própria OAB-GO, de que estariam ocorrendo irregularidades nas provas para bacháreis e estudantes conseguirem a carteira de advogado e de estagiário.

    A PF desmembrou a investigação que apura outros crimes, principalmente a venda de provas. Na denúncia, o representante do Ministério Público Federal (MPF) oferece a possibilidade de transação penal, já que prevaricação (prática de ato de funcionário público contrário à lei) é crime de menor potencial ofensivo, com penas previstas de um mês a um ano de detenção e, conforme a Lei 9.099/95 (lei dos Juizados Especiais), pode-se suspender o processo, mediante a aceitação de condições. O MPF oferece aos dois, em troca do processo criminal, a prestação de serviços jurídicos na Vara de Execuções Penais de Goiânia.

    Tanto Miguel Cançado quanto Eládio Mesquita descartaram, ontem, em entrevista ao POPULAR, a possibilidade de transação penal. Reservando-se para comentar sobre o caso após tomar conhecimento do inteiro teor da denúncia, o presidente da OAB-GO disse que, se a acusação é de prevaricação, a considera descabida, já que o crime só pode ser praticado por funcionário público. Além disso, salientou que está tranquilo, pois suas ações são sempre transparentes.

    Miguel Cançado disse ainda que considera desperdício de tempo e dinheiro movimentar a máquina do Judiciário e do MPF para uma questão tão sem importância, afirmando que, na realidade, nem ao menos houve a aceitação de inscrição fora do prazo legal.

    Eládio Mesquita tentou explicar que as inscrições, na verdade, não foram feitas apos a data. E considerou estranho que, nos 20 anos que atuou como presidente da Comissão de Exame de Ordem nunca tenha recebido salário e, agora, é acusado de crime típico de funcionário público.

    Fonte: Jornal O Popular /Waldineia L.

  • luiz // Fevereiro 23, 2009 às 8:28 pm

    Eládio nunca recebeu sálário, é verdade, mais por outro meios, recebeu sua partipação, o suficiente para comprar a casinha que tem num condominio fechado, até quanto vamos aguentar este safado

  • Jocemar F. Gouvêa - SP // Março 4, 2009 às 4:01 pm

    TAMBORES DE GUERRA -*

    Vitória dos Bacharéis de Direito

    ———————————
    VASCO VASCONCELOS

    Ufa ! Salve o dia 2 de março de 2009. Doravante será uma data especial para todos os Bacharéis de Direito, de todo o país, os quais estão impedidos de exercer a advogacia, em face da obrigatoriedade do famigerado exame da OAB. Acabo de tomar conhecimento, por e-mail do Presidente Nacional do Movimento dos Bacharéis de Direito/SP, de que a Meritíssima Juíza Maria Amélia Almeida Senos de Carvalho da 23ª Vara Federal do Rio de Janeiro, acaba de CONCEDER SEGURANÇA que beneficia seis bacharéis de direito cariocas; “… Isto posto, CONCEDO A SEGURANÇA para em virtude da inconstitucionalidade da exigência de aprovação em exame de ordem, determinar ao impetrado que se abstenha de exigir dos autores a referida aprovação para fins de concessão de registro profissional aos impetrantes. Custas a serem ressarcidas pela OAB/RJ, sem honorários e sucumbência”
    Transitado em julgado, nada sendo requerido, dê-se baixa e arquive-se”. P.R.I. Oficie-se “ (Publicado no D.O.E de 02/03/2009, pág. 25/26 (JRJRTQ).
    A propósito estou convencido de que com base em decisões semelhantes que graças a Deus, estão ocorrendo em todo o país, a exemplo do RS, GO, e agora ano RJ, irão contribuir para gerar jurisprudência e os bacharéis terão mais sustentáculos para adentrar na Justiça Federal, com Mandado de Segurança, com o objetivo de exigir o fim da excrescência do exame da OAB, fonte de enriquecimento dos donos cursinhos e dos espertalhões flagrados pela Polícia Federal, na OAB-DF, Goiânia, Caldas Novas, Rondônia, Maranhão, Pará, Rio de Janeiro, São Paulo (cansei). Que culpa tem os bacharéis de direito que acreditaram numa Faculdade de Direito reconhecida pelo MEC e, depois de formados e atolados em dívidas, serem impedidos de exercer a profissão? A OAB precisa parar com essa reserva imunda de mercado; precisa ser parceira dos bacharéis ao invés de algoz. É preciso extirpar do nosso ordenamento jurídico, o pecaminoso, despótico, abusivo, restritivo, inconstitucional, imoral, execrável e famigerado exame da OAB, substituindo-o por práticas jurídicas e estágio obrigatório, haja vista que o mercado saberá escolher os bons advogados e a egrégia OAB, (hoje na contramão da história), tem mecanismos de sobra para advertir e até expulsar dos seus quadros os maus advogados, conforme dispõe o art. 35 da Lei nº8.906/94 (Estatuto da OAB). Lembro que os maiores juristas deste país não precisaram fazer esse indecente exame para se tornar famosos.

    VASCO VASCONCELOS
    Analista e Escritor
    Asa Norte
    BRASÍLIA-DF TEL: (061) 96288173

  • Jocemar F. Gouvêa - SP // Março 4, 2009 às 4:04 pm

    TAMBORES DE GUERRA DO VALE DO JAGUARI – RS
    -> Vitória dos Bacharéis em Direito – MNBD RJ
    ESTAREMOS, COMO SEMPRE ESTIVEMOS COM CORAGEM, FORÇA E FÉ, NA FRENTE DA LUTA DO MOVIMENTO NACIONAL DOS BACHARÉIS EM DIREITO. JUNTO COM AQUELES QUE SEMPRE ACREDITARAM NA SUA Bandeira de Luta, a Extinção da EXCRESCENCIA DO EXAME DE ORDEM …

    PARABÉNS A ESTES COMPANHEIROS ICONOCLASTAS, AQUELES CUJA BÚSSOLA ESTÁ APONTADA PARA O NORTE VERDADEIRO !!!!

    MAS A LUTA TEM DE CONTINUAR !!!!!–
    VAMOS ENCHER DE UM TSUNAMI DE MANDADOS DE SEGURANÇA OS TRIBUNAIS E FORMAR JURISPRUDENCIA
    –> UM ABRAÇO GENTE !!!!
    BEL DR. XIMENES
    BEL DRA. MARLENE LEMOS

  • Jocemar F. Gouvêa - SP // Março 4, 2009 às 4:13 pm

    Prezados colegas Bacharéis em Direito:

    Este dia 2 de março de 2009 é uma nova data importante para nós, em todo o Brasil e em muitos pontos do Planeta (onde colegas foram exercer outras atividades…) já que nova decisão da Justiça Federal – desta vez a carioca – começa a formar jurisprudência, ao menos em 1ª Instância: O EXAME DE ORDEM DA OAB É INCONSTITUCIONAL…

    Já tínhamos as decisões da Justiça Federal no Rio Grande do Sul (ação nº 2004.71.00.036913-3 – 3ª V de Porto Alegre) e em Goiás (Ação nº 2002.35.00.011524-0 – 3ª V JF Goiânia). Agora, temos nova decisão:

    ”… Isto posto, CONCEDO A SEGURANÇA para, em virtude da inconstitucionalidade da exigência de aprovação em exame de ordem, determinar ao impetrado que se abstenha de exigir dos autores a referida aprovação para fins ce concessão de registro profissional aos impetrantes.”

    A Decisão é da Juíza MARIA AMELIA ALMEIDA SENOS DE CARVALHO, beneficia 6 bacharéis cariocas e há na mesma Vara, mais duas ações com 4 colegas aguardando julgamento. Todos nós somos sabedores que, decisões semelhantes geram jurisprudência e se uma decisão (RS) era pouca, duas (GO) é bom e três (RJ) é excelente para nós. Fico a disposição dos colegas e de órgãos de Imprensa que queiram mais detalhes sobre a questão.

    O Movimento Nacional dos Bacharéis em Direito é organizado pela OABB (Organização dos Acadêmicos e Bacharéis do Brasil), entidade com CNPJ 09.582.855/0001-42, sede nacional em Brasília e representação em todo o território nacional fica a disposição dos colegas, da sociedade e da imprensa para esclarecer e auxiliar na luta contra esta inconstitucionalidade que atinge – segundo a OAB – mais de 4 milhões de bacharéis no Brasil.

    Temos os projetos no Congresso, temos apoio nacional e agora, mais uma decisão judicial fundamentada. É hora de buscarmos nosso direito e fazer valer a Constituição e o Estado Democrático de Direito.

    Reynaldo Arantes
    Presidente Nacional do MNBD/OABB em exercício
    Email: mnbd.sp@uol.com.br
    Fones (18) 8127-2220 /(11) 8832-1277

    Esta mensagem foi enviada por Reynaldo Arantes. Para ver o perfil de Reynaldo, clique aqui.

    * * *

    Para controlar os e-mails de notificação, acesse as Configurações da conta.

    Caso queira ignorar futuras mensagens de Reynaldo, visite o perfil de Reynaldo e clique em “ignorar”.

    Caso não seja um usuário do orkut e queira impedir que todos os usuários do orkut enviem e-mails para você, visite este link.

  • isabel cristina // Março 5, 2009 às 6:19 pm

    Concordo com todos os dizeres do Senador e aprovo seus cometários que passo a citar: ” a prova não necessariamente avalia a capacidade do bacharel. “Submeter-se a uma prova depois de estar formado não promove a melhoria no sistema de ensino. Nem prova se o bacharel está apto ao exercício da profissão. Ou seja, a prova não prova nada”, afirmou ele, durante sessão no plenário, em maio deste ano.

    “Não consigo entender porque as instituições de Ensino Superior podem formar médicos, pedagogos, engenheiros, economistas, sem que, para ingressar no mercado de trabalho, precisem realizar qualquer exame de ordem ou conselho, mas não possam formar bacharéis em direito em iguais condições”, complementou o senador.
    Acredito que se os Conselhos e Ordens podem ratificar uma formação de forma a proibir o exercício de uma profissão no Brasil , entendo que podemosafirmar que eles podem sem a autorização do MEC, formar bachareis em Direito.

  • Rose Merri Massonet - Florianopolis SC // Março 6, 2009 às 11:09 am

    COMPANHEIROS! PRINCIPALMENTE VOCÊ QUE NÃO DESISTE FÁCIL DAS CIRCUNSTÂNCIAS DIFICEIS DA VIDA!
    AJUDE A DIVULGAR! TEMOS QUE FAZER ESTA NOTÍCIA CHEGAR A TODOS OS ESTADOS DO BRASIL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    REPASSEM ESTE EMAIL!
    FIM DO EXAME DE ORDEM DA OAB!!!
    PREPAREM – SE !!!! A LUTA CONTINUA !!! ESTAMOS MOBILIZADOS !!!
    É preciso que cada bacharel de Direito SE DÊ O RESPEITO E esteja conosco nessa caminhada pela restituição da segurança e o respeito à Constituição, que àqueles (a maioria recebeu a carteirinha pelo correio) rasgaram descaradamente albergados pela excrescência da lei 8.906/94 – a que transformou num sórdido passe de mágica, conselheiros da OAB em legisladores APEGADOS MENOS AO IDEAL DO QUE ÀS FRAUDES , QUE RENDEM MAIS DE 2 BILHÕES E BENESSES A APADRINHADOS DO EXAME DE ORDEM… TEMOS AÍ UM JOGO FALACIOSO DE CARTAS MARCADAS QUE JÁ PASSOU DA HORA DE ACABAR !!!!

  • Rose Merri Massonet - Florianopolis SC // Março 6, 2009 às 11:25 am

    Isto posto, concedo a segurança para, em virtude da inconstitucionalidade da exigência de aprovação em exame de ordem, determinar ao impetrado que se abstenha de exigir dos autores a referida aprovação para fins de concessão de registro profissional aos impetrantes. custas a serem ressarcidas pela oab/rj, sem honorários de sucumbência. transitada em julgado, nada sendo requerido, dê-se baixa e arquive-se. p.r.i. oficie-se. publicado no d.o.e. de 02/03/2009,
    Emerson Rodrigues Presidente Nacional do Movimento Nacional do Bacharéis de Direito, “estamos conscientes que o lobi da OAB é muito forte e que possivelmente haja corporativismo em uma futura decisão em prol da OAB”. O MNBD espera que desta vez não aconteça da maneira como se sucedeu o recurso interposto pela a OAB na primeira liminar conquistada pelos bacharéis, onde quem julgou o recurso foi um desembargador indicado pela oab pelo quinto constitucional, que caçou a liminar concedida na época.
    Informações: http://www.mnbd-brasil.com.br

  • Elizandra Mocellin // Março 10, 2009 às 10:11 am

    O BISPO LOBISTA DA OAB SENADOR MARCELO CRIVELLA
    Que MAIS se espera deste falso pop star LOBISTA DA OAB UMA ABERRAÇÃO DE ENTIDADE QUE JÁ SE ESPECIALIZOU EM SANTIFICAR FRAUDES E FRAUDADORES COMO ESTE ANJINHO, que usa a Igreja Universal e faz tráfico de influência de obras sociais, inclusive JÁ USOU parte do Exército, para seus Nefandos PROPÓSITOS ELEITOREIROS, E QUE agora SURPREENDEMENTE SE PAVONEIA DEFENSOR DAS CAUSAS SOCIAIS MAS CINICAMENTE PROPÕE PROJETO LEI QUE VISA FORTALECER A CONTINUIDADE DO EXAME DE ORDEM NA CONTRA MÃO NÃO SÓ DO MNBD, COMO TAMBÉM ESTENDE-LO AOS DEMAIS BACHARÉIS, PARA BENEFICIAR E AMPLIAR OS” FAMIGERADOS CURSINHOS”, UM BAITA INVESTIMENTO QUE TEM A COBERTURA TOTAL DA OAB AOS EMPRESÁRIOS RAPINEIROS ..
    e AÍ VEIO AQUELE SENADOR …HAJA TUBA PARA TANTOS GATOS !!!!
    QUE ME PERDOEM OS FANÁTICOS SEGUIDORES DESTES EMBUSTEIROS – MAS ASSIM NÃO HÁ CRISTO QUE AGUENTE …!!!
    Mas está na hora de Aprender a votar e não colocar maracutaieiros e fraudadores, religiosos ou não, estes salafrários inimigos do povo, no poder !!!! a Nação Charrua não bebe dessas águas e está de olho neles…
    Façam isto vocês também por aí, e a Cidade Maravilhosa ficará realmente abençoada por Deus, que já cansou de servir de trampolim
    Para falsos seguidores !!!! Vamos lutar contra essa gente !!!

  • octavio lopes de oliveira // Março 15, 2009 às 2:34 pm

    Depois de estudar 5 anos bacharel em direito não é nada, ele não tem identidade, para a OAB ele não existe.
    Este Exame não qualifica ninguem, não é um exame deste nivel, que vai dizer se o bacharel vai ser um bom ou ruim advogado
    O que qualifica o profissional é ele trabalhar o dia dia e a cada dia ele esta se qualificando, não é esta prova da OAB, que vai qualificar o Bacharel em Direito este exame da OAB é discriminatorio
    precisamos pensar nisto.

  • octavio lopes de oliveira // Março 15, 2009 às 3:08 pm

    Sou totalmente contra este exame da OAB e da forma que ele é aplicado, isto não qualifica ninguem.
    Bacharel em Direito não é Nada, ele não tem Identidade, o que adianta estudar 5 anos , as vezes com dificuldade financeira para custear as despesas as vezes até a alimentação, fazer estagio, TCC, e ao termino deste sacrificio o Bacharel em Direito não ser Nada , Não ser Reconhecido, porque a OAB não o reconhece, porque ele precisa passar neste exame que não avalia nada.
    conheci pessoas que não eram muito dedicadas em sala de aula e ao fazerem o exame passaram e outras dedicadas não passaram, portanto será sorte ou será a pessoa auto didata?, portanto este exme da OAB não avalia se o Bacharel, será um bom ou ruim advogado, o que avaliará será sua dedicação no dia a dia do exercicio de sua profissão.
    Deixe o Bacharel em Direito trabalhar, mostrar sua capacidade, seguir sua vida, concretizar o seu sonho, deixa ele ajudar uma entidade que careça de uma ajuda juridica, deixa ele ser util a sociedade que tantas vezes precisa de uma orientação juridica, no entanto a descriminação da OAB para com o Bacharel em Direito não deixa ele fazer nada, deixa-o inerte, porque o bacharel em Direiito não é Nada ele não tem Identidade a OAB cerceou o seu direito de trabalhar.
    Precisamos pensar e repensar nisto e lutar, porque anular a concretizaçaõ de um sonho que se tornou realidade apos 5 anos de dificuldade, e o ser humano não poder exerce-la é muito dolorido.
    Rui Barbosa entre outros grandes juristas, precisou prestar exame da OAB, para mostrar suas capacidade intelectual ?.

  • JONNY YUSSEF PAIM // Março 18, 2009 às 10:10 am

    O Exame da OAB é Inconstitucional por vários motivos:
    1) fere o princípio da isonomia (com as outras profissões e com os advogados antigos, que não fizeram o Exame);
    2) não compete à OAB, mas ao MEC, a avaliação do ensino e dos bacharéis. Leiam os arts. 205 e seguintes da CF; 3) a OAB não pode legislar, nem regulamentar as leis, conforme ocorreu, através do “Provimento” que regulamenta o Exame de Ordem. Leiam o art. 84, IV, da CF.
    O interessante é que os professores universitários, muitos deles advogados, juízes, promotores e conselheiros da OAB, aprovam os acadêmicos, que recebem os seus diplomas, de uma instituição de ensino superior fiscalizada e avaliada pelo Ministério da Educação, mas depois 80% desses acadêmicos, aproximadamente, são considerados inaptos pela OAB.
    Como é possível, então, que os mesmos professores, que aprovaram esses bacharéis, aceitem o Exame da OAB como necessário e justo, embora inconstitucional, e venham dizer, agora, que esses mesmos bacharéis, que foram seus alunos, não têm o mínimo de qualificação necessária para o exercício da advocacia???????
    Afinal de contas, a culpa seria, como afirmam os dirigentes da OAB, da proliferação de cursos jurídicos de baixa qualidade? Ou seria desses professores que aprovaram os acadêmicos que depois têm os seus diplomas rasgados pela OAB??????
    Em muitos outros países, existem exames semelhantes, como foi citado na referida matéria do O Liberal, mas existe uma diferença importantíssima: muitos desses exames são feitos pelo próprio Estado, e não por uma corporação profissional, como a OAB, cujos dirigentes têm todo o interesse em restringir o acesso dos novos advogados aos seus quadros.
    O Exame da OAB é inconstitucional e não pode ser defendido, portanto, apenas porque seja, supostamente, necessário. Nós poderíamos ter um Exame semelhante, mas ele deveria ser feito pelo Ministério da Educação e deveria ser aplicado a todas as profissões, sem nenhuma distinção, e especialmente aos médicos e aos engenheiros. Isso é tão lógico e evidente, que custa crer que muitos ainda acreditem na propaganda dos dirigentes da OAB.
    Vejam só o absurdo. Um médico, com todo o respeito a esses profissionais, para exercer a sua profissão e operar o nosso cérebro, não precisa ser avaliado pelo Conselho de Medicina. Mas os dirigentes da OAB dizem que é necessário avaliar os bacharéis em direito, mesmo que o Exame da OAB seja inconstitucional, porque seria muito perigoso que pessoas sem a necessária qualificação pudessem exercer a advocacia

  • Nadiely Jaskulski da Silva // Março 20, 2009 às 3:46 pm

    Senhores e Senhoras Brasileiros:

    Como pode???

    —–>>>>Os Bacharéis em Direito tem os seus diplomas rasgados pela OAB… COMO PODE ISSO??? 5 anos que não valem pra nada??? e o dinheiro???

    E ninguém faz nada neste país…

    Eu to achando que este Safados da OAB tem envolvimento com o crime organizado e com grande parte da corruptção no Brasil…

  • Nadiely Jaskulski da Silva // Março 20, 2009 às 4:48 pm

    E como já não bastasse o esforço para se formar ainda tem que pagar para fazer o exame o que é um absurdo, pois dependo do estado onde se presta o exame, o valor pago pode fazer falta na hora de comprar comida ou até mesmo presentear um filho.
    Se a constituição habilita o aluno a profissão porque a OAB esta acima da dela??????

  • andre // Março 21, 2009 às 12:29 pm

    Se o exame da Ordem prevalecer, deveria ser atribuído a outro órgão a prerrogativa de elaborar e aplicar a prova, ou usar a mesma medida que é usada para os concursos de Juiz e Promotor, ou seja, neste caso haver um membro do ministério público interferindo na elaboração e fiscalização do certame.

  • Lorisney Falcconi do Amaral // Março 23, 2009 às 2:54 pm

    Constituição é desobedecida em seu Principio de Igualdade (Isonomia, Art. 5º, caput) pois apenas os bacharéis em Direito precisam fazer uma prova para se inscreverem em seu Conselho de Classe, tendo o mesmo diploma válido dos demais cursos que não fazem exame restritivo algum. Aliás, outra Lei Federal (9394/96) mais recente afirma (Art.43) que o Diploma é a prova de que a pessoa está APTA a ser inserida no seu mercado de trabalho de nível superior.

  • Regina Kersting - PR // Março 24, 2009 às 9:18 am

    Na favela e no Senado tem sujeira pra todo lado, a OAB não RESPEITA a C o n s t i t u i ç ã o e todos acreditam no futuro da nação QUE PAÍS É ESTE??? QUE PAÍS É ESTE??????? QUE PAÍS É ESTE???????????

  • Eloi Peixoto // Março 30, 2009 às 9:31 am

    Vamos Agir!!! REFELETIMOS SOBRE O QUE DISSE LUTER KING:

    “O que mais preocupa não é nem o grito dos violentos dos corruptos, dos sem caráter, dos sem ética…

    ->->-> O que PREOCUPA é o SILÊNCIO dos BONS…

    FIM URGENTE da prova OAB

  • Ignacio Botello Júnior // Abril 2, 2009 às 11:01 am

    Todos tornam-se bacharéis a partir do momento em que concluem o curso, e este seria o único requisito para que o profissional filie-se ao conselho profissional referente. Seria, mas o curso de Direito, único no país, obriga seus formandos a uma série de exames admissionais, onde quem não é aprovado ou não o faz é proibido de exercer a profissão para o qual se dedicou por cinco anos. A OAB, com isso, está fazendo o trabalho que não lhe é atribuído, ao

    avaliar os bacharéis que já o foram, por uma instituição de nível superior devidamente qualificada pelo MEC. Há uma clara invasão de papéis. O melhor método de avaliar um profissional de qualquer outra área é o mercado de trabalho, que consegue extinguir os maus profissionais. Porque no ramo do Direito não pode ser assim? Ouvi comentários que diziam que o cliente, na hora de contratar um advogado, poderia estar contratando aquele sem preparação qualquer. Mas isso acontece com qualquer outra profissão, podemos estar nos consultando com um médico que não seja bom o suficiente, ou um engenheiro civil que não construa bons prédios. Isso acontece com outras áreas, porque não com o Direito? Porque esta área é superior às outras?

  • Valdir Mello da Silva // Abril 9, 2009 às 11:27 am

    A OAB comete o HOLOCAUSTO de milhões de jovens Bacharéis em Direito.

  • Valdir Mello da Silva // Abril 9, 2009 às 3:30 pm

    A Oab persegui os Bacharéis em Direito com os Nazistas perseguiam os Judeus no HOLOCAUSTO.

  • Jader Luiz da Costa - PI // Abril 14, 2009 às 11:16 am

    Realmente é um Absurdo essa Imoral Reserva de Mercado, que representa LUCROS FABULOSOS para uma Elite/Oab.
    FIM DA PROVA

  • Marcus // Abril 15, 2009 às 2:18 pm

    De acordo com a ordem, o exame é para avaliar os bacharéis que estão em condições de exercer a advocacia, mas eu questiono como advogado: “e por que a OAB também não avalia periodicamente os bacharéis inscritos em seus quadros?” Será que este ainda possuem 20% de conhecimento em matérias do qual não são especializados? Creio que não, cai por terra o argumento da OAB, que é para filtrar bons advogados, não vejo como um exame cheio das famosas “pegadinhas” e de trechos decorados de lei, levando os bacharéis ao papel ridículo de decorador de textos.
    Fica claro que tal exame é só um funil para evitar a saturação da área e arrecadação fácil de recursos, e convenhamos, o ensino brasileiro como todo é deficiente, seja faculdades públicas ou particulares. É dever do poder público fiscalizar, se esse for delegar essa competência para instituições como OAB, veremos a formação de uma nova forma de ganhar dinheiro daqueles que sofrem para possuir um nível superior seja economicamente, seja didaticamente. Sempre fui e sou veemente contra tal exame, nem meu 4º lugar no exame da OAB em que prestei, me faz trair meus conceitos.

  • |Eliana Corina Muratt // Abril 16, 2009 às 4:13 pm

    O comércio do tal Exame da OAB é muito grande e forte tem pessoas enriquecendo e impedindo criminosamente os bacharéis de trabalhar. Deus é justo e correto ele vai acabar com esta festa desses corruptos da Oab.

  • HUDSON // Abril 22, 2009 às 10:43 am

    Façamos o seguinte, para provar que essa prova nao tem fins “LUCRATIVOS”, apartir de agora a incrição vai ser grátis, pode ser?
    Duvido

  • MARIA INES SOUSA // Abril 27, 2009 às 2:31 pm

    Concordo com o senador Gilvam Borges, sou a favor da extinção da prova da OAB.Sou contra o exame da ordem, e a favor do projeto, outra coisa muito importante que nao foi dita, quantos juizes e advogados que fizeram a prova e sao corruptos!!!!!!!!!!!!!!!!

  • Noberto Brandemburg Dessartys // Maio 5, 2009 às 10:49 am

    TEMOS QUE IMPETRAR VARIAS LIMINARES(MANDATOS DE SEGURANÇA), CONTRA ESSA INDUSTRIA, ILEGAL, OU SEJA, EMPRESA ESTELIONATARIA INCONSTITUCIONAL QUE, NOS ROUBAM, TIRAM DE NOS A PAZ A TRANQUILIDADE E ESTA ATE DESTRUINDO LARES, FAZENDO UNS E OUTROS ACREDITAREM SABER MENOS, TENDO EM VISTA NÃO SOMENTE O DECORAR DAS MATERIAS, COMO TAMBEM AS PEGADINHAS, OS EXCETOS, OS INCORRETOS, ETC…
    Fim da Prova e empregos para TODOS!!!

  • Noberto Brandemburg Dessartys // Maio 5, 2009 às 10:52 am

    Não temos tempo a perder decorando leis e códigos. Tenho certeza que no exercicio da profissão estudarei os codigos para atender a causa de acordo com as exigencias da defesa. Devemos então exigir que todos os demais cursos também passem por este processo de afronta aos graduados.

  • Airton Moura // Maio 6, 2009 às 10:41 am

    Dentista esquece agulha na boca de paciente no interior de SP
    Polícia vai interrogar profissional em Araçatuba.
    Agulha tem 4 cm de comprimento e é usada para tratar canal.
    agulha que a paciente engoliu durante o tratamento dentário tem quatro centímetros de comprimento e é usada pelos dentistas durante tratamento de canal.

    A vendedora registrou boletim de ocorrência contra a dentista. Segundo a paciente, a profissional até a acompanhou a Santa Casa de Araçatuba, mas se recusou a pagar as radiografias e o acompanhamento médico.

    Pois é os Dentistas não PRECISAM FAZER EXAME DE ORDEM E NEM NEM TIPO DE PROVA DEPOIS DE FORMADOS.

  • Airton Moura // Maio 6, 2009 às 11:23 am

    Fonte da Informação – G1 Globo – Dia 06/05/2009

  • Ivori Mazari Binsfeld // Maio 12, 2009 às 4:17 pm

    ->Você já ouviu falar de algum MÉDICO REPROVADO em exame de sua categoria? Cuidam de vidas!!!

  • Zanini & Tonelli - Advogados - 2009 // Maio 26, 2009 às 8:42 am

    Oab + Máfia + Dinheiro +Reserva de Mercado…
    E Viva!!! os Corruptos da Oab.

  • Zanini & Tonelli - Advogados - 2009 // Maio 26, 2009 às 9:00 am

    Entrevista do Dr. Carlos Nina sobre o Exame da OAB

  • Zanini & Tonelli - Advogados - 2009 // Maio 26, 2009 às 9:07 am

    Os “Deuses da Máfia OAB” também porque transformam a vida de milhões de brasileiros (4 milhões é o número destacado pelo presidente nacional da OAB, Dr. Cezar Britto) em um Inferno, fazendo com que um Profissional apto a trabalhar (art. 43, caput, da Lei 9.394/96) e com um Diploma na mão, seja menos que um Aluno de Direito, que enquanto está na faculdade ainda pode Estagiar. Depois de formado, o Bacharel em Direito vive em um “limbo” em que nem Estagiar ou algo semelhante lhe é Permitido.
    Estes “Deuses da Máfia” da nova OAB agem de maneira ilegal e imoral, pois sabem que o referido Exame que aplicam é Inconstitucional formal (art. 8º, IV e § 1º da Lei 8.906/94 analisado face ao disposto no Art. 84, IV da CF) e materialmente (art. 8º, IV da Lei 8.906/94 face ao determinado pelo Art. 5º, XIII c/c Art. 205, caput, da CF) além de já revogado tacitamente (Art. 43 e seguintes da Lei 9.394/96), descumprindo em nome de outros interesses, o juramento que proferiram ao adentrar aos quadros da OAB, de sempre defender a Constituição Brasileira

  • Zanini & Tonelli - Advogados - 2009 // Maio 26, 2009 às 9:11 am

    http://www.youtube.com/watch?v=0W2PhVkK0Ng

    Caros Colegas Bacharéis em Direito do Brasil
    Estamos com mais uma campanha apoiando a aprovação da PLS 186/06 do senador Gilvan Borges
    que extingue o Exame de Ordem da OAB.
    Vejam nosso vídeo no youtube, onde tentamos comover o nosso presidente LULA sobre o assunto.

    Pedimos a todos que repassem este email para que chegue até o presidente LULA.

    MNBD/RS

  • Thiago Carpenedo - SP // Maio 26, 2009 às 2:08 pm

    Escutas indicam venda de carteiras na OAB:
    EXAME DE ORDEM – MARACUATAIAS, VENDA DE CARTEIRAS, FRAUDES E CORRUPÇÃO EXPLICITAS QUE MANTÉM OS PRIVILÉGIOS DA NOVA OAB!!!
    Conversas telefônicas obtidas pela Polícia Federal (PF), depois da quebra do sigilo, constituem a principal evidência de fraude na aprovação de candidatos que fizeram o exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Goiás.
    Dos 12 acusados de crimes de corrupção passiva, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, falsificação e destruição de documento público e inserção de dados falsos em sistemas de informação, 11 foram presos pela PF na Operação Passando a Limpo, deflagrada no sábado. Trezentos candidatos podem ter sido beneficiados por aprovação no Exame de Ordem da OAB nos últimos dois anos, mediante pagamento médio de R$ 10 mil cada um.
    O tesoureiro da OAB João Bezerra Cavalcante, teria um esquema próprio de venda de aprovação, conforme informações presentes nas conversas telefônicas dos outros acusados. Ele promete “olhar com carinho” a situação de determinados candidatos. A um deles, chega a afirmar que “só poderá fazer algo na segunda fase”.
    Carros
    Com o dinheiro da fraude, uma das acusadas – a advogada Eunice da Silva Mello, que seria aliciadora de candidatos – teria comprado dois carros CrossFox, da Volkswagen, um deles em nome da filha. A compra foi acompanhada por policiais federais. “Eunice é responsável por todo tipo de combinação realizada com os aliciadores e é responsável por receber os nomes dos candidatos e os respectivos pagamentos”, consta no inquérito.
    ESTA É A OAB QUE SE COLOCA CONTRA AS CLAUSULAS PÉTREAS DA CONSTITUIÇÃO, NOSSOS DIREITOS E ACIMA DO ESTADO! TENDES O DEVER DE ENQUADRAR NOS DITAMES DA LEI – ABOLINDO O EXAME DE ORDEM QUE É O CERNE DE CORRUPÇÃO E FRAUDES EM QUE SE APOIAM OS QUE RASGARAM A NOSSA LEI MAIOR PAARA MANTER UM ANTRO DE ROUBALHEIRA EM QUE SE TRANSFORMOU A NOVA OAB OAB !!!! É O MINIMO QUE ESPERAMOS!!!

  • Nestor L.Silveira // Junho 2, 2009 às 2:49 pm

    Ao
    Senador Givan Borges

    Saliento-vos que tambem sou contra,nãa prova a capacidade dos Bachareis em Direito é somente interesse da OAB, financeiro,isso é uma vergonha temos que mudar através de uma decisão judicial e nao atraves de projeto de lei uma vez que a propria constituição ja diz que temos o direito de advogar(trabalhar),Obrigado,Nestr

  • Nestor L.Silveira // Junho 2, 2009 às 2:54 pm

    Ao
    Senador Givan Borges,Saliento-vos que também sou contra,não aprova a capacidade dos Bachareis em Direito é somente interesse da OAB, financeiro,isso é uma vergonha temos que mudar através de uma decisão judicial e não atraves de projeto de lei uma vez que a propria constituição ja diz que temos o direito de advogar(trabalhar),Obrigado,Nestr

  • Nestor L.Silveira // Junho 2, 2009 às 2:55 pm

    Ao
    Senador Givan Borges,Saliento-vos que também sou contra,não aprova a capacidade dos Bachareis em Direito é somente interesse da OAB, financeiro,isso é uma vergonha temos que mudar através de uma decisão judicial e não atraves de projeto de lei uma vez que a propria constituição ja diz que temos o direito de advogar(trabalhar),Obrigado,Nestor

  • Acilon Morales da Silbak // Junho 4, 2009 às 11:19 am

    Caros colegas Bacharéis em Direito:
    Devemos exigir da Oab
    1-) Qual o nível de dificuldade da prova???
    2-) E quanto é arrecadado de R$ com a prova, e será que é revertido em pro dos Bacharéis em Direito?? pois o R$ pertence aos Bacharéis…

    3-) QUEREMOS A VERDADE!!! ou tem sujeira? aí…

  • Acilon Morales da Silbak // Junho 4, 2009 às 11:21 am

    Alguém??? com certeza esta ganhando muito R$ com esta situação…

  • paulo // Junho 20, 2009 às 3:33 pm

    CLASSIFICADOS:
    VENDE CARTEIRA DA OAB/GO, PARA GRADUADOS EM DIREITO O NÃO.
    Preço: R$ 35.000,00, ou, se for meninho ou meninha bonitinha, basta um deitadinha com o Dr. Eládio.
    Tratar: Dr. Eládio Augusto Amorim Mesquista, Rua 99, nº 78, Setor Sul, Goiânia ? GO, Tel.: (0xx62) 3225-8800 ou (0xx62) 8407-8406. Podem ficar tranquilo que não dá cadeia, até hoje não deu

  • Vandeli Rudolph // Junho 22, 2009 às 3:37 pm

    Vanderli Rudolph – 22 de June de 2009 13:33:41

    Data: 28/05/2009

    Veículo: ESTADO DE MINAS – MG

    Editoria: OPINIÃO

    Assunto principal:

    ENSINO SUPERIOR

    MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

    OUTROS

    Vasco Vasconcelos

    Brasília

    “Fiquei encolerizado com a notícia de que 88% dos bacharéis em direito que prestaram prova na Ordem dos Advogados do Brasil – Seção São Paulo, foram reprovados. É inadmissível que uma instituição que lutou contra as arbitrariedades da ditadura, hoje na contramão da história, se limite a impedir que o formado em direito, devidamente qualificado por universidades reconhecidas e fiscalizadas pelo Ministério da Educação (MEC), seja impedido de exercer a sua profissão por um órgão fiscalizador da profissão. Um bom advogado se faz ao longo dos anos de militância forense. O fato da proliferação de cursos jurídicos de baixa qualidade não dá direito à egrégia OAB de usurpar atribuições do MEC. Vivemos num país democrático, e a nossa Lei Maior tem que ser respeitada, principalmente pelos órgãos guardiões da Constituição Federal (CF). O art. 205 da CF explicita: “A educação tem como uma de suas finalidades a qualificação para o trabalho”. Por sua vez, o art. 5º, inciso 8, reza que “é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer”. De acordo com o art. 43. da Lei de Diretrizes e Bases (LDB) – Lei 9.394/96 -, “a educação superior tem por finalidade (…); inciso 2 – formar diplomados nas diferentes áreas de conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais”. Está provado que o exame da OAB não qualifica ninguém. Está pondo no limbo cerca de 4 milhões de bacharéis em direito. No dizer de José Afonso Silva, “atribuir a qualquer dos poderes atribuições que a Constituição só outorga a outro, importará tendência a abolir o princípio da separação de poderes” (Curso de direito constitucional positivo, 23ª Ed. Malheiro SP, p. 67). Essa assertiva vai de encontro à exigência descabida da obrigatoriedade do pecaminoso, restritivo, inconstitucional, abusivo e famigerado exame da OAB, o qual rogo ao presidente Lula extirpar do nosso ordenamento jurídico, urgente.”

  • Pedro Luiz Nicola - RS // Junho 23, 2009 às 10:34 am

    Por Waldo Luís Viana,
    Fonte: http://www.espacovital.com.br

    “O Jornalismo configura uma atividade Intelectual
    desprovida de especificidade, não exigindo o diploma
    de curso superior, tendo em vista a livre manifestação
    do pensamento como corolário da liberdade de expressão,
    assegurada em todo estado democrático de direito”.

    Parecer da Subprocuradoria Geral da República – República Federativa do Brasil

    O STF decidiu destruir um dos últimos penduricalhos da ditadura militar, revogando a necessidade, definida em decreto-lei de 1969, da obrigatoriedade do diploma para o exercício do jornalismo.

    Para engendrar essa antiga exigência, estavam envolvidos o Dr. Gama e Silva, “jurista” de Costa e Silva e criador do AI-5, bem como o eterno general Golbery do Couto e Silva, criador do SNI e inventor, junto com o ditador Ernesto Geisel, do protagonismo artificial do Sr. Luiz Inácio da Silva. O objetivo era retirar, com uma penada, os comunistas dos jornais.

    Naqueles tempos, o PC “era um partido gráfico”, com todos os adeptos reunidos em torno de jornais e revistas, formando a opinião sem diploma e ameaçando o regime instaurado. Comunistas ou não, os maiores jornalistas brasileiros jamais tiveram diplomas de comunicação social, embora muitos trouxessem para as redações sólida formação em outras áreas.

    A exigência de diploma causou rebuliço e os comunistas e novos esquerdistas entenderam que agora o objetivo seria fortalecer a profissionalização e as entidades sindicais, tentando autarquizar o pensamento e perseguir os jornalistas sem diploma. Embora tenha me iniciado no jornalismo em 1979 (com 24 anos), fui muito perseguido e perdi grandes oportunidades pela falta do documento de aprovação específico para a área. Não tinha o diploma e não desejava ser “comunicólogo”, pronto…

    Muitas filigranas foram discutidas à época, como o papel dos colaboradores, regulada por leis específicas, mas era um período em que a Rede Globo começava a sobressair como próspera organização de comunicação, cujos empregados jamais precisaram de concurso ou prerrequisito cultural para integrar seus quadros técnicos, escolhidos por lógica oligárquica e familiar. E Roberto Marinho, com grande sabedoria, defendia os “seus” comunistas em “O Globo”, contra tudo e contra todos, porque eram brilhantes como jornalistas e mereciam manter os empregos.

    No entanto, o regime militar queria aposentar os “velhos comunas” e lhes retirar a capacidade de atuação crítica. Nada como mandar para as universidades o objetivo de formar novos jornalistas, porque ingenuamente os militares acreditavam que, através dos cerceamentos das reformas educacionais, poderiam comandar as consciências dos diplomandos. Ledo engano.

    Os comandos partidários decidiram reagir, infiltrando-se mais ainda nos sindicatos, federações e confederações de jornalistas. Era preciso aceitar o patrulhamento ideológico rígido para penetrar nessas entidades, cheias de profissionais medíocres, que preferiam representar a classe a viver nas redações, porque quem sabe faz, quem não sabe ensina ou pratica agitação, à exceção dos “estudantes profissionais”, os únicos que eles admitiam que deveriam sempre agir sem buscar receber diplomas…

    Nesse quadro eu vivi e tive vários mestres do jornalismo sem diploma, o que resultou em grande escola para mim. Formei-me em Ciências Econômicas e comecei a sentir a perseguição. Tinha registro profissional na Delegacia Regional do Trabalho e em minha carteira profissional, mas, mesmo assim, não pertencia à turminha carimbada. E muitos, como eu, foram perseguidos, e abriram o leque para outras atividades, próximas ao jornalismo puro, que é o contato diário, sutil e idealista com as redações e notícias. Na verdade, para o bom jornalista, jornalismo é encanto, uma cachaça…

    A segunda fase do plano de infiltração dos partidos foi dominar o currículo dos cursos de comunicação social, imprimindo um conjunto de ideologias específico e obrigando os alunos a discutir autores estrangeiros, como Bourdieu, Adorno e Benjamin, completamente estanques em relação à nossa realidade. Era proibido estudar o jornalismo do Império, os grandes mestre que conduziram à discussão abolicionista, a efervescência dos argumentos que levaram à proclamação da república, as propostas civilistas da República Velha e a ebulição da Revolução de 30 e do Estado Novo.

    Os jornalistas “comunicólogos” eram “preparados” sob a ideologia da Escola de Frankfurt, sem saber as razões do suicídio de Benjamin e de sua colaboração com a CIA. “Entendiam” de Roland Barthes e Baudrillard, ensinados em apostilas de dez páginas, mas não sabiam compor um texto de reportagem, com lead, sub-lead ou simplesmente começo, meio e fim.

    Lembro-me de que me convidaram a integrar o Sindicato dos Escritores, que também desejavam desenvolver. Incrível, além dos jornalistas de carteirinha, queriam formar escritores de carteirinha. Talvez arranjassem também um sindicato para poetas, contistas e já havia a controvérsia do diploma para atores, diante das pressões da máquina da Rede Globo – enfim, quanto mais controle sindical, quanto mais satisfações a dar aos partidos que mexiam os cordões, melhor para manter o patrulhamento ideológico sobre as redações, cujo conflito era entre os peões, jornalistas “profissionais”, e seus chefes de redação e editores. Afinal, era preciso manter a luta de classes…

    Com o tempo, a pirâmide de Maslow ideológica ficou assim: até 4 salários mínimos, os profissionais da redação, como intelectuais frustrados, tornaram-se empedernidos marxistas-leninistas; de 4 a 10 salários mínimos, dividia-se a esquerda entre trotskistas, bakunistas, socialistas e progressistas católicos; de 10 a 20 salários mínimos, surgiam os social-democratas e aproveitadores de plantão e acima dos 20 salários, os considerados “patrões” dos jornalistas, convertidos à lógica do regime militar, defensores da organização em que trabalhavam ou simplesmente tecnocratas liberais de direita. Mais ou menos assim eram as redações e me ria muito desses extratos, claramente distintos através dos salários (olha que é pura análise marxista!)…

    Na verdade, o diploma de “comunicólogo”, serviria para (quase) tudo: o sujeito poderia ser relações públicas, profissional de propaganda ou jornalista, isto é, ninguém poderia mais pensar e verter o pensamento sem o “auxílio” de um diploma específico, o que seria a censura disfarçada mais terrível e totalitária que a sociedade brasileira poderia conceber!

    Tudo estava muito bem arranjado para os sindicalistas, quando surgiu a Internet e os computadores domésticos. Quantos companheiros meus, que me ensinaram as técnicas de redação, reportagem, entrevista e diagramação (minha primeira atividade foi a de repórter fotográfico!) foram se aposentando, com medo do computador. Quantos gênios nós perdemos, que foram para casa escrever livros ou cuidar dos netos para não precisar aprender as dificuldades trazidas pelo tio Bill Gates! Havia uns radicais comunistas que também desconfiavam da informática, porque parecia uma dissolvente invenção norte-americana. Afinal, a informação parecia algo muito espiritual para eles! E foram indo embora…

    Não posso nem citar quantos perseguidos pelo regime militar me ensinaram a trabalhar como jornalista. Faltaria sempre algum e não quero cometer injustiças. Quase todos eram brilhantes e não tinham diploma. Mas eram o máximo! Não eram profissionais, eram jornalistas apenas e grandes repórteres, assim como temos médicos, economistas, engenheiros e advogados. O adjetivo “profissional” é uma excrescência, assim como o diploma!

    Essa decisão histórica do Supremo Tribunal Federal conseguiu impedir inclusive outro surdo estupro à liberdade do pensamento, porque alguns sindicalistas da informação, preocupados em manufaturar o consenso (não perceberam a menção a Chomsky!), já estavam maquinando, junto a líderes de federações e confederações de classe e representantes no Congresso o passo seguinte à exigência do diploma, que seria a censura direta aos internautas e blogueiros.

    Muitos tentavam, nas sombras do governo petista, com nostalgia da ditadura militar, que lhes emprestou visibilidade, escrever projetos-de-lei para dotar o Estado de mecanismos de censura sobre saites e e-mails que trouxessem informações contra os atuais donos do poder. Não poderíamos mais tomar conhecimento de suas falcatruas e safadezas, porque seriam consideradas, como na China, em Cuba e na Coréia do Norte, manifestações atentatórias à segurança nacional.

    Tal pré-clima foi derrubado pelas decisões do STF, extinguindo a lei de imprensa e a famigerada, ditatorial e militarista exigência do diploma de jornalismo. Com esse entendimento, o país voltou a se equiparar às nações desenvolvidas, que consideram o jornalismo uma técnica, um meio para se chegar a um fim, que é a liberdade de expressão, do pensamento e a proteção da pluralidade democrática.

    Contra isso, os partidários de autarquias e nichos de poder foram derrotados e agora, coitados (!), vão ter que trabalhar! Quanto às universidades e seus professores, adeptos de ideologias estrangeiras, vão ter que se reciclar e aperfeiçoar os cursos, para despejar nos mercado bons profissionais, que não precisem de diploma como exigência para ocupação de emprego ou desempregar pessoas, e não os atuais “comunicólogos” pegajosos, que não sabem pensar, escrever dois parágrafos e não conseguem refletir sobre tema algum por mais de quatro laudas…

    É uma pena que, nessas condições, venha a ser extinta aquela figura tão propalada por Nelson Rodrigues, outro jornalista sem diploma, que dispensa apresentações pelo gênio, e que sempre se referia com humor às “estagiárias de calcanhar sujo” das redações, todas com diploma debaixo dos braços…

  • Andre Oliveira // Junho 23, 2009 às 4:17 pm

    Se o exame da Ordem tornar-se legal, acho que a melhor solução seria deixar ao MEC elaborar e aplicar a prova, e a OAB ser reservada o papel de fiscalizar a lisura do exame, e a atuação dos profissionais. Caso contrário,será muito poder na mão de uma única entidade do estado. Ps: Sou a favor da fiscalização das contas da OAB pelo TCU.

  • SIMONE // Junho 30, 2009 às 2:25 am

    NÃO AO EXAME DA OAB!!! Pra que existe a OAB?. Eu acho que deveria prestar ao menos para punir o mal Advogado. Assim como o conselho de Medicina que puni os maus médicos.Ora, se os médicos que lhe dão com vidas humanas, não fazem prova, Por que o Bacharel em Direito, tem que fazer? Não é uma prova que vai qualificar ninguém. Vcs esqueceram da fraude dos exames da OAB? Quantos “ADVOGADOS” entraram pela janela da própria OAB? E agora a OAB vem falar que vai banalizar a profissão..Que moral a OAB tem?? .Antigamente não existia prova, e nem por isso a profissão foi banalizada.
    As pessoas tem que observar que maus profissionais existem em todas Categorias,mas pra isso existem os conselhos: para aplicar a sanção cabível…
    Por isso digo NÃO ao Exame, á Hipocrisia e a Arrecadação da OAB…..

  • Dr. Nicanor de Morais Filho - MG // Junho 30, 2009 às 9:22 am

    -> Meus Parabéns !!!para a colega Simone.
    -> Faço das palavaras delas a minha opinião.
    Parabéns !!! novamente colega SIMONE.
    FIM DO EXAME da Oab ou prova para TODOS os cursos Superiores do Brasil.
    Nos mesmos nível de dificuldade da Oab.
    E outra questão a mais IMPORTANTE!!!
    e o Princípio da ISONOMIA?
    Ou é pra TODOS ou pra niguem.
    FIM da Reserva de Mercado…
    JUSTIÇA pra TODOS… isso sim é o que o Brasil precisa…

  • anna lira // Junho 30, 2009 às 2:37 pm

    eu concordo plenamente q vc está certíssimo, mas isso é contra a lei seu p.u.t.o.!

  • anna lira // Junho 30, 2009 às 2:46 pm

    eu odeio vcs

  • anna lira // Junho 30, 2009 às 2:47 pm

    vcs ñ sabem oq estao fazendo
    !

  • anna lira // Julho 1, 2009 às 9:08 am

    Eu ganho dinheiro com a prova da Oab. Tem que continuar…

  • MARLI APARECIDA SILVA DE BARROS // Julho 25, 2009 às 8:41 pm

    FIZ 5 EXAMES DE ORDEM, FUI PARA SEGUNDA FASE, FUI REPROVADA POR 1/2 PONTO, ENTREI COM RECURSO, MAS NEM RESPOSTA DO MESMO. BOM EU SOU BACHAREL EM DIREITO, E TENHO TODA CONDIÇÃO PARA ADVOGAR, POIS EU FAÇO PEÇAS PARA ADVOGADOS QUE PASSARAM NA ORDEM, MAS QUE SE QUER SABEM FAZER A GUALIFICAÇÃO DOS CLIENTES, SE PERDEM NO ENDEREÇAMENTO, SEM CONTAR QUE NA NARRATIVA DOS FATOS, CHEGA SER PEIADA. (E SÃO CONSIDERADOS QUALIFICADOS PELA OAB), FALA SÉRIO. NENHUMA PROVA NO MUNDO QUALIFICA UMA PESSOA PARA SER UM BOM PROFISSIONAL. TEM PESSOAS QUE PASSAM NA SORTE, OUTROS PORQUE SE MATARAM DE ESTUDAR, MAS E DAÍ. QUEREM PENEIRAR? ÓTIMO, ENTÃO DEVERIAM USAR DE FATO O CÓDIGO DE ETICA E DISCIPLINA E O ESTATUTO, APLICANDO EM MALS PROFISSIONAIS QUE A ORDEM DIZ SEREM QUALIFICADOS. CENSURA, SUSPENSÃO E EXCLUSÃO. SÓ PRA DISCONTRAIR, MUITOS PROFISSIONAIS QUALIFICADOS PELA ORDEM, DEIXARAM DE PERCEBER QUE A PALAVRA ADVOGADO, A LETRA “D” É MUDO. E FALAM CONSTANTEMENTE ” ADEVOGADO” RSRSRS PIADA.

  • cláudio simões lopes // Julho 31, 2009 às 7:13 pm

    Sou totalmente a favor do exame de ordem, tanto assim que acho que as centenas de advogados que são inscritos na^ordem e não fizeram o exame porque não era exigido deveriam faz-lo, inclusive muitos dirigentes da ordem que não o fizeram! Exijam, mas façam o exame também. E não venham com a balela do direito adquirido. Moral!!!!!

  • Valentino Kaipper // Agosto 3, 2009 às 9:03 am

    Caro colega!!!
    Sim… mas em primeiro lugar deveria ser exigido de todos os cursos do Brasil. TODOS!!! TODOS!!!
    Como e principalmente dos da área da saúde: Médicina, , Enfermagem, Odonto, e outros como Engenharia etc… enfim todos os Cursos Superiores do Brasil… TODOS!!!
    -> Não apenas dos Bacheréis em Direito.
    Caro amigo e o Principio da Isonomia???
    -> Ou é para TODOS ou não é pra ninguem.

  • Valentino Kaipper // Agosto 3, 2009 às 4:45 pm

    -> É evidente, que os que já exercem a profissão e que já se encontram estabelecidos em seus escritórios buscam meios para impedir que novos profissionais adentrem no mercado. Isso é mais do que normal e até compreensível.

  • Valentino Kaipper // Agosto 6, 2009 às 9:12 am

    Uma pergunta?
    -> Qual é a profissão do Bacharel em Direito?

    Pois agora até os motoboys e mototaxi tem profissão. (Nada contra eles)

    -> Mas e o Bacherel em Direito que fez uma faculdade, fiscalizada e autorizada pelo MEC. estudou 5 anos e depois de formado não é NADA!!! NADA!!!

    Senhores e senhoras, Deputados e Senadores do nosso Brasil como pode isso acontecer?? Como pode!!!

    O Bacherel faz uma faculdade e sai com o Diploma que não vale nada… NADA!!! NADA!!!

    Estelionato Acadêmico, Estelionato Acadêmico …

    Estelionato Acadêmico, Estelionato Acadêmico…
    Estelionato Acadêmico, Estelionato Acadêmico …

    Estelionato Acadêmico, Estelionato Acadêmico…

  • A. Marcos Berini // Agosto 6, 2009 às 9:27 am

    2009.51.01.008280-4 2001 –
    MANDADO DE SEGURANÇA INDIVIDUAL – OUTROS

    Autuado em 13/04/2009
    AUTOR : MARCO ANTONIO DOS ANJOS

    ADVOGADO : MARIO HENRIQUE DOS ANJOS
    FILHO

    REU:
    PRESIDENTE DA ORDEM DE ADVOGADOS DO BRASIL -SECCIONAL DO
    ESTADO DO RIO DE JANEIRO

  • A. Marcos Berini // Agosto 6, 2009 às 9:30 am

    23ª Vara Federal do Rio de Jane iro –
    Juiza – Decisão : MARIA AMELIA ALMEIDA SENOS DE CARVALHO
    Objetos : FISCALIZACAO/EXERCICIO
    PROFISSIONAL

    Isto posto , DEFIRO A LIMINAR
    para determinar à autoridade coatora que se
    abstenha de exigir do impetrante submissão a exame de ordem para conceder-lhe inscrição , bastando para tanto o
    > cumprimento das demais exigência do art. 8o. da L. 8.906/94.

  • Diogenes Silveira - RJ // Agosto 11, 2009 às 9:04 am

    Gostaria de perguntar a todos os “antigos” advogados que tiraram suas respectivas habilitações antes da exigência do exame de suficiência … se eles se consideram menos advogados em comparação com os que prestaram o exame … Porque esses tiraram seus números nas seccionais sem passar por exame nenhum … então esses não podem falar absolutamente nada de permanencia do exame. Seus folgados. SEUS FOLGADOS!!!…SEUS FOLGADOS!!!

  • Diogenes Silveira - RJ // Agosto 11, 2009 às 9:21 am

    O Exame de Ordem atende apenas aos interesses (R$)Corporativos (R$) da OAB.

    E mais: ele atenta contra o princípio constitucional da isonomia, conforme já foi dito, porque restringe apenas a liberdade de exercício profissional dos bacharéis em Direito, e dentre estes, a dos novos bacharéis, que se formaram depois da entrada em vigor do Estatuto da OAB e do primeiro Provimento da OAB que “regulamentou” – como se isso fosse possível -, em 1.996, o Exame de Ordem.

    Se o Congresso Nacional pretendia criar um Exame desse tipo, não haveria qualquer razão para que ele fosse aplicado apenas aos bacharéis em Direito. Ou será que um médico, por exemplo, sem a necessária qualificação é menos perigoso do que um advogado?? Ou um engenheiro?

    Se o médico é menos perigoso do que o advogado, por que será que o Congresso Nacional tipificou como crime o exercício ilegal da medicina, mas o exercício ilegal da advocacia é apenas contravenção

  • Neuza Hoffmeister - RJ // Agosto 11, 2009 às 9:29 am

    EXAME DE ORDEM -MARACUATAIAS, VENDA DE CARTEIRAS, FRAUDES E CORRUPÇÃO EXPLICITAS QUE MANTÉM OS PRIVILÉGIOS DA OAB!!!

    Escutas indicam venda de carteiras na OAB…

    Conversas telefônicas obtidas pela Polícia Federal (PF), depois da quebra do sigilo, constituem a fraude na aprovação de candidatos que fizeram o exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Goiás.

  • Cassia Souza // Agosto 23, 2009 às 10:51 am

    Por que so os bachareis de direito tem q fazer prova?? essa prova vai provar o que?? E os profissionais da médicina que saem matando por que são despreparados ?

  • Mozard Romero - MG // Agosto 27, 2009 às 4:20 pm

    UNIÃO NACIONAL!!!
    Nós Bacharéis em Dirieto, somos 5 milhões – Impedidos/Criminosamente de trabalhar no Brasil.
    Vamos mudar esta situação nas proximas eleições…
    -> 5 Milhões de Bacharéis + os seus familiares… Vamos VOTAR em Senadores e Deputados que são a FAVOR dos Bacharéis em Dirieto e querem o FIM dessa RESERVA DE MERCADO.

    Podem… apostar!!! vamos mudar esta VERGOMHA que é a tal prova do dinheiro…

  • Alex // Setembro 1, 2009 às 8:41 pm

    Deveriam acabar com as faculdades de direito e deixarem apenas os cursinhos, assim ninguém mais vai gastar um tempão de suas vidas em uma faculdade (5 anos), vai ser preciso apenas uns 4 meses e pronto já são “advogados”!

  • Jorge Augusto // Setembro 11, 2009 às 9:10 pm

    Isso é um hipocresia, pois todos os bacharéis são tão bons quanto alguns advogados e conheço vários advogados que passaram na prova e não fazem nem petições que sejam melhores que a petição de um estágiário se realmente o exame da ordem fosse a solução tudo estaria muito melhor e com certeza todos tipos de fazuldade exigiriam um exame para comprovar a aptidão de um recém formado em trabalhar na sua área …………………………
    por isso sou CONTRA O EXAME DA ORDEM

  • LEONARDO ALVES // Setembro 27, 2009 às 11:08 pm

    eu sou contra ao exame pq fere todos os princípios constitucionais,nois estudantes de direito deveríamos se unir e fazer uma passeata
    para monstrar que temos força se todos os bacharéis fizémemos uma corrente seriam muito mais forte.Cadê a DEMOCRACIA ?HEIM!!!!!!

  • LEONARDO ALVES // Setembro 27, 2009 às 11:12 pm

    VAMUS FAZER UMA CORRENTE PELA INTERNET …. PELO ORKUT ,TWITTER E OUTROS POW SE FAZEM CORRENTE PARA FAZER BRIGA DE TRAVISSEIRO ,PODEMOS FAZER UMA CORRENTE PARA UMA PASSEATA … E CHAMANDO A IMPRESA CLARO PARA REPERCUTIR O CASO ….HEHE.. MEU EMAIL É particular_nado@hotmail.com quem quiser me add para trocar ideias sobre esse assunto estou a disposição

  • Arnóbio Barata de Almeida // Setembro 30, 2009 às 5:01 pm

    Srs, num posicionamento sem emoções, entendo que:

    1. Primeiro Cabe ao MEC autorizar o registro e funcionamento de curso e verificar a qualidade do ensino, bem como ratificar a colação do grau com o registro do Diploma;

    2. Não é competência da OAB efetuar tal controle.

    3. Quanto à capacidade técnica mínima para atuar como Advogado, cada profissional tem sua inteligência ou não advindo de um processo genético, tem o seu interesse por estudar e se dedicar a aprofundar conhecimentos, e consequentemente, caberá ao próprio mercado de trabalho selecioná-lo através do cliente que busca ver garantido e protegido o seu bem jurídico ou seu direito;

    4. Não é e nem será uma prova seletiva fundamentada em questões isoladas, por vezes criadas de uma forma a dificultar o entendimento ou mesmo o decorar, que definirá a qualidade e competência do profissional, em qualquer área;

    5. Da mesma forma não são 100 questões de marcar que definirão o meu conhecimento profundo para defender um cliente ante uma questão com um grau de dificuldade maior.

    6. Também , livro por livro qualquer pessoa que goste de estudar, é só adquiri-lo e ler e terá conhecimento teórico sobre a questão em pauta;

    7. Hoje, as provas, inclusive concursos e OAB são elaboradas não para verificar o seu aprendizado ou conhecimento, mas sim qual a melhor forma de você errar a questão, mediante pegadinhas ridículas as quais para mim, colocam os Doutos examinadores numa posição de vexame diante da tamanha bobagem de criar critérios de eliminação. Cito como exemplo os critérios que para cada questão que voce erra, tem uma certa eliminada ( CESPE). Então para que levamos 25 anos estudando aprendendo o certo? Que me digam os Pedagogos e educadores deste país.

    Bom, Sou Engenheiro a 30 anos, responsável pela coordenação de programas de segurança de milhares de profissionais nos mais diversos ramos da industria petroquímica siderurgica, mineração e automotiva, bem como construção civil. Sou Bacharel em Direito com registro na OAB, mas entendo que o grau de responsabilidade que tive como engenheiro iniciante, não ficou por menos diante de um Advogado que começa na sua área frente a questões cíveis ou criminais ou mesmo trabalhista. Responsabilizei-me por vidas num ambiente grosseiro e rústico de mina subterrânea cuidando da vida dos trabalhadores, também fui responsável pela segurança nos processos químicos com substâncias inflamávei e tóxicas, atuando juntamente com os demais engenheiros na luta pela segurança das pessoas, pelo seu maior bem jurídico a vida.

    Portanto, assim como os engenheiros e médicos e outros profissionai das outras áreas , Dentistas não necessitam efetuar prova do conselho para trabalhar, entendo que o Advogado não necessita de efetuar prova da OAB para dizer-se Advogado.
    Caberá ao mercado e clientes selecionar o profissional, preparado, capaz tecnicamente, decente, íntegro, honesto e lícito.

    Há muitas coisas a serem corrigidas ainda, principalmente nas questões de concursos, onde pessoas são eliminadas de suas posições por outras que não se prepararam para a disputa mediante uma prova lícita, confiante nos títulos que conseguiu sabe Deus como.

    Os títulos devem ser cumputados para nivelamento salarial após a nomeação e não para classificar o concursado, que por razões óbvias de ser recem formado não pode ter mestrado ou doutorado. Tem mestrado e doutorado quem quer e se interessa ou a empresa manda fazer. Estes títulos não constituem claúsla pétrea do Direito Constitucional de igualdade do cidadão brasileiro na seleção de um concurso.

  • Mozard Romero - MG // Outubro 6, 2009 às 2:52 pm

    Agora foi a prova do Enen.
    E a da Oab, a quanto tempo existem fraudes… e ninguem faz NADA!!!

  • eli // Novembro 12, 2009 às 4:01 pm

    Precisamos unir os baicharéis de direito e organizar uma manifestação nacional com a paricipação da mídia para sensibilizar a população mostrando que a OAB sempre joga a culpa nas faculdades para tampar o grande negócio e dinheiro que essa prova da OAB movimenta. Com certeza isso já virou meio de vida para cursinhos, editoras e Cesp que deve dar bola para a OAB consentir com esta prática injusta…

  • Celia Queiroz // Novembro 24, 2009 às 3:56 pm

    Fala sério, nossa política social, deixa a desejar, os convencionalismos politiqueiros, atual não vêem os direito dos cidadãos, só vê o seu próprio? cada uma pra sí. Os profissionais em geral que se cuidem? vêm ai, exame de aptidão profissional, qualificação, e por ai vai? a lei já esta tramitando no congresso restringindo o mercado de trabalho cada vez mais. Fiquem atento exame para todos os profissionais??? vai deixar acontecer primeiro?? pra depois agir??
    Os bacharéis já sentem na pele “reserva de mercado e a restrição cada vez maior, ” todos os profissionais vai encarar o exame?? só o tempo que lhe responderá?? Fecham os cursos de direito e todos ?? salvem que puder??? a lei de deus para todos, mas a lei dos homens??? onde está a justiça e a igualdade?? direito é para todos, independente da classe social a qual pertençe??? Espero que um dia veja o sol brilhar para todos?? Quando for votar investiguem e analizem antes de votar, qual seria seu representante no congresso que merece seu voto consciente??? 2010 vem ai???

  • Andressa Valentin di Pietro - SP // Novembro 26, 2009 às 8:39 am

    Haja DINHEIRO

    Não é novidade para ninguém que o famigerado e inconstitucional Exame a OAB, é feito para reprovação em massa, infestado de pegadinhas, e quanto maior o índice de reprovação, maior o retorno financeiro. Se o Bacharel é aprovado na 1ª fase e reprovado na 2ª fase, zera tudo. Tem que fazer tudo e novo. Ufa! Haja dinheiro. Na 2ª fase quando é permitido consulta à legislação, os livros que os Bacharéis estudaram durante os cinco anos, com anotações, não valem; tem que ser livros novos. Será por que? No dia da prova, os locais parecem aeroporto em época de Natal e Fim de Ano, tomados de malas entupidas de livros. Em média cada bacharel gasta cerca de R$ 1.200,00 só em livros novos.

  • Andressa Valentin di Pietro - SP // Novembro 26, 2009 às 8:44 am

    Realmente é um absurdo como este de impedir que um bacharel em direito exerça sua profissão,teria que valer para todas as outras PROFISSÕES,os formados que as defende não passaram por esta prova, assim fica mais fácil sorrir com as dificuldade que os novatos tem que passar.
    A OAB arrecada mais, não vai querer perder esta boquinha. DINHEIRO + DINHEIRO…

  • Andressa Valentin di Pietro - SP // Novembro 26, 2009 às 9:00 am

    Lembro que OAB não é universidade e sim órgão de fiscalização da profissão, a exemplo do CRM, CRO, CRA, CREA, e não têm competência para avaliar ninguém; isso é uma afronta aos art. 5º inciso XIII, art. 205 CF e art. 43. da LDB – (Lei nº 9.394/96), a educação superior tem por finalidade: (…) II – formar diplomados nas diferentes áreas de conhecimento, aptos para inserção em setores profissionais. (grifei). E o pior de tudo, os bacharéis em direito não têm a quem recorrer, haja vista que a UNE também está prostrada, e o MEC, ao invés de ter pulso forte, se humilha vergonhosamente como um avestruz e ainda tem a petulância e desfaçatez de parabenizar a OAB por essa excrescência. É muita pusilanimidade e permissividade.

  • Andressa Valentin di Pietro - SP // Novembro 26, 2009 às 9:02 am

    E por fim deixo aos cidadãos de BEM deste país, a seguinte indagação: Por que todos os Conselhos de Classes tais como: CRM, CRA, CRO, CREA, etc, são obrigados a prestarem contas junto ao Tribunal de Contas da União – TCU, inclusive o nosso Presidente da República, Lula, e a egrégia OAB não???????????????????????????….

  • Andressa Valentin di Pietro - SP // Novembro 26, 2009 às 9:04 am

    Destarte, em respeito a nossa Constituição Federal, vamos banir do nosso ordenamento jurídico, urgente, a Praga do Famigerado Exame da OAB, substituindo por Práticas Jurídicas, rumo a desafogar a Justiça, tornando-a ao alcance de todos, haja vista que o mercado é seletivo e saberá muito avaliar os bons advogados.

  • cláudio simões lopes // Novembro 26, 2009 às 9:44 am

    Sra. Celia,
    Acredito que seja como eu bacharel em Direito. Há algum tempo escrevi para um movimento de bacharéis e lhes fiz uma sugestão que agora também lhe faço. Tenho 65 anos e como o diabo sabe mais por velho que por diabo… Não adianta espernear com a OAB, ela não mudará, portanto é contra os políticos que devem exercer pressão, principalmente em época de eleições, vejam: todo deputado e senador tem residência no interior e é justamente lá onde tem família e são votados é onde tem que ser incomodados e pressionados para que mudem essa lei porca que só poderia ter sido sancionada pelo topetudo do itamar franco (com minúscula mesmo) , perturbem suas famílias, não as deixem dormir, incomodem onde quer que estejam, na rua, no mercado, no cinema e etc… Independentemente disso o que os políticos mais temem é não serem reeleitos e perderem a mamata. Uma só voz não é nada, porém uma campanha de milhares que são os bacharéis nessa situação a coisa muda, perturbem também em brasília, eles também vão a restaurantes, tem encontros furtivos, em fim são humanos e cheios de fraquezas, portanto organizem-se e incomodem ao máximo, mais que a oab, verão que dá resultados. O que tem que ser mudado é a lei e não a OAB
    Um grande abraço cláudio simões lopes OAB / RS. 36E114

  • Henrique Miranda - sc // Novembro 27, 2009 às 1:47 pm

    Senadores e deputados, do Brasil.
    - Haja… DINHEIRO!!!! Pra esta prova…

  • Henrique Miranda - sc // Novembro 27, 2009 às 1:49 pm

    Bacharel em Direito no Brasil é ESCRAVO…

  • Henrique Miranda - sc // Novembro 27, 2009 às 3:08 pm

    Presidente Lula e o partido do PT

    Precisamos criar a “Bolsa Familia Bacharel” pois impedir CRIMINOSAMENTE os Brasileiros ( Bacharéis) de aprenderem e praticarem sua profissão e o mais importante SUSTENTAREM SUAS FAMILIAS.

  • Kledison Baiotto da Silva // Dezembro 1, 2009 às 12:17 pm

    EXMO. SR. PRESIDENTE DA REPÚBLICA LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
    Excelência, quando no período eleitoral depositei meu voto na urna, votando para presidente da república em Luiz Inácio Lula da Silva, o fiz por acreditar em seu poder de lutar pelo que é justo, pelo seu poder de lutar pelo que defende nossa Constituição Federal, pelo seu bom senso e caráter de justiça para com os excluídos socialmente. Ainda hoje, eu acredito que essas qualidades (tão escassas nos dias de hoje) façam parte de seu nobre caráter e, é por acreditar nisso, que venho em nome dos milhares de bacharéis solicitar-lhe que aja em nosso favor, pelos motivos que aqui enumerarei:
    A) De acordo com o artigo 5º, caput, de nossa Constituição Federal: “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, [...]”. Se todos são iguais perante a lei, porque nós bacharéis em direito estamos sendo tratados de modo desigual em relação a todos os demais cursos superiores? Nenhum outro curso superior, em nosso país, exige que se faça testes para poder exercer a profissão, assim sendo, também temos o direito de sairmos da faculdade, nos inscrever na OAB (sem qualquer exame) e exercermos nossa profissão, e é o que nós bacharéis em direito de todo o Brasil requeremos a Vossa Excelência, para que faça valer o que determina nossa Constituição Federal, anulando para todos os efeitos o inciso IV, do artigo 8º da lei 8.906/94, onde consta ser necessária aprovação em exame de ordem para a inscrição como advogado.
    B) O artigo 5º, inciso III da Constituição Federal estipula que “ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante”. No entanto Excelência, nós bacharéis em direito estamos submetidos a constante tortura, quando, depois de passarmos cinco anos em um banco de faculdade, ainda somos submetidos num período de cinco horas a respondermos 100 questões de todas as áreas do direito em situação de extrema pressão social, e como se isso não bastasse, ainda temos que fazer uma segunda prova em prática. A prática, em qualquer profissão, se adquire com o EXERCER a profissão. Estamos sendo tratada de forma degradante, quando temos que prestar vários exames testando nossa capacidade em todas as áreas do direito, capacidade essa que já foi testada pelos professores devidamente habilitados para tal, e devidamente reconhecidos pelo órgão legal para tal fim, qual seja, o MEC. Assim sendo, onde está a validade de nossa Constituição? Quando foi que nossa Constituição deixou de ser a lei máxima em nosso país?
    C) HTTP://WWW.YOUTUBE.COM/WATCH?V=MVL3F411UEK&FEATURE=RELATED, nesse site, o vídeo “como é feita a correção” revela que o exame de ordem é um teatro, um faz de conta, que é aprovado apenas àqueles que eles determinam. Nesse contexto Excelentíssimo Senhor Presidente, fica claro que o exame de ordem é um meio de ganhar dinheiro, muito dinheiro, porque os bacharéis ao saírem da faculdade procuram um cursinho preparatório para fazer o exame. Esses cursos são caros. A inscrição para fazer a prova do exame é cara. Assim sendo Senhor Presidente, o exame de ordem não tem nada de legal, sendo a sua manutenção uma ilegalidade contrária a nossa Constituição Federal. Sendo Vossa Excelência autoridade máxima de nosso país, solicitamos que aja em nome dos milhares de bacharéis que querem exercer o seu direito de trabalhar.

    D) Comparando o Direito com o jornalismo, não há muita diferença, pois para ser um bom jornalista é necessário falar bem, ler bem e escrever bem. O mesmo ocorre com o Direito. Assim sendo, por que pra ser jornalista não é necessário nem diploma e pra ser advogado é necessário diploma e exame de ordem? Onde está o tratamento de igualdade apregoado pela Constituição Federal? Não queremos a extinção do diploma, queremos a extinção do exame de ordem, e a exemplo de qualquer outro curso, como a medicina, por exemplo, que é a profissão de maior responsabilidade que existe, pois se trata da vida de outro ser humano, mas não é necessário exame pra exercer a medicina. Somos pais e mães querendo TRABALHAR pra sustentar nossas famílias, queremos exercer o nosso direito de trabalho. Faça cumprir a justiça Senhor Presidente.

    Diante do exposto, requer de Vossa Excelência que se faça cumprir o DIREITO DE IGUALDADE determinado por nossa Constituição Federal, determinando para o fiel cumprimento da Lei e da justiça a extinção do exame de ordem.
    Como sua eleitora, creio em seu potencial de cumprimento da Lei máxima de nosso país.

    Nestes termos,
    Aguardo deferimento.

    Campo Mourão/Pr, 18 de junho de 2009.

    PRESCILA ALVES PEREIRA

  • SERGIO // Dezembro 8, 2009 às 10:20 am

    Que tal o MPF (Ministério Público Federal) e a Defensoria Pública do Estado mover ação civil pública para impedir que a seccional paulista da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) exijam que os bachareis prestam exame de ordem e que o MEC fiscaliza melhor os cursos de direito.

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