[Mega-Sena acumulada]

Estava lendo o jornal, sobre o ganhador da bolada da Mega-Sena. É um cara de Criciúma, que jogou um único bilhete no valor de R$ 1,50 e faturou mais de R$ 21 milhões.

Os números sorteados foram: 17 – 41 – 42 – 44 – 45 – 60.

41 – 42 – 44 – 45?!?!?! Perae! Que tipo de maluco joga uma sequência dessas?! Outra: qual a probabilidade (matemáticos de plantão?) de, em um universo de 60 números, onde cada um é sorteado com dezena e unidade separados, sairem 4 números da mesma dezena?!? Hein?!

Outra, mais mística: na quase sequência (estou me adiantando na abolição do sinal de trema que acontecerá em 2008) falta o número 43, certo? Então, aí na sua cabeça, subtraia 17 (o primeiro número) de 60 (o último número)… Arrá!

Já não acreditava na Superinteressante, agora vou ter que começar a duvidar da Mega-Sena.

Eis um mundo de desconfianças, senhoras e senhores.

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[Revista elege os 25 filmes mais eletrizantes do cinema]

A revista norte-americana especializada em cinema Premiere escolheu os 25 filmes mais eletrizantes do cinema. A lista traz as mais diferentes produções que vão desde clássicos como Laranja Mecânica (1971) a Freaks, produção de 1932.

A Premiere diz que esses filmes não são entretenimento. Para a revista, essas produções são experiências eletrizantes que jogam na cara do público tudo aquilo que Hollywood acha que não leva as pessoas ao cinema.

Confira a lista de filmes:

Bonnie e Clyde (1967)
Meninos Não Choram (1999)
In the Company of Men (1997)
Gêmeos: Mórbida Semelhança (1988)
Eraserhead (1977)
Gimme Shelter (1970)
Felicidade (1998)
Vício Frenético (1992)
M (1931)
Era Uma Vez no Oeste (1969)
Laranja Mecânica (1971)
Repulsa ao Sexo (1965)
Réquiem para um Sonho (2000)
Cães de Aluguel (1992)
O Doce Amanhã (1997)
Taxi Driver (1976)
Veludo Azul (1968)
Dançando no Escuro (2000)
Freaks (1932)
Peeping Tom (1960)
Farrapo Humano (1945)
Assassinos por Natureza (1994)
Skinheads – A Força Branca (1992)
Um Cão Andaluz (1929)
Weekend à Francesa (1967)

Redação Terra

Sinto um pouco de vergonha ao dizer que só assisti os grifados. Prometo que consertarei essa situação, já que, a considerar os que conheço, parecem mesmo valer a pena.

P.S.: acho que terei dificuldades em encontrar filmes de 1931, 1932, 1945 e 1929 por aqui.

[Mundo Animal]

O importante é ter amigos.

[sobre a prova da OAB]

Depois de ler todos os cometários, analisar as opiniões defendidas e a linha de raciocínio dos comentaristas, cheguei a duas conclusões:

1) Sou totalmente a favor da prova;

2) A educação brasileira (no que pode, infelizmente, ser verificado através da redação da grande maioria da população) está na lama.

[O POVO]

Não posso deixar de concordar com tudo que dizem do povo. É uma posição impopular, eu sei, mas o que fazer? É a hora da verdade. O povo que me perdoe, mas ele merece tudo o que se tem dito dele. E muito mais.

As opiniões recentemente emitidas sobre ao povo até agora foram tolerantes. Disseram, por exemplo, que o povo se comporta mal em grenais. Disseram que o povo é corrupto. Por um natural escrúpulo, não quiseram ir mais longe. Pois eu não tenho escrúpulo.

O povo se comporta mal em toda parte, não apenas no futebol. O povo tem péssimas maneiras. O povose veste mal. Não raro, cheira mal também. O povo faz xixi e cocô em escala industrial. Se não houvesse povo, não teríamos o problema ecológico. O povo não sabe comer. O povo tem um gosto deplorável. O povo é insensível. O povo é vulgar.

A chamada explosão demográfica é culpa exclusivamente do povo. O povo se reproduz numa proporção verdadeiramente suicida. O povo é promíscuo e sem-vergonha. A superpopulação nos grandes centros se deve o povo. As lamentáveis favelas que tanto prejudicam nossa paisagem urbana foram inventadas pelo povo, que as mantém contra os preceitos da higiene e da estética.

Responda, sem meias palavras: haveria os problemas de trânsito se não fosse pelo povo? O povo é um estorvo.

É notória a incapacidade política do povo. O povo não sabe votar. Quando vota, invariavelmente vota em candidatos populares que, justamente por agradarem ao povo, não podem ser boa coisa.
O povo é pouco saudável. Há, sabidamente, 95 por cento mais cáries dentáries entre o povo. O índice de morte por má nutrição entre o povo é assustador. O povo não se cuida. Estão sempre sendo atropelados. Isto quando não se matam entre si. O banditismo campeia entre o povo. O povo é ladrão. O povo é viciado. O povo é doido. O povo é imprevisível. O povo é um perigo.

O povo não tem a mínima cultura. Muitos nem sabem ler ou escrever. O povo não viaja, não se interessa por boa música ou literatura, não vai a museus. O povo não gosta de trabalho criativo, prefere empregos ignóbeis e aviltantes. Isto quando trabalha, pois há os que preferem o ócio contemplativo, embaixo de pontes. Se não fosse o povo nossa economia funcionaria como uma máquina. Todo mundo seria mais feliz sem o povo. O povo é deprimente. O povo deveria ser eliminado.

Luis Fernando Veríssimo (de verdade.)

[Exame da ordem pode acabar; OAB é contra]

O Exame de Ordem, requisito fundamental para que um bacharel em direito possa exercer a advocacia, pode estar com seus dias contados. Tramita no Congresso um projeto de lei que determina a extinção da prova. De autoria do senador Gilvam Borges (PMDB-AP), o projeto aguarda aprovação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado para ser encaminhado à votação na Câmara dos Deputados. Para a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a iniciativa é um retrocesso.

“Sou totalmente contrário e falo isso em meu nome e em nome da instituição que represento”, disse Braz Martins Neto, presidente da Comissão de Estágio e Exame de Ordem da OAB-SP. Segundo ele, atualmente, o exame é a única forma de garantir que os advogados que atuam no mercado são profissionais de qualidade.

De acordo com a OAB, hoje existem mais de mil faculdades de direito em todo o País, formando mais de 100 mil bacharéis ao ano. Desses, somente cerca de 30% são aprovados no Exame de Ordem a cada ano. “E isso não ocorre pela dificuldade da prova, mas pela falta de preparo desses graduados. A falta de estágio, formação deficiente e avaliação incorreta feita pelas faculdades causam isso”, afirmou Martins Neto.

Em São Paulo, mais de 40 mil estudantes se formam em direito a cada ano, vindos das mais de 300 faculdades existentes no Estado. Em 2006, o índice de aprovação no Exame de Ordem foi de 20%, segundo a OAB-SP. “Em algumas edições, chegamos a aprovar apenas 6%”, alertou o presidente da Comissão de Estágio e Exame de Ordem da OAB-SP. “O exame tem de fazer o papel de vilão para avaliar de uma forma que não ocorreu na faculdade. Isso sem generalizar, porque existem ótimas faculdades de direito.”

Para o senador Gilvam Borges, autor do projeto que determina a extinção do exame, a prova não necessariamente avalia a capacidade do bacharel. “Submeter-se a uma prova depois de estar formado não promove a melhoria no sistema de ensino. Nem prova se o bacharel está apto ao exercício da profissão. Ou seja, a prova não prova nada”, afirmou ele, durante sessão no plenário, em maio deste ano.

“Não consigo entender porque as instituições de Ensino Superior podem formar médicos, pedagogos, engenheiros, economistas, sem que, para ingressar no mercado de trabalho, precisem realizar qualquer exame de ordem ou conselho, mas não possam formar bacharéis em direito em iguais condições”, complementou o senador.

O Exame de Ordem tem três edições a cada ano e é dividido em duas etapas. Na primeira, os candidatos respondem a questões objetivas e precisam acertar pelo menos 50% para chegarem à próxima etapa. Na segunda fase, os bacharéis fazem uma prova prática e necessitam de pelo menos 60% de acerto para serem aprovados no exame.

Fonte: Terra.

 

Ainda não sei se sou contra ou a favor do Exame.

 

Todos sabem que a prova da Ordem movimenta uma grana considerável, tanto em inscrições quanto em matrículas e mensalidades de cursinhos preparatórios intensivos. O lobby é forte.

 

O argumento apontado pelo autor do projeto é bom e realmente faz sentido mas, fico imaginando, o que aconteceria se não houvesse a prova?

 

O mercado já conta com um monte de picaretas. Acredito que a extinção da prova traria o caos total. Petições mal redigidas, juízes doidos da vida com o semi-analfabetismo/analfabetismo funcional dos advogados, emendas e mais emendas para consertar peças mal elaboradas e por aí vai. Acreditem, com certeza, pelo menos metade da turma na qual estudo não passaria em um ditado de, digamos, 50 palavras. E a redação? e a concatenação das idéias que esse mesmo grupo gostaria de expor? ah… não vamos entrar nessa questão, porque realmente não vale o tempo de explanação.

 

Enfim, a prova realmente causa desconforto aos formandos que desejam advogar, mas não acho que seja um bicho de sete cabeças para qualquer um que se dedique um pouco.

 

As desvantagens parecem muito mais significativas do que as vantagens.

[doze vezes sete]

SEMPRE EM CONSTRUÇÃO

1. sete coisas que faço bem:
rir
ficar quieto
resolver enigmas/montar quebra-cabeças
fuçar coisas na internet
comer
criticar
coisas que exigem paciência, com algumas exceções

2. sete coisas que não sei fazer:
cozinhar
fingir que vou com a cara de alguém
cantar/tocar instrumentos
falar no telefone com pessoas que nunca vi
manter coisas organizadas
jogar futebol
acordar cedo
dormir cedo
fingir que estou acreditando
nadar
contar

3. sete coisas que me atraem no sexo oposto:
inteligência
bom humor
tranqüilidade
a risada
imaginação
companheirismo
simplicidade

4. sete coisas que não suporto no sexo oposto:
vaidade excessiva
materialismo
escândalo
ganância
burrice
mau humor
frescurites

5. sete coisas que digo com frequência:
não.
não sei.
pode ser.
calma.
que cara burro!
café.
mais café.

6. sete atores/atrizes que eu gosto:
robert de niro
jean reno
al pacino
kevin spacey
johnny depp
selton mello
mateus natchergaele

7. sete atores/atrizes que eu detesto:
van dame
steven seagal
chuck norris
charles bronson
hugh grant
regina duarte
reginaldo faria

8. sete filmes que eu adoro:
sunshine
o quinto elemento
o cachorro
kill bill
o coronel e o lobisomem
os melhores dias de nossas vidas
ronin

9. sete filmes que eu detesto:
tomates verdes fritos
assalto ao carro forte
domino
cache
querida wendy
todo mundo em pânico
filmes que contenham “em apuros”,”do barulho”, “muito louco(a)(os)(as)” no título.

10. sete livros favoritos:
dom quixote (que ainda não li inteiro)
todas as comédias, do veríssimo
alice no país das maravilhas
o senhor dos anéis (os livros são bem melhores que os filmes, MESMO)
loucuras de um publicitário, do lula vieira
ensaio sobre a lucidez, do saramago
o clube dos anjos – gula, também do veríssimo

11. sete lugares favoritos:
meu quarto
um outro quarto
confeitaria bavária

tá, declaro que não precisa ser lugar que já tenha ido.
algum lugar no oriente que ainda não identifiquei
irlanda
noruega

12. Sete pessoas que desafio a responder as perguntas acima:
marina
vivi (responde pelo blog do gabriel)
pessoas que acessam esse blog. mandem e-mail que eu publico: brancograes@hotmail.com